PREFEITURA SANEAMENTO

TUTTI BUONA GENTE: Preso pela Policia Federal, Marino Franz já foi vice de Pivetta, compõem o grupo de barões do agronegócios que acaba de espalmar o poder em Mato Grosso, elegendo Pedro Taques e quase foi escolhido para vice-governador na chapa “Coragem e Atitude para Mudar”. Milionário graças à produção de soja, Marino Franz é suspeito de participar de esquema de grilagem de terras que deveriam, originalmente, serem destinadas à Reforma Agrária e à ocupação pelos trabalhadores sem terra que há anos vagueiam à beira das estradas. A estimativa é que o esquema tenha lesado os cofres públicos em até R$ 1 bilhão

O ex-vice prefeito do prefeito Otaviano Pivetta, todo sorridente, no tempo em que ainda era cogitado para ser vice na chapa do candidato a governador Pedro Taques. Nesta quinta(27), ele foi preso pela Polícia Federal, suspeito de comandar um grande esquema de grilagem de terras da União

Marino Franz,o ex-vice prefeito do prefeito Otaviano Pivetta, todo sorridente, no tempo em que ainda era cogitado para ser vice na chapa do candidato a governador Pedro Taques. Nesta quinta(27), Marino Franz foi preso pela Polícia Federal, suspeito de comandar um grande esquema de grilagem de terras da União

Esquema de compra de lotes da reforma agrária em MT envolve empresários, políticos e servidores

Alvo do esquema era a compra ilegal de lotes da reforma agrária em assentamento da reforma agrária vizinho a grandes propriedades rurais

Em uma atuação conjunta, o Ministério Público Federal e a Polícia Federal investigam há quatro anos a invasão de lotes destinados à reforma agrária do projeto de assentamento Tapurah/Itanhangá, em Mato Grosso, por políticos, fazendeiros e grandes empresários do agronegócio nacional, com o apoio de servidores públicos.

 O projeto de assentamento (PA) Tapurah/Itanhangá, o segundo maior da América Latina, tem 115.000 hectares, dotado de 1.149 lotes de terras, sendo que cada lote teria 100 hectares (cada hectare equivaleria a um campo de futebol) e abrange os municípios de Itanhanga e Tapurah .

 O projeto de assentamento tem lotes de terras de alta produtividade e está localizado próximo a municípios grandes produtores de grãos em Mato Grosso. Constituído desde 1996, o PA foi alvo de crimes de invasão de terras da União, associação criminosa armada, crimes contra o meio ambiente (desmatamento irregular e extração ilegal de madeira), de fraude documental nos processos do Incra, de estelionato majorado, de corrupção ativa e passiva, ameaça.

Nesta quinta-feira (27/11), foi dado início a mais uma fase da investigação com a deflagração da Operação Terra Prometida para o cumprimento de 52 mandados de prisão preventiva, 146 mandados de busca e apreensão e 29 medidas proibitivas em dez municípios de Mato Grosso, além de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. Os mandados cumpridos nesta quinta-feira foram expedidos pela Justiça Federal de Mato Grosso.

 A investigação comprova que os trabalhadores rurais clientes da reforma agrária foram aliciados, coagidos e ameaçados para venderem ou entregarem os lotes de cerca de 100 hectares, avaliados em R$ 1 milhão, cada um.

 A organização criminosa identificada foi estabelecida na região dos municípios mato-grossenses de Lucas do Rio Verde, Tapurah, Ipiranga do Norte e, principalmente, em Itanhangá, no médio- norte de Mato Grosso.

A investigação indica que a organização possui braços no Sindicato Rural de Itanhangá, a quem competia indicar parentes e “laranjas” de fazendeiros e políticos como trabalhadores rurais, a fim de que pudessem ocupar ilicitamente lotes da reforma agrária. Servidores do Incra também integram a organização com a função de homologar os nomes indicados pelo Sindicato, por fazendeiros e políticos, em troca de vantagens ilícitas. Servidores da Prefeitura e da Câmara dos Vereadores de Itanhangá atuavam apoiando os interesses dos ocupantes ilegais, editando atos legislativos e intervindo junto a órgãos públicos para regularizar a ocupação dos lotes.

