PREFEITURA SANEAMENTO

QUEM GARANTE É O INSUSPEITO ESTADÃO, JORNAL DO PIG: Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, pede arquivamento de inquérito contra tucano Aécio Neves, citado pelo doleiro Alberto Youssef

aecio neves psdb

Janot pede arquivamento de inquérito contra Aécio, citado por Youssef

Doleiro chegou a citar envolvimento de irmã do tucano em esquema de propina de Furnas e disse que PSDB tinha uma diretoria na estatal, mas não detalhou esquema e por isso Janot pediu arquivamento

DÉBORA BERGAMASCO – O ESTADO DE S. PAULO

http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,janot-pede-arquivamento-de-inquerito-contra-aecio-citado-por-youssef,1644427

 

Brasília ­-  O procurador­ Geral da República, Rodrigo Janot, pediu o arquivamento da investigação envolvendo o presidente do PSDB Aécio Neves, citado em delação do doleiro Alberto Youssef. No depoimento ao qual o Estado teve acesso, Youssef, um dos principais
delatores da Operação Lava Jato, afirmou “ter conhecimento” de que o senador Aécio Neves (PSDB­-MG), na época em que era deputado federal, estaria recebendo recurso desviados de Furnas “através de sua irmã”.
A Procuradoria entendeu que as informações reunidas sobre o presidente do PSDB não são suficientes para que ele seja investigado, por isso sugeriu ao ministro Teori Zavascki o arquivamento da denúncia.
O termo de colaboração número 20, que registra confissão do doleiro no fim do ano passado tem como “tema principal: Furnas e o recebimento de propina pelo Partido Progressista e pelo PSDB”. Além de Aécio, também são citados o ex­deputado José Janene (PP,
morto em 2009) e o executivo Airton Daré, sócio da empresa Bauruense, que foi prestadora de serviços para Furnas.
O doleiro disse que recolheu dinheiro de propina na empresa Bauruense cerca de dez vezes. Em uma delas, o repasse não foi feito integralmente e faltavam R$ 4 milhões. Youssef afirmou aos investigadores ter sido informado de que “alguém do PSDB” já havia
coletado a quantia pendente.
Indagado pelos procuradores, Youssef declarou não ter conhecimento de qual parlamentar havia retirado a comissão, mas afirmou que o
então deputado federal Aécio Neves teria influência sobre a diretoria de Furnas e que o mineiro estaria recebendo o recurso “através de
sua irmã”, segundo o texto literal da delação, sem especificar a qual das duas irmãs do senador ele se referia. O delator disse ainda “não
saber como teria sido implementado o ‘comissionamento’ de Aécio Neves”.
Na delação, o doleiro descreve que de 1994 a 2001 o PSDB era responsável pela diretoria de Furnas. Yousseff declarou que recebia o
dinheiro de José Janene nas cidades paulistas de Bauru e de São Paulo e enviava o valor para Londrina ou Brasília.
O doleiro disse ainda que os diretores da Bauruense poderiam fornecer mais informações sobre a diretores de Furnas e declarou ao MPF
ter conhecimento de que há um inquérito sobre a empresa de Bauru no Supremo Tribunal Federal.
Aécio disse hoje que não tinha conhecimento sobre o teor da acusação contra ele e que o arquivamento é “uma homenagem” da PGR.

FONTE O ESTADO DE S PAULO

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MAIS INFORMAÇÃO

Há um ano Janot sabe que
Aécio se atolou em Furnas

Documentos comprovam esquema que Janot agora omite

 

O Conversa Afiada republica reportagem da incansável Conceição Lemes para demonstrar que, como no mensalao ( o do PT), provas são solenemente ignoradas, quando não interessam ao Procurador ou ao Relator…

Os tucanos são inimputáveis.

DEPUTADOS PEDEM INCLUSÃO DE CEMIG E LISTA DE FURNAS NO MENSALÃO TUCANO

 

Os deputados petistas Adelmo Leão, Padre João, Rogério Correia e Pompílio Canavez pouco antes de protocolar ofício na PGR

por Conceição Lemes

Nesta quinta-feira, os deputados estaduais Rogério Correia, Pompílio Canavez e Adelmo Leão e o deputado federal Padre João, todos do PT de Minas, protocolaram na Procuradoria Geral da República (PGR), em Brasília, pedido (na íntegra, abaixo) para a inclusão da Cemig na Ação Penal 536, o mensalão tucano, e análise da Lista de Furnas, a partir da denúncia feita em janeiro de 2012 pela procuradora Andrea Bayão, do Ministério Público Federal no Rio de Janeiro.

O ofício é dirigido ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, com cópia para o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF) e relator do processo do mensalão tucano.

Canavez e Correia são, respectivamente, líder e vice-líder do bloco parlamentar de oposição Minas Sem Censura (MSC). Atualmente, é composto pelo PT, PRB e PMDB. Leão é vice-presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais.

