Sindicalismo, em MT, não se faz só com peleguismo

Na hora da foto o constrangimento: quem é que vai posar ao lado deste governador que desrespeita a legislação e arrocha o salário dos servidores, deixando de pagar as perdas salariais?

Na hora da foto o constrangimento: quem é que vai posar ao lado deste governador que desrespeita a legislação e arrocha o salário dos servidores, deixando de pagar as perdas salariais?

Greve no Detran. Greve na Unemat. Expectativa diante do que vão decidir os militares da PM e dos Bombeiros. Essa é a frente mais dinâmica do sindicalismo que, em Mato Grosso, questiona, nesses dias de maio de 2015, a política de arrocho salarial que o governo de Zé Pedro Taques.

Assumindo uma lógica de defesa prioritária dos interesses de seu governo em detrimento do interesse dos quase 100 mil servidores estaduais, o governo de Zé Pedro Taques acaba se colocando em posição reacionária e em afronta à Lei Lei 8278/2004, que instituiu a Revisão Geral Anual (RGA) no mês de maio de cada ano, de acordo com o INPC.

É Lei mas Zé Pedro Taques não cumpre, numa demonstração de condenável autoritarismo e de exercício antidemocrático.

Na maioria dos sindicatos que compõem o Fórum Sindical, antigas lideranças, desacostumadas ao exercício da mobilização contínua de suas bases, preferem fazer um mau acordo de que buscarem garantir uma nova e renovadora luta contra governantes desconectados com o interessa de suas bases.

Sim, essas próximos dias podem nos trazer importantes lições quando ao avanço da organização sindical em nosso Estado.

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