Imprensa em debate
ENOCK CAVALCANTI: Mauro Zaque investiga bagrinhos da mídia. E os tubarões?
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Zaque
Mauro Zaque e a midia mato-grossense
Por Enock Cavalcanti
Meus amigos, meus inimigos: o promotor Mauro Zaque, aquele dos bíceps avantajados e dos fuzis e metralhadoras de alto calibre, tenta manter a cabeça pra fora da água em meio à atual crise de identidade por que passa o Ministério Público, não só aqui em Mato Grosso, como em todo o Brasil. Sempre tive Mauro Zaque em alta conta e por isso paro para refletir sobre ele e seu atual papel no MP-MT. Nova Iguaçu não me deu nem régua, nem compasso, não fui abençoado como o poeta Gil, mas sigo adiante.
Eles, os membros do MP tem poder, muito poder. Eles, os membros do MP tem enorme estrutura de trabalho, mas parece que, paulatinamente foram se deslocando daquela preocupação centralizada na defesa da Cidadania, com os direitos do povo subalternizado. e passaram a querer enfeixar os poderes do Estado em suas mãos, o que merece sem dúvida uma aprofundada reflexão de todos nós. Isso quem diz não sou eu, mas analistas de dentro do próprio MP como o procurador da República Eugênio Aragão, e outros nomes respeitáveis do MP como Deborah Duprat, Domingos Dresch da Silveira, Marlon Weichert e Eugênia Gonzaga.
Houve um tempo em que promotores de Justiça eram aqueles que mais falavam e mais defendiam os Direitos Humanos em nosso País, em parceria com entidades da sociedade civil. Esse tempo parece que se esfarelou. Um exemplo, aqui mesmo de Mato Grosso: procurado pelo jornalista Johnny Marcus para falar de sua atuação na investigação da Chacina do Beco do Candieiro, Mauro Zaque, que atuou na acusação, tem se negado repetidamente a receber o repórter que finaliza livro-reportagem sobre esse caso de horror que há 20 anos chocou a comunidade cuiabana e mato-grossense. Parece que agora não choca mais, já que Mauro Zaque, ao evitar o encontro com o repórter, demonstra que talvez nem se lembre do caso.
Aqui em Mato Grosso, nesse ano de 2019, Mauro Zaque também pontificou entre os promotores de Justiça que formaram ala, ao lado do governador Mauro Mendes, para respaldar, com todo o arcabouço jurídico que foram capazes de reunir, o arrocho salarial sobre os trabalhadores da Educação, que fizeram greve defendendo o cumprimento da Lei 510/2013, Lei da Dobra do Poder de Compra e o pagamento, pelo Governo do Estado, da Revisão Geral Anual, prevista na Constituição Cidadã. E isso não foi feito à boca pequena, não. Houve até uma nota pública a demonstrar esse posicionamento patronal do MP, para quem parece que a Lei da Responsabilidade Fiscal vale tudo, enquanto a Lei da Dobra de Compra e a própria Constituição talvez não valham nada.
Postura bem diferenciada a que foi adotada por Mauro Zaque e outros doutores do MP, este ano, se comparada com a postura do discreto promotor Henrique Schneider Neto que, no ano de 2016, trabalhou intensamente para que os direitos dos trabalhadores fossem garantidos e preservados em face da poderosa máquina pública então comandada por Zé Pedro Taques, aliás, um ex-parceiro de Mauro Zaque nos tempos gloriosos em que aconteceu o desmonte da quadrilha do comendador Arcanjo – e que marcou o auge da carreira tanto de Taques quanto de Zaque. Sinceramente, como cidadão mato-grossense, me sinto devedor desses dois membros do MP, neste caso. Mas a vida não se resume à bola dentro, também tem aqueles momentos de bola fora.
Henrique Schneider, ao que sei, não tem biceps avantajados, nem sabe atirar de fuzil rolando pelo chão, como se fosse o Rambo ou um desses super-heróis com que a Marvel vai alimentando os sonhos guerreiros de nossa juventude.
Mudou Mauro Zaque ou mudou eu?
A nova recomendação de Mauro Zaque, é direcionada aos Poderes Legislativo, Executivo e órgãos auxiliares para só firmar contratos de publicidade com sites e blogues que tenham audiência comprovada. Zaque argumenta que a medida visa impedir desvios de verbas de publicidades por meio de mídias online que estariam em nomes de laranjas com a finalidade de lavar dinheiro. Ora, será que os veículos de grande audiência também não lavam dinheiro e não usam laranjas para fazer negócios escusos? O que Mauro Zaque tem a dizer sobre os tubarões da mídia ou ele já se esqueceu de que tivemos, aqui neste mesmo Mato Grosso, escândalos como o Secomgate, que acabaram devidamente engavetados? (Naqueles tempos não haviam tantos sites a correr atrás da notícia e, no Poder Judiciário, pontificavam figuras notáveis como José Ferreira Leite.)
