UM PACIFICADOR EM AÇÃO: Paulo Bomfim mobilizado para nova luta social devido a conflito de terras em torno do Lago do Manso

Bomfim

O cidadão Paulo Bomfim, ativo correspondente deste blogue PAGINA DO E na região de Chapada dos Guimarães, contando com o suporte jurídico do Dr. Sony Taborelli e a logística de infraestrutura do escritório da empresa RM uniformes do Sr. Ricardo Sarmento, está debruçado desde a última segunda-feira no estudo das questões ambientais e sociais que compõem os diversos relatórios do EIA/RIMA do empreendimento de construção da Usina de Manso pela empresa Furnas Centrais Elétricas. São cerca de 140 volumes de processos que Paulo Bomfim está estudando, na forma de trabalho voluntário, para subsidiar os recursos administrativos e jurídicos dos moradores das diversas localidades de João Carro, em Chapada dos Guimarães contra as intenções desagregadoras de Furnas Centrais Elétricas S/A.

Como a imprensa mato-grossense registra hoje, Furnas Centrais Elétricas impetrou mais de 40 ações de reintegração de posse nos últimos dois meses para a retirada de empreendimentos localizados àas margens Lago de Manso, entre eles o Malai Manso Resort, pretensamente por estarem em áreas de preservação permanente. Moradores prejudicados com a medida é que acionaram Paulo Bomfim para atuar nesta questão e Bomfim não negou fogo.

As localidades de Campestre, Água Branca, Quilombo, Mamed, Bom Jardim e João Carro, em Chapada serão atendidas por Paulo Bomfim com este trabalho de levantamento da situação. Estudioso de Planejamento, Paulo Bomfim chegou a atuar como Secretário de Planejamento do Municipio de Chapada dos Guimarães, no inicio da gestão da prefeita Thelma de Oliveira. Ele também acumulou muitos anos de experiência, nesta área, no tempo em que residiu no Rio de Janeiro, tendo composto algumas das equipes de trabalho na gestão histórica do saudoso governador e engenheiro Leonel de Moura Brizola.

Disputa em Manso está documentada em cerca de 140 volumes

 

“Evidentemente que estes processos impetrados por Furnas causam temor e devem ser questionados, notadamente porque podem resultar em enormes prejuízos para as comunidades que hoje vive e trabalham nestas áreas” assegura Paulo Bomfim que, recentemente, participou das mobilizações desenvolvidas em Chapada para preservação do Parque Estadual da Quineira, no centro da cidade, alvo constante dos predadores da especulação imobiliária.

 

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