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A sociedade contra o crime

Acadepol inicia Curso de Piloto Operacional de Aeronave Remotamente Pilotada

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A sociedade contra o crime

A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Academia de Polícia (Acadepol), iniciou o 1º Curso de Piloto Operacional Aeronave Remotamente Pilotada (RPAS) – Classe 3 da PJC/MT, na terça-feira (22.11), em Cuiabá para 140 alunos inscritos.

O curso objetiva capacitar os policias civil para pilotar aeronave remotamente pilotada, popularmente conhecida como “drone”, dedicado ao auxílio das atividades policiais como investigações, levantamentos prévios, cumprimentos de mandado de prisão, buscas e apreensões, entre outras atividades.

O curso é dividido em duas fases, sendo a primeira realizada na modalidade EAD (ensino a distância) com 20 horas-aula, e previsão para finalizar no dia 30 de novembro. Serão disponibilizados videoaulas, apostilas, além da formação de grupo de estudo com tira dúvidas utilizando mensagens instantâneas.

Os temas abordados serão: Fundamentos e conceitos; Regulamentação e Legislação; Sistemas, Arquitetura e Componentes; Fundamentos Aeronáuticos e Segurança Operacional; Teoria de Voo e Aerodinâmica; Medidas de Segurança e Prevenção; e Fundamentos de Baterias e Radiofrequência. Ao final os alunos realizarão uma prova para avaliar o aprendizado.

Já a segunda etapa inicia no dia 5 de dezembro, com a mesma carga horária, na Acadepol, onde serão realizadas aulas práticas para os alunos desenvolverem voos e manutenções preventivas em aeronaves trainee e semiprofissional.

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As aulas contarão com oficina básica como: preparar a aeronave, controlar as aeronaves de treinamento em diversas atividades, experimentar os efeitos aerodinâmicos enfrentados em situação real, realizar procedimentos de emergência, praticar todas as verificações de segurança antes e depois do voo, planejar rotas de voo, entre outras.

O objetivo do curso é orientar os policiais civis para atuarem de forma padronizadas, evitando danos as aeronaves e utilizarem dentro das legislações do órgão nacionais como a Agência Nacional de Telecomunicações, Agência Nacional da Aviação Civil e Departamento de Controle do Espaço Aéreo.

Fonte: PJC MT

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MIRANDA MUNIZ:  Dr. Lúdio: colar no Lula para chegar ao 2º turno!

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 Dr. Lúdio: colar no Lula para chegar ao 2º turno!
* Miranda Muniz

Na eleição de 2022, Lula teve 38,5% dos votos em Cuiabá. Na minha percepção, se as eleições presidências fossem hoje, o percentual de votos para Lula certamente seria bem maior.

Por outro lado, a dita polarização Lula X Bolsonaro (esquerda X direita), que alguns tentam inutilmente e desesperadamente combater, permanece firme e forte e, fatalmente será a tônica nas disputas vindouras, sobretudo nas maiores cidade.

É com base nesta realidade objetivo que devemos traçar as estratégicas eleitorais do pré-candidato da Federação Brasil da Esperança, Dr. Lúdio, para alcançar o segundo turno.

Hoje as pesquisas sobre a sucessão na Capital, apontam uma liderança do Botelho, no patamar de 30%, seguida por Abílio, na casa dos 20% e do Dr. Lúdio, com cerca de 15%.

Ante a esse quadro, qual a tática mas acertada para impulsionar a candidatura do Dr. Lúdio e leva-lo ao segundo turno?

Tenho visto e ouvido algumas falas do Dr. Lúdio na mídia onde a tónica é centrada no discurso do “candidato de toda a Cuiabá”; “candidato do diálogo”, etc, e que na sua futura gestão se preocupará apenas com os “problemas de Cuiabá”. Também procura fugir da polarização “Lula X Bolsonaro”, sob o argumento de “nem Lula nem Bolsonaro moram em Cuiabá”.

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A meu juízo, essa tática está equivocada. O crescimento do Dr. Lúdio nas pesquisas se dará com um discurso “colado no Lula”, de manhã, de tarde e de noite. No primeiro turno, onde serão necessários 25 a 30% dos votos para ir ao segundo turno, o discurso tem que ser “focado” em um nicho do eleitorado. Neste caso, no nicho a ser perseguido pelo Dr. Lúdio tem que ser o eleitorado do Lula, que hoje certamente está em torno de 45 a 50% em Cuiabá.

Ilusão considerar que o simples fato de ser um candidato do Partido dos Trabalhadores, por si só, já teria o apoio dos eleitores “lulistas”. O eleitorado do Lula quer uma candidatura que fala do Lula, que defenda as políticas públicas do Governo Lula, em especial às votadas aos mais necessitados. Mesmo “Lula não morando em Cuiabá”, muitas demandas da população para serem efetivadas dependem do Governo Federal – do Governo Lula.

Caso chegue ao segundo turno, aí sim, o discurso tem que ser mais amplo, para angariar apoios de outras candidaturas que disputaram no primeiro turno. Entretanto, fazer um discurso “do segundo turno” no primeiro turno, dificilmente levará a candidatura ao segundo turno.

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Aspecto de certa relevância e que também precisa de ajustes é a posição da candidatura da Federação em relação ao Governador Mauro Mendes e ao Prefeito Emanuel Pinheiro.

Vejo um criticismo exacerbado ao Prefeito e certo jogo de confetes ao Governador, sob argumento de bom exemplo de gestor. É certo que o Prefeito teve e tem inúmeras falhas administrativas mas, por outro lado, também teve muitos acertos. Também há de se levar em conta que dois dos três partidos que compõe a Federação FE BRASIL (PV e PCdoB), fazem parte da base de apoio do Prefeito. Além disso, a Dona Márcia Pinheiro (PV), esposa do Prefeito, foi a candidata do Lula na eleição passada na disputa ao Governo e seu filho, o deputado Emanuelzinho, é um dos vices líderes do Governo Lula na Câmara dos Deputados e, certamente, ajudará muito a futura administração municipal.

Com uma tática acertada, tenho convicção que o Dr. Lúdio chegará ao segundo turno e terá grandes possibilidade de se tornar o prefeito de Cuiabá.

* Miranda Muniz: agronômo, bacharel em direito, oficial de justiça avaliador federal, dirigente estadual e municipal do PCdoB e da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil).

 

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