Fico querendo entender a evolução ou involução do pensamento de Mauro Zaque mas nas últimas vezes em que tentei conversar com Mauro Zaque, tive a mesma triste sorte do Johnny Marcus, ele desconversou, não marcou nada, disse que a hora era inconveniente, ou simplesmente deixou tocar.
Soube, pelo jornalista Alexandre Aprá que, ultimamente, Mauro Zaque costuma receber na intimidade de sua casa os barões dos sites corporativos Folhamax, Midia News, RD News, Repórter MT. E especulo: em meio aos drinques e aos tapas nas costas, os donos destes sites talvez tenham orientado o parrudo promotor de Justiça nesta sua mais recente ação, que é uma pretensa caça aos sites fantasmas de Mato Grosso. Os sites talvez estejam se multiplicando tanto em nossa capital que talvez estejam incomodando esses novos amigos íntimos de Mauro Zaque.
E a tumultuada relação entre o então governador Zé Pedro Taques e determinada emissora de TV, em Mato Grosso, por conta dos pretensos pedidos exagerados de propaganda que o tal grupo direcionava ao gabinete do governador? Escrevi um artigo a respeito, em 2015, no Diário de Cuiabá e nesta PAGINA DO E e ninguém me censurou. Será que Mauro Zaque leu esse artigo? Será que ele já conferiu se problemas assemelhados não estariam sendo vivenciados, neste novo governo pelo sr. Mauro Mendes? Ou Zaque só tem olhos pros bagrinhos? O link do meu artigo de então, está aqui: https://paginadoenock.com.br/enock-cavalcanti-esta-suspensa-a-propaganda-do-governo-do-estado-na-afiliada-da-rede-globo-em-nosso-estado-decisao-do-proprio-governador-ze-pedro-taques-que-nao-gostou-do-trato-que-recebeu-do-direto/
Gosto daquelas personagens da mitologia grega, as sacerdotisas do Oráculo de Delfos, por isso me atrevo a dizer que esta pretensa ação que Mauro Zaque diz ter empreendido para moralizar a relação entre os órgãos públicos e a mídia visa apenas os bagrinhos e não os tubarões e não terá maior impacto quanto à prevenção de possível corrupção nos negócios da mídia mato-grossense. Seria, então, mero jogo de cena para inglês ver e dar a aparência de que o MP segue em sua jornada moralizadora, quando os fatos na verdade não se resumem a estas pequenas negociatas que ele tenta identificar.
Vejam, por exemplo, que Mauro Zaque investiga os sites e blogues e não fala nada das agências de publicidade, elas sim, instrumentos de corrupção conforme apurado pelo MPF nos chamados Mensalão Mineiro e no Mensalão do PT. Para ser verdadeiro em suas intenções Mauro Zaque não deveria também investigar a multiplicação das agencias de públicidade em Cuiabá e em todo o Mato Grosso? Quais serão as ligações perigosas que existem, atualmente, entre essas agências e os atuais detentores do poder e os grandes veículos da midia? Será que o promotor ouviu o galo cantar e não sabe onde? Mas, como eu disse, não estou dentro da cabeça de Mauro Zaque, quem o inspira atualmente parece que são os grandes saites corporativos e talvez os trófeus que recebeu do GW 100.
Sei que sou velho blogueiro, distante da cena principal da mídia, mas gostaria de ver o Mauro Zaque, por exemplo, vir à boca de cena para nos dizer até onde avançou a ação do Ministério Público naquele caso das gráficas, utilizadas pelo sr. José Geraldo Riva, corrupto confesso, então poderoso cacique da Assembleia, para desviar expressivos recursos daquela Casa de Leis. Houve indícios, no período tortuoso do governo de Silval Barbosa, outro corrupto confesso, que as gráficas também foram utilizadas para distribuir favores aos empresários midiáticos protegidos ou associados àquele governante. Para quem não se recorda do caso, divulgo, no anexo, a denúncia feita em 2016 pelo MP.