 A estimativa é que cerca de 80 fazendeiros concentram cerca de mil lotes da União que haviam sido destinados à reforma agrária, sendo que o maior latifundiário reúne 55 lotes, e o menor 5 lotes. A fraude alcança R$ 1 bilhão, correspondente ao valor total dos lotes invadidos pelos fazendeiros.

 O processo de invasão e grilagem, mediante a utilização de “laranjas” e o uso de ameaças e de força, viabilizou a constituição de latifúndios, compostos pela reunião de lotes contíguos, administrados por uma mesma pessoa, núcleos familiares, voltados à exploração de culturas típicas do agronegócio (milho e soja), no interior do projeto de assentamento destinado à reforma agrária.

 Imagens de satélite evidenciam que o assentamento não possui mais características básicas de um assentamento destinado à Reforma Agrária, uma vez que praticamente não há mais divisão de lotes nem a diversificação de culturas, naturalmente praticada pelos assentados.

 “O assentamento transformou-se em um autêntico latifúndio, objeto de exploração de monoculturas mecanizadas em grande escala, especialmente soja e milho, desmatando irregularmente a totalidade dos lotes com extração ilegal de madeira”, afirma a procuradora da República Ludmila Bortoleto Monteiro.

 Estimativas preliminares apontam que os fazendeiros e grupos empresariais invadiram e grilaram quase 90% das terras públicas do assentamento e apenas 10% das parcelas estariam ocupadas dentro dos padrões legais.

 A investigação no local feita por policiais federais comprova que houve grave dano ambiental. A mata antes vistosa e intocada, praticamente acabou. A madeira foi destinada a madeireiras ilegais. As matas que restaram estão em locais que não se prestam para a agricultura mecanizada. Muitas vezes não respeitaram as áreas de preservação permanente como beiras de rio, nascentes e mata ciliar. Onde pode entrar uma colheitadeira a mata não fica de pé. Restando pouco da mata remanescente.

 A investigação também demonstra a situação de medo e insegurança vivenciada pelos poucos assentados que ainda permanecem no local, os quais não só sofrem constantes ameaças, como também, vivem com o receio de que, a qualquer momento, poderão ser retirados de suas terras à força.

Fonte: Assessoria de Comunicação do Ministério Público Federal
Procuradoria da República em Mato Grosso
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Preso pela PF, Marino quase foi escolhido vice de Taques com apoio do agronegócio

Romilson Dourado

DO RD NEWS

Por pouco, o empresário Marino Franz, preso hoje em operação da Polícia Federal para reprimir venda ilegal de áreas de reforma agrária, não estaria hoje na condição de vice-governador eleito. Ex-vice de Otaviano Pivetta e depois prefeito de Lucas do Rio Verde, Marino teve o nome sugerido na época das articulações pré-convenção para compor a chapa encabeçada por Pedro Taques.

Sócio-fundador da processadora de soja Fiagril, com sede em Lucas do Rio Verde, e na lista dos mais ricos do país – patrimônio declarado é de aproximadamente R$ 50 milhões -, Marino até trocou o PPS pelo PSDB. O presidente estadual da legenda tucana, deputado federal reeleito Nilson Leitão, insistiu na tese de tê-lo na chapa majoritária. Alguns líderes do agronegócio endossaram a indicação, sob argumento de que Marino foi um bom gestor, tem atuação técnica e representaria o setor produtivo. Como outros resistiram à ideia, lideranças políticas chegaram a cogitar ruptura com o grupo de Taques para lançar o próprio Marino como candidato à sucessão estadual.

Eis que Eraí Maggi entra nas articulações e propõe como vice o seu afilhado político Carlos Fávaro, então presidente da Aprosoja-MT. Ambos são do PP. Por fim, Fávaro foi escolhido. A chapa PDT-PP venceu no primeiro turno.