“A Cemig não pode ficar de fora do relatório do doutor  Janot. O esquema de corrupção foi até maior do que na Copasa, Comig e Bemge”, afirma o deputado Rogério Correia. “Na campanha de 1998, a Cemig repassou à SPMP&B R$ 1,6 milhão [em valores daquela época] para a campanha publicitária A energia do bem. Só que, na verdade, o recurso foi para o caixa 2 da campanha dos tucanos. O relatório do delegado Zampronha comprova claramente que nunca houve a produção da suposta campanha publicitária. A gráfica envolvida é uma gráfica fria, composta de laranjas do Eduardo Azeredo e do Cláudio Mourão.”

Zampronha é Luís Flávio Zampronha, delegado da Polícia Federal, autor de dois relatórios muito importantes.

Um é o do mensalão tucano, encaminhado ao ministro Joaquim Barbosa, do STF, em 4 de julho de 1998 (na íntegra, abaixo).

O outro foi feito para Ação Penal 470, ficou pronto em 2011, mas nunca foi colocado nos autos da AP 470, apesar de suas conclusões   contradizerem a tese do mensalão petista.

Estranhamente Joaquim Barbosa “guardou-o” no inquérito 2474, mantendo-o sob sigilo absoluto de justiça durante quase sete anos. Tem provas que poderiam inocentar alguns réus AP 470, entre os quais Henrique Pizzolato, ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil.

Mourão foi secretário de Administração de Azeredo na Prefeitura de Belo Horizonte [1990-1992] e no governo de Minas Gerais [1995 a 1º de janeiro de 1999]. Depois, o coordenador financeiro da  malsucedida campanha pela reeleição de Azeredo ao governo do Estado.

Mourão fez um documento (na íntegra, abaixo), onde relata toda a operação envolvendo dinheiro para a campanha: dos financiadores aos beneficiários.

A lista do Mourão é o mensalão tucano, denunciada pelo controvertido lobista Nílton Monteiro, atualmente preso na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, MG.

A Lista de Furnas, também denunciada por Nilton Monteiro, é de 2002 e diz respeito à eleição de Aécio Neves ao governo de Minas e à tentativa de eleger o sucessor de Fernando Henrique Cardoso ao Planalto, José Serra.

No início da semana, Aécio disse que a denúncia contra Azeredo não é problema do PSDB.

“É problema do PSDB, sim. O  desvio de recursos públicos foi para campanha tucana e aliados em todos os níveis: deputados,senadores e governador”, diz Rogério Correia. “O próprio Aécio recebeu  R$ 110 mil,que hoje significariam em torno de R$ 400 mil.”

Aécio nega ter recebido. O procurador-geral diz que a lista é autêntica, não foi forjada.

De público, há três confissões de gente que diz ter recebido os valores atribuídos a elas na lista: a  do ex-deputado federal Roberto Jefferson, a do deputado estadual Antônio Júlio (PMDB-MG) e a de um outro deputado que estava na lista e confidenciou o recebimento ao jornalista Ricardo Noblat. Noblat não deu o nome do deputado.

“É do DNA do senador Aécio Neves trair. Alckmin e Serra já experimentaram do veneno. Agora o Azeredo e também o deputado Pestana estão experimentando”, observa Rogério Correia. ”Pestana foi trocado por Pimenta da Veiga, o avô do mensalão, que será o candidato ao governo de Minas imposto pelo chefe.”

Pestana é o deputado federal Marcus Pestana, presidente do PSDB mineiro.

“Vivemos num estado de exceção. O governo de Minas vive para o objetivo eleitoral do senador Aécio Neves (PSDB) chegar à Presidência da República. Nada que possa discordar dele e da política do governo mineiro pode ser denunciado ou investigado”, acusa Rogério Correia.

“No início do meu mandato, tucanos em conluio com a revista Veja, procuraram me vincular a denúncias falsas sobre a Lista de Furnas. Tentaram inclusive me cassar. A cassação só não ocorreu porque os movimentos sociais populares e a própria bancada do Minas Sem Censura reagiram.”

“A perseguição continua através da prisão do lobista Nilton Monteiro”, denuncia o deputado. “O objetivo maior da prisão do Nílton é desacreditar a Lista de Furnas e o mensalão tucano, duas pedras no sapato dos tucanos. A recente detenção do jornalista Marco Aurélio Carone segue a mesma lógica.”

Não é à toa que Rogério Correia leu com muita atenção as 84 páginas do relatório do procurador-geral Rodrigo Janot, que se manifesta pela condenação do deputado federal Eduardo Brandão de Azeredo (PSDB) e sugere pena de 22 anos de reclusão e 623 dias-multa ao ex-presidente do PSDB.

Viomundo – O que achou do relatório do procurador-geral da República?