Vejam que o chamado Escândalo das Gráficas teve, como denunciados, nomes de proa do negócio da Comunicação em Mato Grosso:
LISTA DOS ACUSADOS NO ESCÂNDALO DAS GRÁFICAS
José Geraldo Riva
Mauro Luiz Savi
Sérgio Ricardo de Almeida
Luiz Márcio Bastos Pommot
Agenor Francisco Bombassaro
Djalma Ermenegildo
Djan da Luz Clivati
Jorge Luiz Martins Defanti
Defanti – Indústria, Comércio, Gráfica e Editora Ltda. (nome fantasia: Defanti Gráfica e Editora)
Alessandro Francisco Teixeira
Multigráfica Indústria Gráfica e Editora Ltda. (de nome fantasia: Gráfica Digital Multicópias), no valor de até R$ 699.999,90
Robson Rodrigues Alves, no valor de até R$ 699.999,90
Editora de Guias Matogrosso Ltda. (de nome fantasia: Gráfica Atalaia), no valor de até R$ 6.486.432,06
Leonir Rodrigues da Silva, no valor de até R$ 6.486.432,06
E. G. P. da Silva – ME (nome fantasia: Intergraf Gráfica e Editora), no valor de até R$ 2.315.907,72
Evandro Gustavo Pontes da Silva, no valor de até R$ 2.315.907,72
Carlos Oliveira Coelho – ME (nome fantasia: Gráfica Genesis), no valor de até R$ 1.242.791,00
Carlos Oliveira Coelho, no valor de até R$ 1.242.791,00
Capgraf Editora, Indústria, Comércio e Serviços Ltda. (nome fantasia: Capgraf Edital Solution), no valor de até R$ 328.000,00
Renan de Souza Paula, no valor de até R$ 328.000,00
KCM Editora e Distribuidora Ltda. (nome fantasia: KCM Editora e Gráfica), no valor de até R$ 630.000,00
Rommel Francisco Pintel Kunze, no valor de até R$ 630.000,00
Marcia Paesano da Cunha, no valor de até R$ 630.000,00
Jornal A Gazeta Ltda. (nome fantasia: Jornal A Gazeta), no valor de até R$ 8.940.037,72
João Dorileo Leal, no valor de até R$ 8.940.037,72
Editora de Liz Ltda. (nome fantasia: Gráfica de Liz), no valor de até R$ 1.378.900,00
Antonio Roni de Liz, no valor de até R$ 1.378.900,00
Gráfica Print Indústria e Editora Ltda. (nome fantasia: Gráfica Print), no valor de até R$ 7.392.514,49
Fábio Martins Defanti, no valor de até R$ 7.392.514,49
Dalmi Fernandes Defanti Junior, no valor de até R$ 7.392.514,49
W. M. Comunicação Visual Ltda. (nome fantasia: Visual Design), no valor de até R$ 1.066.653,00
Hélio Resende Pereira, no valor de até R$ 1.066.653,00.
Um caso que envolve milhões e milhões de reais desviados, sem que a gente tenha conhecimento de nenhuma coletiva convocada por Mauro Zaque e seus parceiros para detalhar até aonde a apuração avançou, quem já foi punido, se parte ou o todo desses recursos já foram devolvidos aos cofres públicos, enfim, se os tubarões tiveram que se explicar ou não. Mauro Zaque, com tantos músculos e tanto armamento de impacto, prefere direcionar seus tiros contra os bagrinhos.
Evidentemente que esta PAGINA DO E estará sempre aberta aos pronunciamentos do promotor Mauro Zaque, desde que ele se disponha a fazê-lo. Se ele topar, eu e o Johnny Marcus vamos pautá-lo como um dos nossos próximos entrevistados na série de entrevistas ao vivo, que tem sido feitas dentro da parceria desta PAGINA DO E com o site O FACTUAL do empresário Claúdio Cordeiro e a TV Cuiabá, do empresário Maksuês Leite.
E vamos ficar daqui aguardando a lista enorme de sites fantasmas e de lavadores do dinheiro público que o nobre promotor certamente divulgará ao fim de suas investigações.
Enock Cavalcanti, jornalista e blogueiro, é editor do blogue PAGINA DO E
PS: Ainda em tempo devo dizer que Mauro Zaque teve o mérito, dentro do Ministério Público de Mato Grosso, algumas vezes, de desafinar o coro dos contentes, chegando a denunciar, em 2009, o então procurador geral de Justiça Paulo Prado por possíveis irregularidades na obra de construção do suntuoso palácio das promotorias do MP em Cuiabá. O que será que ele fará com relação às denuncias do possivel envolvimento de promotores na Grampolândia e com relação à conta secreta do Gaeco? Ele deve saber de muita coisa, ele que abriu as denuncias com relação à Grampolândia. Ou estarei redondamente enganado, como muitas vezes estive? (EC)
MP denuncia João Dorileo, A… by Enock Cavalcanti on Scribd
Brasil, mostra tua cara
DEU NA VEJA: As revelações do livro de Eduardo Cunha sobre bastidores do golpe conta Dilma
JANUARY 21, 2021

Na antevéspera do feriado de Nossa Senhora Aparecida, em 2015, uma reunião secreta na sala do apartamento do deputado federal Rodrigo Maia (DEM-RJ), no 9º andar de um prédio de luxo de frente para a praia de São Conrado, na Zona Sul do Rio de Janeiro, definiu os rumos da história recente do país. Na manhã daquele sábado ensolarado, quatro políticos — além do anfitrião Maia, o então poderosíssimo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), Carlos Sampaio, à época líder do PSDB na Casa, e o também tucano Bruno Araújo, o atual presidente nacional da legenda — acertaram como encaminhariam os procedimentos que resultaram, dez meses depois, no impeachment da presidente Dilma Rousseff. Os detalhes da trama desenhada pelo quarteto, em meio a goles de café e água, estão no livro-bomba Tchau Querida, o Diário do Impeachment, de 740 páginas, escrito por Cunha, hoje um político em desgraça, cassado, condenado a catorze anos e seis meses de cadeia e cumprindo prisão domiciliar. VEJA teve acesso a trechos do livro do ex-deputado, que acaba de fechar contrato de publicação com a editora Matrix, com lançamento previsto para abril.

