APRENDENDO E ENSINANDO UMA NOVA LIÇÃO: Sob comando do Sintep, profissionais da Educação de todo o Estado sustentam, em Cuiabá, Marcha Estadual em Defesa da Escola Pública e por Nenhum Direito a Menos. Depois de ocupar a Assembleia Legislativa, nesta quinta (22), eles e elas vão caminhar até as portas do Paiaguás, nesta sexta (23), para denunciar quebra de direitos promovida pelas prefeituras e pelo governo tucano de Zé Pedro Taques

trabalhadores da educação de mt em mobilização na pagina do e

 

estado de greve na educação publica de mt na pagina do e

 

 

Professores e demais profissionais da Educação estão novamente na luta, na capital do Estado. A movimentação começou nesta quinta e se estende até amanhã. O objetivo é denunciar e exigir dos governos compromisso com a educação em Defesa e Promoção da Escola Pública, sob o lema “NENHUM DIREITO A MENOS”. A mobilização é um marco no protesto dos educadores em 2015, que tiveram a quebra de direitos promovida pelos governos municipais e estadual. Nos municípios o desafio é o cumprimento da Lei Federal 11.738/2008 (Piso Salarial) e a garantia da carreira única. No Estado, o desrespeito maior vem na forma de parcelamento da reposição da inflação fragmentando a conquista da Lei 510/2013, além de outros pontos.

 

Profissionais da Educação de todo o Estado ocuparam a frente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) e o Plenário, durante a sessão legislativa desta quinta-feira (22.10). O objetivo foi cobrar dos deputados atenção à Educação Pública,  com  fiscalização do executivo na destinação de recursos destinados para a área e participação social nas alterações de leis conquistadas com participação popular. O manifesto integra a programação de dois dias da Marcha Estadual em Defesa da Escola Púbica e por Nenhum Direito a Menos.
“A Casa do Povo deve constituir um diálogo direto com os atos do executivo acompanhando o que acontece na administração”, destacou o presidente do Sintep-MT, Henrique Lopes do Nascimento.  Conforme o presidente, investigações públicas apresentaram desvio de recursos com isenções fiscais que comprovaram a possibilidade do Estado investir os 35% do orçamento na Educação e a ALMT deveria garantir essa conquista a sociedade.
Segundo Nascimento, só com desvio de finalidade dos recursos da educação para cobrir a folha previdenciária, o governo retirará R$ 300 milhões da Educação este ano. “Recursos que deveria ser priorizados pelos deputados para investimentos na realização de Concurso Público e melhoria da infraestrutura das escolas”, destaca.
A prática dos representantes do povo irem na contramão dos interesses de quem representa foi o fato mais lembrado pelos educadores durante a mobilização. Para a professora Elanir Lobato, do município de Juína, a participação no Ato é para protestar contra o não cumprimento da Lei 510/2013. Segundo ela, ao deixar de pagar a recomposição, o governador ameaça a conquista da Dobra do Poder de Compra.  E mais, a caravana da região noroeste, a qual Elanir representa pedia infraestrutura também para as escolas municipais, com garantia de piso salarial e carreira única nas redes municipais.
Para o professor das redes estadual e municipal de Cuiabá, Salvador Flávio Pereira, a Educação transforma a realidade social, para isso é preciso que se dê destinação correta na aplicação das verbas públicas. “A ALMT tem esse papel”, disse.
A professora Adiléia Aparecida Arantes Passos, de Jangada, cobra a realização do Concurso Público, fruto da reivindicação da greve de 67 dias. Ela e mais 50 pessoas do município cobravam, entre outros pontos, que a Casa do Povo que se comunique com o povo e com as causas sociais.

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Sintep-MT apresenta para os três poderes o dossiê Retrato da Escola Pública

professor henrique do sintep mt na pagina do e

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT), Henrique Lopes do Nascimento, protocolou nesta quinta-feira (22.10) na Assembleia Legislativa e encaminhou para o Governo do Estado, além da Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), Conselho Estadual de Educação (CEE), Ministério Público Estadual e Tribunal de Contas do Estado (TCE), a edição 2015 do Dossiês “Retrato da Escola Pública”.
O documento, nesta edição, ampliou os pontos avaliados pelo coletivo escolar. Agora ele retrata as dificuldades enfrentadas pela comunidade escolar para além da condições da estrutura escolar. Passa pelas limitações para execução da gestão democrática (Lei 7.040), que garante a autonomia pedagógica e administrativa da escola, inclusive para a construção do Projeto Político Pedagógico – PPP.
O material coletado a partir da visão da escola apresentou quadro de pessoal insuficiente, precarização das condições de trabalho; ausência de Políticas de prevenção à saúde, de formação profissional inicial e continuada e, de valorização salarial dos profissionais da educação. Essas condições são consideradas fundamentais para que a Escola Pública cumpra a função pedagógica de promover educação integral com qualidade social de acesso às crianças, jovens e adultos que dela precisam.
O Dossiê “Retrato da Escola Pública” apresenta, por amostragem, a realidade das unidades escolares das redes municipais estadual nas diferentes regiões do Estado de Mato Grosso. “O Sintep tem o compromisso público em demandar ações estratégicas para garantir que a educação pública de prioridade anunciada, seja realidade política de fato”, conclui o presidente Henrique Lopes do Nascimento.

Fonte Sintep-MT

marchas dos profissionais da educação outubro 2015 na pagina do e

1 Comentário

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  1. - IP 191.33.164.95 - Responder

    Esta bosta de BLOG, virou um chororô contra o PSDB,e vce Enock demonstra apenas quem está bancando este lero-lero comunista.Verba do PT,dos gabinetes ,dos movimentos sociais,afinal quem o banca?

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