Rogério Correia — É muito preciso. Pelo que pude entender, baseia-se no inquérito do delegado Zampronha [Luís Flávio Zampronha, delegado da Polícia Federal], que conta detalhadamente o que foi o mensalão tucano. Não é um documento do “ouvi dizer, por isso vou condenar”. É um documento com provas contundentes de caixa 2 e desvio de dinheiro público.

Viomundo – Quais os pontos fortes do relatório?

Rogério Correia — Destacaria dois. Primeiro: as provas. Ali, há  farta documentação comprobatória. No documento do doutor Janot, não se estabelece nenhuma teoria do domínio de fato de culpar alguém “por achar” que é culpado.

Segundo: a comprovação do uso de recursos públicos na campanha eleitoral de 1998. Demonstra, portanto, crime de improbidade administrativa, além do de corrupção.

Viomundo — O procurador-geral diz que a lista do Cláudio Mourão, a do mensalão tucano, não é uma montagem, a assinatura é do próprio Cláudio Mourão. Mas  Janot deixou de fora a Lista de Furnas. Ela não teria relação com o mesmo esquema de uso de recursos públicos? A Lista de Furnas também não foi denunciada por Nílton Monteiro?

Rogério Correia — São dois momentos distintos e que causam muita confusão.

A Lista do Mourão é de 1998, foi o mensalão tucano. Foi a campanha de reeleição de Eduardo Azeredo, financiada com recursos públicos. Foram gastos mais de  R$ 100 milhões em dinheiro da época, uma verdadeira fortuna.

A Lista de Furnas, também denunciada por Nilton Monteiro, é de 2002 e diz respeito à eleição de Aécio Neves. Esse caso de corrupção irrigou, através de processos licitatórios fraudulentos em Furnas e empresas que fizeram “caixinha”, a campanha tucana daquele ano não só em Minas, mas também em São Paulo, Bahia e outros estados.

A Lista de Furnas nem sequer foi julgada. Protocolei hoje ofício ao doutor Rodrigo Janot, com cópia para o ministro Luís Roberto Barroso, do STF, para que levem para o Supremo Tribunal Federal  a Lista de Furnas, pois ela possui o nome de 156 políticos, entre os quais o senador Aécio Neves e o governador Geraldo Alckmin.

A Lista de Furnas já teve sua veracidade comprovada pelo Instituto Nacional de Criminalística da Polícia Federal (na íntegra, abaixo). E posteriormente o caso de corrupção foi atestado pelo relatório de 2012 da doutora Andrea Bayão, na época procuradora do Ministério Público Federal no Rio de Janeiro (na íntegra, abaixo).

Viomundo — O que na sua avaliação o procurador-geral deixou de fora do relatório e que é importante?

Rogério Correia – O caso Cemig [Companhia Energética de Minas Gerais].

Para levantar recursos para a campanha de 1998, a SMP&B, do Marcos Valério, promoveu o Enduro da Independência e obteve recurso, a título de patrocínio, da administração direta e empresas públicas de Minas Gerais, como Copasa, Bemge, Loteria Mineira, Comig. Apenas uma pequena parte foi gasta com o Enduro. O grosso foi repassado, segundo o próprio Cláudio Mourão, à campanha do Azeredo e aliados.

A corrupção na Cemig foi até maior do que na Copasa, Comig e BEMGE. Ela repassou à SPMP&B R$ 1,6 milhão [ em valores da época] para a campanha publicitária A energia do bem. Só que, na verdade, o recurso foi para o caixa 2 da campanha dos tucanos, como comprova documento que obtive da própria direção da Cemig.

Esse valor foi pago à SMP&B em 21 de outubro de 1998. Já no dia seguinte, 22 de outubro, a empresa de publicidade repassou esses recursos, através de DOC’s bancários para cabos eleitorais de Azeredo, inclusive candidatos a deputado e deputados eleitos.

Foi um procedimento de segundo turno, um desespero tucano na tentativa de evitar a derrota anunciada nas eleições.

O relatório do delegado Zampronha comprova claramente que nunca houve a produção da suposta campanha publicitária. A gráfica envolvida é uma gráfica fria, composta de laranjas do Eduardo Azeredo e do Cláudio Mourão.

A Cemig, portanto, não pode ficar de fora do relatório do doutor  Janot até porque é uma estatal que já sofreu na mão dos tucanos através do processo de privataria.

A Cemig foi praticamente doada ao Banco Opportunity, de Daniel Dantas. Ela só foi resgatada por ação judicial, após CPI na Assembleia Legislativa, durante o governo Itamar Franco. Aliás, precisamos creditar essa façanha ao ex-presidente Itamar Franco, que se fez valer de seu governo para resgatar a Cemig para os mineiros.

Viomundo — Que mais provas existem nesse sentido?