Na narrativa em primeira pessoa, escrita em parceria com a filha mais velha, Danielle, Eduardo Cunha, de 62 anos, reconstitui as articulações nos bastidores para o afastamento definitivo de Dilma na época em que, graças a uma intrincada rede de troca de favores, tinha na palma da mão os rumos das votações na Câmara. Uma de suas revelações se refere ao papel, que ele afirma ter sido decisivo e francamente oportunista, do então vice-presidente Michel Temer. “Não foi apenas o destino ou a previsão constitucional que fizeram Michel Temer presidente da República. Ele simplesmente quis e disputou a Presidência de forma indireta. Ele fez a ‘escolha’ ”, relata Cunha. “Foi, sim, o militante mais atuante. Sem ele, não teria havido impeachment”, garante.
Em seus cinquenta capítulos, o livro aborda decisões do Supremo Tribunal Federal e brigas jurídicas com o PT ao longo da batalha do impeachment. Tomando por base observações de difícil confirmação, por serem tiradas de conchavos que não vinham a público, Cunha descreve, com críticas a ex-aliados, as reuniões, jantares e conversas de que participou nos bastidores de Brasília, na busca de votos para abrir o processo. A certa altura, as rajadas de sua magoada metralhadora giratória apontam para Maia, que ocuparia seu cargo no comando da Câmara: “Não tinha limites para a sua ambição e vaidade. Na busca pelo protagonismo, Rodrigo Maia quis forçar ser o relator da Comissão Especial de Impeachment. Eu tive de vetar”. No seu julgamento, o DEM não tinha a força política necessária.

Em outro momento, entra na mira o deputado federal Baleia Rossi (MDB-SP), por sua vez, candidato agora de Maia e do PT à mesma presidência da Câmara. Segundo Cunha, Rossi fez parte do grupo que articulou contra Dilma, embora tivesse, ele próprio, contas a prestar. “A empresa Ilha Produção Ltda., pertencente ao irmão de Baleia e a sua mulher, recebeu nas campanhas eleitorais de 2010, 2012 e 2014 milhões de reais em pagamentos oficiais e caixa dois, inclusive da Odebrecht”, afirma Cunha. Procurados por VEJA, Maia, Temer e Rossi infelizmente não comentaram as afirmações que, ressalte-se, são apenas a versão de Cunha. O presidente Jair Bolsonaro também é citado na obra. “O primeiro pedido de impeachment coube ao então deputado (…), em função das denúncias de corrupção na Petrobras. Eu rejeitei o seu pedido. De todos os pedidos por mim rejeitados, Bolsonaro foi o único que recorreu”, relata.
Após a saída de Dilma, Cunha caiu rapidamente em desgraça. Em setembro de 2016, um mês depois do impeachment, ele foi cassado por quebra de decoro, ao mentir sobre a existência de contas na Suíça. Em outubro, pego pela Operação Lava-Jato, foi parar na cadeia por corrupção, evasão de divisas e lavagem de dinheiro. Condenado, cumpriu três anos e cinco meses em regime fechado em três locais: na sede da Polícia Federal, em Curitiba, no Complexo Médico-Penal do Paraná e, por último, em Bangu 8, no Rio. No ano passado, por estar no grupo de risco da pandemia, obteve o direito de cumprir a pena em casa, em um condomínio na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. Lá, mora com a mulher, a jornalista Cláudia Cruz, e recebe familiares e visitas que ainda o chamam de “presidente”. A título de moral da história, seu livro lembra a participação do PT no processo de impeachment de Fernando Collor, em 1992, para proclamar: “Quem com golpe fere, com golpe será ferido”.
Publicado em VEJA de 27 de janeiro de 2021, edição nº 2722
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