Marino tem declarado 303 itens de patrimônio pessoal, incluindo fazendas em Nova Mutum, Tabaporã, Tapurah, Ipiranga do Norte e Lucas do Rio Verde, empresas, veículos, maquinário e equipamentos agrícolas. Agora, passada a eleição, ele se vê desmoralizado e “morto” socialmente por causa da prisão. Pode responder pelos crimes de invasão de terras da União, contra o meio ambiente, falsidade documental, estelionato e corrupção ativa e passiva.

Investigação

Segundo a PF, que batizou a operação de Terra Prometida, com cumprimento de 227 mandados judiciais, sendo 52 de prisão preventiva, 146 de busca e apreensão e 29 medidas proibitivas, cerca de mil lotes da União estariam em situação ilegal em Mato Grosso. O prejuízo ao erário pode chegar a R$ 1 bilhão. Estima-se que 80 agropecuaristas estejam envolvidos no esquema, que era composto por um grupo de fazendeiros, empresários e grupos do agronegócio, que compravam a baixo preço áreas destinadas à reforma agrária. De acordo com a PF, essas transações eram feitas de forma coercitiva, com uso de força física e armas e com participação de servidores do Incra e de integrantes de entidades de classe, servidores de câmaras municipais e de prefeituras.

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TERRA PROMETIDA

PF já prendeu 20 e vaza lista dos 52 líderes do esquema bilionário

Grupo é suspeito de fraudes de R$ 1 bilhão em Mato Grosso

CLÁUDIO MORAES
Da Editoria do FOLHA MAX

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Dos 52 mandados de prisão expedidos pelo juiz federal Fábio Henrique de Moraes Fiorenza, cerca de 20 já foram cumpridos pelos 350 agentes da Polícia Federal que participam da Operação “Terra Prometida”. A ação deflagrada na manhã desta quinta-feira busca eliminar um esquema de ocupação de áreas produtivaS por grandes fazendeiros através da compra de imóveis de pequenos produtores destinados a reforma agrária.

A lista oficial de presos que tiveram a prisão preventiva decretada, obtida com exclusividade pelo FOLHAMAX, inclui verdadeiros “barões do agronegócio” do Estado. Por exemplo, o ex-prefeito de Lucas do Rio Verde e um dos donos da Fiagril, Marino Franz (PSDB), teve a prisão decretada por suspeita de ser um dos líderes do esquema.

Já os irmãos do ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Neri Geller (PMDB), tiveram suas prisões preventivas também decretadas. Inicialmente, informações davam conta que o ex-prefeito de Tapurah e atual secretário-adjunto de Desenvolvimento Rural e Agricultura Familiar do Estado, Milton Geller, e o fazendeiro Odair Geller teriam sido alvos apenas de busca e apreensão.

No entanto, eles estão na lista de empresários com a prisão decretada conforme o despacho de Fábio Henrique Fiorenza, que atua em Diamantino. O grupo é suspeito de ter dado um rombo de R$ 1 bilhão através do uso de “laranjas” para regularização de grandes áreas no Estado, principalmente na região Norte.

Além das prisões decretadas, o juiz federal determinou que sejam cumpridos mandados de busca e apreensão na casa dos investigados. “Determino que sejam apreendidos todos materiais utilizados nas práticas dos crimes como documentos, agendas, anotações e outros bens de interesse da investigaçaõ”, diz o despacho.

BARRADOS EM 2 CIDADES

Na mesma decisão, o magistrado determinou medidas restritivas para outros 28 suspeitos de fazerem parte do esquema. Os suspeitos, que  não residirem nas cidades de Itanhangá e Tapurah, estão proibidos de irem paras as duas cidades.

Ao mesmo tempo, todos não poderão ter nenhuma ligação com o Sindicato Rural de Itanhangá. Outra determinação é que só poderão explorar ou ingressar em áreas que sejam formamelmente proprietários. “Tal medida é necessária tanto para evitar a prática de novas infrações penais  consistente na ocupação de áreas ilegais e também para evitar que se inviabilizem provas”, argumenta o magistrado federal.

