TUDO EM FAMÍLIA: Servidores da Saúde questionam contrato de R$ 1 milhão celebrado por secretário Vander Fernandes com empresa controlada por irmão do deputado Emanuel Pinheiro

Sindicalista ativa, Alzita Ormond questiona a existência de verbas para a contratação deste tipo de serviço em detrimento da compra de materiais mínimos para o funcionamento de uma unidade de saúde.

PARA PESQUISA

Sindicato condena contrato entre a SES e irmão de deputado
Gabriela Sant’Ana

O Sindicato dos Servidores da Saúde e do Meio Ambiente (Sisma) condenou a Secretaria Estadual de Saúde (SES) pela assinatura do contrato com a empresa Pinheiro e Noronha Ltda, que pertence a Marco Pólo de Freitas Pinheiro, irmão do deputado estadual Emanuel Pinheiro (PR), com objetivo de realizar uma pesquisa de opinião pública em seis unidades de saúde pelo período de um ano ao custo de R$ 1.2 milhão.

O sindicato, por meio da sua presidente, Alzita Ormond, questiona a existência de verbas para a contratação deste tipo de serviço em detrimento da compra de materiais mínimos para o funcionamento de uma unidade de saúde.

“Há verba para adesão em contratos de pesquisa, mas falta condições mínimas para desempenho das funções ao servidor, como o Sisma já denunciou pois falta de material, insumos e equipamentos básicos”, reclamou.

A presidente do Sindicato dos Médicos de Matro Grosso (Sindimed), Elza Queiroz, também fez o mesmo questionamento no mês passado, quando faltava até mesmo papel higiênico nas unidades de saúde de Cuiabá, sem contar ainda a falta de medicamentos.

Com a vigência do contrato desde o dia 21 de outubro, mas publicado no último dia 30 no Diário Oficial, que terá validade de um ano, a empresa Pinheiro e Noronha Ltda. fica responsável por realizar pesquisa de opinião pública, quantitativa e qualitativa, para atender seis unidades de saúde. São elas: MT Laboratório, o MT Hemocentro, o Centro de Reabilitação Integrado Dom Aquino Correa (CRIDAC), o Adauto Botelho, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e Farmácia de Alto Custo.

Com 17 dias de contrato assinado, R$ 600 mil já foram empenhados pelo Governo do Estado para a realização da pesquisa.

Serviço pago duas vezes

Alzita faz também questionamento quanto à necessidade deste contrato, já que, a Farmácia de Alto Custo, por exemplo, é gerida por uma Organização Social de Saúde, que tem em seu contrato, obrigatoriedade em realizar esta pesquisa de opinião pública, que será realizada duas vezes com a validade do contrato.

fonte MATO GROSSO NOTICIAS

2 Comentários

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  1. - IP 187.90.102.129 - Responder

    E ENQUANTO ISSO, O MINISTERIO PUBLICO CONTINUA DORMINDO EM BERÇO ESPLÊNDIDO, COMO SE NADA ESTIVESSE ACONTECENDO NESTE REINO DE HORRORES! ATÉ QUANDO O NOSSO DINHEIRO CONTINUARÁ SE ESVAINDO PELOS RALOS DA CORRUPÇÃO PRESENTES NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA??? ESTA SITUAÇÃO É CASO DE POLICIA E TODOS OS ENVOLVIDOS DEVERIAM ESTAR ATRÁS DAS GRADES O DEVIDO LUGAR. vAMOS REAGIR, POVO DE MATO GROSSO!!!

  2. - IP 177.145.227.209 - Responder

    CARISSIMO ENOCK, POR QUE SERÁ QUE ESTÁ MATERIA CONSTA, TAO SÓ, AQUI EM SEU ESPAÇO? SERÁ O EFEITO DA SUBSERVIENCIA DA IMPRENSA DE MATO GROSSO À FAMIGERADA CLASSE POLÍTICA CONFORME VC DIZ?

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