Rogério Correia — Eu já tinha as cópias dos DOC’s  feitos no dia 22 de outubro de 1998 para os cabos eleitorais. Cópias que me foram entregues por Nílton Monteiro, o mesmo denunciante da lista do Mourão. Sabedor disso, eu enviei um ofício para a Cemig solicitando a confirmação desse repasse para a SMP&B. A Cemig me respondeu afirmativamente, reafirmando inclusive o valor R$1,6 milhão. São provas documentais.

No relatório do Zampronha, há também provas testemunhais de deputados que confirmam o recebimento desse recurso, alegando ser ele proveniente da campanha de Azeredo.

Viomundo — Tanto o Azeredo quanto o presidente do PSDB de Minas, o deputado federal Marcus Pestana, disseram que o procurador Rodrigo Janot baseou-se numa lista de um falsário para fazer a sua denúncia. O que acha dessa reação deles?

Rogério Correia — O próprio doutor  Janot coloca muito bem essa questão. O PSDB de Minas segue aquele velho ditado: ele rouba e grita “pega, ladrão!”.

A denúncia de Nilton Monteiro é cheia de provas, de documentos comprovadamente autênticos. Ou seja, não há para onde fugir. A única forma, então, é tentar desqualificar o denunciante. É o que fizeram comigo quando tentaram cassar o meu mandato, fizeram com Nílton Monteiro e agora fazem criminosamente com o jornalista que publicou as denúncias e está preso, infartado na prisão. Há aqui uma utilização do aparato do Estado de Minas Gerais para coibir aqueles que denunciam os esquemas tucanos.

Viomundo – E do senador Aécio Neves dizer que a denúncia contra Azeredo não é problema do PSDB?

Rogério Correia — É problema do PSDB, sim! O desvio de recursos públicos foi para campanha tucana e aliados em todos os níveis: deputados,senadores e governador. O próprio Aécio recebeu  R$ 110 mil,que hoje significariam em torno de R$ 400 mil.

É do DNA do senador Aécio Neves trair. Alckmin e Serra já experimentaram do veneno. Agora o Azeredo e também o deputado Pestana estão experimentando. Pestana foi trocado por Pimenta da Veiga, o avô do mensalão, que será o candidato ao governo de Minas imposto pelo chefe.

Viomundo – E da Folha de S. Paulo tentou comparar o deputado Eduardo Azeredo com o ex-presidente Lula?

Rogério Correia — Comparação indevida! Aliás, os dois esquemas de caixa 2 têm uma diferença crucial. No caso tucano, foi dinheiro público na veia. Lula não foi indiciado e não foi réu. Segundo os autos, com provas testemunhais e documentais, Azeredo comandou a quadrilha e de tudo cuidou. Com domínio do fato.

Viomundo –  O senhor não teme novas retaliações?

Rogério Correia — Eu fico sempre atento. Mas não existe a menor possibilidade de eu e o Minas Sem Censura deixarmos de fazer as denúncias.

Em tempos recentes, já houve duas tentativas de retaliação contra mim. Uma, quando Nilton Monteiro foi preso. Segundo ele, ofereceram-lhe um acordo de “delação premiada”, que me incriminasse como o “criador” da Lista de Furnas, que posteriormente foi comprovada verdadeira.

Agora, segundo o jornalista Marco Aurélio Carone, a mesma estratégia de “delação premiada” foi utilizada pelo promotor André Luiz de Pinho, na tentativa de incriminar a mim, aos deputado Sávio Souza Cruz (PMDB) e Durval Ângelo (PT) e ao nosso candidato ao governo, o ministro Fernando Pimentel, como já foi publicado pelo Viomundo.

Assim, estou sempre à espera de novas retaliações, mas não vou me furtar de fazer essas denúncias e prosseguir para que seja feita justiça nesse caso.

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OFÍCIO AO PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA, RODRIGO JANOT

MENSALÃO TUCANO – Relatório do Delegado Luis Flavio Zampronha da Policia Federal by Enock Cavalcanti

 



 

LISTA DE FURNAS – Denuncia da Procuradora Andrea Bayao do MPF RJ by Enock Cavalcanti

Policia Federal reconhece autenticidade da Lista de Furnas by Enock Cavalcanti

 

Os deputados petistas Adelmo Leão, Padre João, Rogério Correia e Pompílio Canavez pouco antes de protocolar ofício na PGR
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1 Comentário

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  1. - IP 200.142.0.11 - Responder

    Ele pediu o arquivamento das investigações também em relação à Dilma… E aí, Enock??????
    Não vai comentar??? Ou arquivamento da Dilma é justo, só do Aécio é injusto??? Só do Aécio é favorecimento? PT injustiçado e tucanos beneficiados?? Ora, vc insulta seus leitores… Este aqui não é um site de jornalismo, mas de militância petista…

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