 

LISTA OFICIAL DAS PRISÕES DECRETADAS

Natal Aparecido Deliberalli

Elio Faquinello

Jesus Valdomiro Selzlein

Holivar Antônio da Silva Braga

Gustavo Dassoler

Bento Sangiovo

Wanderley Pastro

Marino José Franz

Silvestre Caminski

Rui Schenkel

Donizete Casavechia

Antônio Addi Mattei

César Tiago Prediger

Valter Ambiel

Oscar Versari

Osmar Versari

Luiz Bento Versari

Odair Geller

Milton Geller

Agildo Tadeu Prates

Leciano Pedro da Silva

Vanderlei Proenço Ribeiro

Joelson Nicoletti

Valmir João Funguetto

Jorge Luiz Denicolo

Fernando Priori Zanatta

Agustinho Del Puppo

Francisco da Rosa

Elizeu de Oliveira

Vanderlei Lima de Souza

Jeová Pereira

Adílio Armando Gabriel

Lirio Lopes

Isaias Neri Tobaldini

Fernando Luis Marchioro

Edu Laudi Pascoscki

Gentil Piana

Delfino Casavechia

Auro Custódio da Silva

Jorge Fonseca

Antônio Alves Nogueira

Genuíno Magalhães Soriano

Ivete Fátima Zini Pansten

Geraldo Ambiel

Jairo Denicolo

Cenir José Dallabrida

Gilmar Fortes

Gilnei Fortes

Alex Fortes

Daniel Orzechovski

 

MEDIDAS RESTRITIVAS

Rezoli Cazarin

Pedro Luis Pegorini

Osmar Krause

Iedo Kissman

Eliar Luiz Nolio

Adilson José da Costa

César da Silva

Bruno Balistieri

Gilberto Lodi

André Lodi

Anderson Lodi

Nelise Lodi

Luiz Godinho Macedo

Valdir José Bach

Maurício Bach

Willian Bach

Joice Fontana Bach

Lídio Levandowski

Arnaldo Federici

Itacir Zangrande

Edegar Zangrande

Ricardo Zangrande

Luis Sbabo

Valdir Sbabo

Ademar Borin

Erica Schneider Mendes

Flávio Luciano Mendes

Liliane Dettmer

 

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ENTENDA O PERSONAGEM

Um prefeito perfeito: Marino, de Lucas do Rio Verde.

José Luiz Tejon Megido, na Exame.com

23.6.2014

MARINO fundador fiagril (1)

Nunca pegou salário, não via email, e levantava às 5 horas da manhã. Fez uma das melhores prefeituras do país. Foi prefeito 4 anos e vice em outro mandato, mais 4 anos. Marino Franz, técnico agrícola de formação, faz parte de guerreiros que vieram do Sul do país para fazer agricultura nos cerrados. Trazia como mala um saco de adubo com as roupas e iniciou uma revenda de insumos em Lucas do Rio Verde (hoje FIAgril, faturamento de mais de R$ 2,5 bilhões), Mato Grosso, com apenas R$ 1.000,00.

Essa cidade está hoje dentre as 20 melhores cidades do país para se viver. IDH na beira dos 0,80. Escolas fundamentais com qualidade, com piscina. Cidade limpa. Agronegócio evoluído com alta tecnologia, integrações entre proteína e energia vegetal com proteína animal. E, acima de tudo: lugar de muito trabalho. Mas, trabalho só não basta, inteligência significa a diferença do suor para o valor.

Marino numa viagem a Alemanha viu as Ong’s em campanha contra a soja brasileira, que estaria vindo de desmatamento. Voltou, nomeou uma Secretaria da Agricultura que acumulava também a de Meio Ambiente. Trouxe para Lucas as Ong’s mais sérias, iniciou um trabalho de sustentabilidade quase sem igual no país. Criou o Lucas Legal. E não apenas desenvolveu o agronegócio, como transformou a região num dos melhores exemplos de agrossociedade do Brasil. Isso significa desenvolvimento da sociedade, nos pilares da educação, cultura, qualidade de vida, segurança e saúde, com suporte de tecnologia e de valores humanos, a partir da fonte econômica e financeira do agronegócio em si.

