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Sindicalista Rosenwal Rodrigues garante que planejamento estratégico do Tribunal de Justiça de Mato Grosso é repetitivo e descontínuo. Ele não teve interesse em se pronunciar em audiência pública realizada no Forum de Cuiabá. “Qual o objetivo? Não se coloca em prática um terço daquilo que se planeja”, lamentou Rosenwal

Rosenwal Rodrigues, oficial de Justiça, é presidente do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário, em Mato Grosso. Ele avalia que falta pulso ao comando do Tribunal de Justiça para efetivar planejamento das atividades do TJ-MT no sentido de garantir melhoria da prestação jurisdicional

Rosenwal Rodrigues, oficial de Justiça, é presidente do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário, em Mato Grosso. Ele avalia que falta pulso ao comando do Tribunal de Justiça para efetivar planejamento das atividades do TJ-MT no sentido de garantir melhoria da prestação jurisdicional

O sindicalista Rosenwal Rodrigues, presidente do Sinjusmat – Sindicato do Poder Judiciário do Estado de Mato Grosso saiu algo enfastiado da audiência pública promovida pela presidência do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, no Fórum de Cuiabá, no dia 17 de junho.

Rosenwal acompanhou toda a reunião mas não fez questão de se pronunciar diante da platéia esvaziada. Em conversa com a PAGINA DO E, Rosenwal desqualificou a iniciativa da audiência pública que contou com pequena adesão da comunidade cuiabana. “Essa é mais uma audiência pública como já tiveram outras, desde 2010. Participei de todos os planejamentos, mas de que adianta? Não se coloca em prática um terço daquilo que se planeja.”

O sindicalista garante que tem preferido se manifestar diretamente junto ao Conselho Nacional de Justiça, na expectativa de que venha lá da cúpula nacional do Judiciário uma orientação que possa influenciar positivamente as ações do TJ em Mato Grosso.

Ele comparou que a audiência promovida em Cuiabá a um faz de contas. “Tem que remunerar melhor os servidores, distribuir melhor os servidores, não ficar a maioria dos servidores no Tribunal de Justiça, ao lado do rei. Não sou eu que estou dizendo, foi a ministra Eliana Calmon quem mandou fazer um relatório que apontou a necessidade de maior investimento na primeira instância”.

Confira, no vídeo, a íntegra da avaliação que Rosenwal fez da audiência pública em Cuiabá.

1 Comentário

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  1. - IP 177.84.236.189 - Responder

    Eu Matrícula 4898, estou de licença Médica à quase 2 anos, desde os 15 dias de atestado, não recebo auxílio alimentação, Rosenwal Rodrigues, faz alguma coisa pelos servidores que estão de licença e os aposentados, eu fui prejudicada no reenquadramento, em uma quantia + – de 700,00 no meu salário isto sem incluir o auxilio alimentação, que a partir de 15 dias de atestado não temos direito, eu vi nestas lutas por aumento dos salário, que você luta tanto pelo auxilio alimentação, uma briga que não vai nos ajudar, quendera que eu podesse voltar a trabalhar, mais trabalhei tanto com os registros de armas sujas de sangue e contaminadas, que fui alcançada pela doença de HANSENÍASE DE GRAU II, encontro sem condições até mesmo de fazer trabalho doméstico. ESTOU AGUARDANDO RECONHECIMENTO DE VOCES.

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