Secretário de Comunicação do governo estadual, Carlos Rayel, nega estar no marketing de Lúdio Cabral.Para o secretário, “Mauro está desesperado”.

Rayel revela que Mauro Mendes o convidou para fazer campanha

O secretário de Comunicação do governo estadual, Carlos Rayel, nega que faça o marketing da campanha de Lúdio Cabral (PT), como denuncia a campanha do concorrente Mauro Mendes (PSB). Rayel revela que, na verdade, o empresário é quem o convidou para fazer sua campanha. Ele é um dos principais auxiliares do governador Silval Barbosa (PMDB), cuja sigla é aliada de Lúdio.

“Não estou fazendo marketing da campanha de Lúdio. Ele (Mauro) queria que eu fizesse a dele. Tenho SMS do dia 1º de julho dele me convidando para que eu fizesse a campanha. Recusei por ocupar função de secretário”, explica Rayel. “Acho que na visão dele, porque ele é rico, para ele pode. Não fiz para ele e não estou fazendo para o Lúdio”. Para o secretário, “Mauro está desesperado”.

A assessoria jurídica de Mauro ajuizou de investigação judicial eleitoral (AIJE) para cassação do registro de candidatura ou diploma dos adversários Lúdio Cabral (PT), Francisco Faiad (PMDB), seu vice, e de Adolfo Grassi (PPL) por abuso de poder econômico e uso indevido da mídia.

Na ação, é requerida inelegibilidade pelo prazo de oito anos de todos os representados. A peça protocolizada na sexta-feira também pede investigação da conduta do secretário Rayel.

O embate é mais um componente do acirramento e polarização política em que se transformou a eleição em Cuiabá.

O secretário confirma que realmente já sugeriu ideias para a campanha de Lúdio, como informou no sábado o candidato a vice de Lúdio, advogado Francisco Faiad. “Eu poderia fora do horário de expediente estar fazendo campanha. Não fiz, porque sou secretário” . Ele se diz amigo de Faiad sim, por terem feito campanha junto de Silval em 2010. “Me perguntam sobre a campanha. Eu falo o que acho, se me ouve ou não é outra história”.

Desespero

O secretário de Comunicação de Silval ainda credita o comportamento da campanha de Mauro como movimento de “desespero” diante da queda nele nas pesquisas, argumento da justificativa do ataque.

“Isso mostra que a vaca está indo para o brejo do lado dele. E aí, começa a fazer essa maluquice. É um amontoado de besteira. Um monte de nada. Estão desesperados, não sabem o que fazer. Estão caindo nas pesquisas e Lúdio já passou”, analisa Rayel. “A campanha de Lúdio, eu vejo, é campanha limpa. Eles deviam copiar e levar esse jeito”, provoca.

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