Gente como a gente
DRAMAS E COMÉDIAS DA VIDA PRIVADA: As socialites Geizi Antelo e Narjara Bairros, pessoas de convivência íntima com Pedro Nadaf, empresário e ex-secretario chefe da Casa Civil do Governo de Mato Grosso, trocaram alfinetadas no Instagram, nesta segunda-feira (28/12). Nas postagens, rapidamente apagadas em seguida, mas preservadas por algumas bocas de Matildes, a revelação das "ligações perigosas" que também marcam os bastidores da política mato-grossense. Numa demonstração de que também temos aqui personagens que parecem saídos das páginas de "Les liaisons dangereuses", livro clássico do general e escritor francês Choderlos de Laclos que, curiosamente, ganhará nova adaptação a partir da semana que vem, na telinha da Rede Globo
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Ex e atual de Nadaf trocam alfinetadas
Em seguida, Narjara, que foi secretária-executiva na Junta Comercial de Mato Grosso (Jucemat), respondeu: “Sociedade hipócrita, se cada um cuidasse um pouquinho de si mesma e deixasse de lado a vida e os afazeres dos outros, talvez o mundo seria bem melhor (…) Conversa à toa e fofoca da vida alheia entra por ouvido e sai por outro. E cada dia to mais feliz, com pessoas infelizes e incapazes cuidando da minha vida“.
Na tréplica, Geiziane escreveu: “Tá feliz mesmo com dinheiro de marido dos outros. Toma vergonha, fútil. Todo mundo sabe de onde vem o dinheiro que você ostenta. Acorda menina, todo mundo sabe que você usa roupa cara graças ao dinheiro do Nadaf”.
Pedro Nadaf está preso no Centro de Custódia de Cuiabá, desde 15 de setembro passsado. Ele é acusado de fazer parte de umesquema criminoso de cobrança de propina em troca de incentivos fiscais em Mato Grosso. Ambas foram ouvidas, como testemunhas, pela Polícia Civil, após a deflagração da Operação Sodoma, que culminou na prisão de Nadaf, Marcel de Cursi eSilval Barbosa.
Veja os posts:
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HENRIQUE FONTANA: Lula, 75 anos

Lula
Lula, 75 anos
Por Henrique Fontana
A data em que Lula completa 75 anos nos permite ao mesmo tempo cumprimentar esse grande brasileiro e rememorar sua extraordinária trajetória como personalidade política e como ser humano. Lula foi o grande expoente de uma geração de sindicalistas que livrou os trabalhadores brasileiros das amarras impostas pela ditadura militar, que proibia as greves e perseguia as principais lideranças. Foi ele, o torneiro mecânico vindo ainda criança de Garanhuns (PE) com a mãe e os irmãos a bordo de um caminhão pau de arara, o mais visado pela repressão. Preso, processado pela Lei de Segurança Nacional por liderar uma greve no ABC paulista, Lula compreendeu a importância da luta política e inspirou a criação do Partido dos Trabalhadores, ao lado de companheiros sindicalistas, intelectuais, estudantes e militantes das comunidades de base.
Em sua caminhada, Lula agregou à capacidade de liderança o aprendizado da realidade brasileira, o conhecimento sobre as profundas desigualdades sociais presentes em todos os aspectos da realidade nacional, e teve sabedoria para enfrentá-las quando assumiu a presidência da República. Em oito anos, mudou profundamente o Brasil.
Através de programas de distribuição de renda, assentados no Bolsa Família, na valorização do salário-mínimo e no enfrentamento ao desemprego pelo incentivo à indústria nacional e fortalecimento do mercado interno, o Governo de Lula tirou o país do mapa da fome e livrou o país da dependência externa ao afirmar uma política externa altiva e democrática. Após dois mandatos, deixou o cargo com 82% de aprovação popular.
Este projeto, que teve continuidade nos governos da presidenta Dilma, foi brutalmente interrompido pelo golpe de 2016, o que provocou um rápido e cruel retrocesso nas importantes conquistas obtidas pelo povo brasileiro desde a posse de Lula. Enquanto Dilma era afastada da Presidência da República em um processo de impeachment absolutamente extemporâneo, Lula passava a sofrer uma perseguição perversa nunca vista no país, que culminou com uma condenação sem provas, em uma ação judicial comandada pelo então juiz Sergio Moro, cujas obscuras motivações ficariam aplastadas no momento em que ele aceitou ser ministro de Jair Bolsonaro.
Lula permaneceu preso injustamente duramente 580 dias, assistimos ao desmonte do país.
O Brasil sob Bolsonaro é a antítese do país governado por Lula e Dilma. Na época, chegara-se a uma situação praticamente de pleno emprego. Hoje, batemos o recorde de desemprego e subemprego. A indústria naval que gerava postos de trabalho e autonomia foi destruída. As empresas estratégicas, fortalecidas no período anterior, são esquartejadas e vendidas a troco de banana, no projeto ultraliberal vigente que produziu também uma reforma da Previdência Social que condenada as próximas gerações à pobreza. As queimadas consomem áreas significativas da Amazônia e, agora, do Pantanal, ante o descaso do governo.
Logo após o impeachment de Dilma, a primeira medida do governo tampão de Temer foi congelar os investimentos em saúde e educação. E esse projeto é seguido à risca pelo Governo Bolsonaro, como podemos ver pela atuação pífia no combate à pandemia. Quantas mortes seriam evitadas se tivéssemos um governo realmente preocupado com a saúde dos brasileiros.
Para completar, o Brasil está de volta ao mapa da fome, e este é o símbolo do fracasso deste processo neoliberal voltado à brutal concentração de renda sustentado pelo empobrecimento da grande maioria do povo.
O presidente Lula mostrou que o Brasil pode dar certo se tiver um governo que coloque os interesses de seu povo acima de tudo. Felizmente, o presidente Lula superou a perseguição inominável de que foi vítima e sobreviveu às tragédias pessoais que se abateram sobre sua família. O Brasil precisa de Lula nesse momento tão dramático da vida nacional.
A cada semana, caem por terra as acusações contra Lula, inocentado por tribunais fora da esfera de influência da Lava Jato. A consciência nacional espera que o Supremo Tribunal Federal decida pela suspeição de Sergio Moro e anule as condenações sofridas pelo ex-presidente. Lula será fundamental para o necessário processo de repactuação democrática do país ante o desastroso governo Bolsonaro. Por isso e por suas enormes qualidades políticas e pessoais, neste abraço de felicitações pelos 75 anos de vida e de luta do presidente Lula, nos conforta e nos anima saber que podemos contar com a sua liderança, a sua lucidez e seu profundo amor pelo povo brasileiro.
HENRIQUE FONTANA, médico, é deputado federal pelo PT-RS
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