Marino não fez isso sozinho. Outros dirigentes continuam esses princípios. Mas ao olharmos este exemplo bem sucedido constatamos de que sim, podemos transformar as cidades brasileiras em lugares avançados e extraordinários. A diferença está na diferença da qualidade dos seus líderes, e no quanto são íntegros, de caráter, inteligentes, muito trabalhadores e acima de tudo, preocupados com a cidade em primeiro lugar, e não com seus poderes na primazia do foco.

Este homem deve ser estudado e Lucas do Rio Verde , da mesma forma, como um “case” rico de aprendizados para todos. Marino homem simples, trabalhador, honesto e pleno de valores nas suas intenções. Precisamos descobrir e revelar para o país estas personalidades. Admirá-las e compará-las com outros exemplos não bem sucedidos. Conforme o psiquiatra e filósofo Victor Frankl, essa é a melhor forma para desenvolver os sentidos de vida em todas as pessoas.

 

José Luiz Tejon Megido é Prof Dr acadêmico ESPM/FGV

6 Comentários

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  1. - IP 177.7.79.245 - Responder

    Isso é só um exemplo de como a reforma agrária é uma lenda . Esses “barões do agronegócio” são apenas uma das pontas desse novelo; no outro estão os tais “assentados” que na sua grande maioria VENDEM DE LIVRE E EXPONTÂNEA VONTADE, os lotes que recebem do INCRA e depois ficam por aí lotando as periferias das grandes cidades , onde se tornam uma triste realidade. Os municípios de Ipiranga do Norte e Itanhangá são exemplos dessa mentira chamada reforma agrária. Conheci Ipiranga e Itanhanga quando eram apenas um amontoado de famélicos a espera de terra ; quando as terras foram entregues , era pequenas pequenas propriedades de pequenos agricultores ; dez anos depois , dos assentados originais apenas uma meia dúzia estava por lá , a grande maioria vendeu seus lotes ; ou trocou por um Monza em bom estado e foi para as cidades próximas . Esses que hoje estão nas páginas policiais são sim exploradores , mas essa história de reforma agrária é uma das grandes utopias deste Brasil colonizado . As grandes empresas do agronegócio e de commodities que o digam.

  2. - IP 177.132.247.193 - Responder

    Esses sulistas chegaram aqui em Mato Grosso sem eira e nem beira, não raramente fazem desfeita ao povo da terra e batem no peito afirmando que foi pelo trabalho duro que construíram a riqueza que possuem, agora vemos que tipo de trabalho foi esse. Cadeia neles…não vejo diferença desses aí para outros comuns que aterrorizam a população nas ruas das cidades mato-grossenses. Pau que bate em Chico tem que bater em Francisco.

    • - IP 200.103.92.183 - Responder

      Cadeia neles! Mas não generalize a situação. Existem muitos sulistas que desenvolveram Mato Grosso com trabalho. Creio que essa corja de criminosos é a minoria. Essa sua generalização acaba com o brilho do teu comentário.

  3. - IP 189.59.36.172 - Responder

    Todos esses sojicultores que hoje dão cartas e jogam de mão em MT,fizeram fortunas assim:Grilando terras,fazendo empréstimos no BB e não pagando nunca,cooptando a justiça para questionar os juros subsidiados dos empréstimos e eternizar a cobrança,,comprando produtos e coisas subsidiadas e não pagando ninguém,financiando campanhas politicas e recebendo benesses através de incentivos fiscais e outras vantagens,colocando pessoas chaves em cargos importantes,etc,etc.E tudo começou lá atrás com o finado Jonas Pinheiro,que enriqueceu e protegeu esses pilantras de toda maneira possível.A VERDADE É ESTA! Além de considerarem cuiabanos íntegros e de famílias tradicionais preguiçosos e incompetentes.

  4. - IP 201.34.222.4 - Responder

    Muitos desses honoráveis “produtores rurais” acusam o MST de praticar todos os pecados… Uma solução possível para por fim a essa bandidagem seria uma reforma agrária radical sob o controle dos trabalhadores rurais sem terra, respeitadas as áreas indígenas. E cá entre nós: Lugar de bandido é na cadeia! Não podem ficar nas “ruas”!

  5. - IP 201.34.222.4 - Responder

    “Não pode ficar nas “ruas”!”

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