PREFEITURA SANEAMENTO

PAULO ZAVIASKI – Feirinha no meio da Av. Eulálio Guerra, em Cuiabá, deve ser idéia de alguém que quer solapar o prefeito Galindo

Paulo Zaviaski é decano do radialismo em Cuiabá. Foi o primeiro apresentador de telejornal, na Tv Centro América, afiliada da Rede Globo

Alguém deve estar solapando feio o Galindo

por PAULO ZAVIASKI
24 horas News

O prefeito de Cuiabá, capital do Estado de Mato Grosso, sub-sede da Copa do Pantanal 2014, nos proporcionou uma surpresa agradável.

Pela primeira vez, em anos de gestões por aí, o prefeito atual olhou para o centro do bairro Araés. E olhou bonito. Até por necessidade. Descobriu a importante artéria, avenida ou rua, Tenente Eulálio Guerra.

Essa importante via ocupa hoje importante setor nevrálgico para o escoamento do violento e gigantesco trânsito louco da cidade por causa das benesses das monumentais obras da Copa Mundial de Futebol, batendo nossas portas de 2014.

Começa na Avenida Rubens de Mendonça ou “avenida da prainha”, logo após a Avenida Mato Grosso, mais precisamente na Rua Gago Coutinho.

Acaba na divisa do Parque Mãe Bonifácia, na Avenida Filinto Müller.

Importantes outras artérias, estratégicas para o momento que passamos, cortam a Rua Eulálio Guerra, como a Presidente Marques, o maior escoadouro de veículos oriundos da “guerra” automobilística dos horários de “pico”, rumo ao centro da cidade.

Além dessa, corta, também a Rua Eulálio Guerra nada mais do que a Avenida Marechal Deodoro, rumo ao Hospital Santa Helena e à TV Centro América.

Outra rua é a Manoel Leopoldino que desafoga a estratégia do trânsito entre a Avenida Mato Grosso e a Rodoviária.

A mais central e atolada pelo trânsito passou a ser a Rua Desembargador José de Mesquita, pouco abaixo do Colégio Médici, ligando também a “perimetral” ou Miguel Sutil na altura do Supermercado Modelo até a Avenida Mato Grosso.

Portanto, a assessoria do prefeito Galindo o deve ter informado disso tudo a ponto de o povo notar que taparam buracos na Eulálio Guerra e colocaram até semáforos nas ruas e avenidas Presidente Marques e na Marechal Deodoro, além de implantar mão única em algumas quadras acima na importante Eulálio Guerra.

Inexplicavelmente, nem olhou para as mais importantes quadras nevrálgicas do funil-salvação Eulálio Guerra que são justamente aquelas que vão da não menos importante quadra de lazer do Bairro Araés, centro, situada nos fundos do Colégio Médici, até a Avenida Rubens de Mendonça…

Justamente as mais importantes opções de desafogamento do trânsito.

Não dá pra entender por que tal abandono com aquelas crateras eternas na Rua Desembargador José de Mesquita, justamente no semáforo com a Avenida Mato Grosso.

Se não bastasse isso, registro a maior mancada de tudo isso.

Se perguntarmos qual é o dia de maior movimento ou “pico” desesperado de nosso trânsito, a maioria, por óbvio, dirá que é na sexta feira, final de expedientes, das 17 até às 20 horas, véspera de fim de semana.

Pois bem, o que acontece justamente nesse dia?

Na Rua Eulálio Guerra?…

A desmoralização de toda parafernália feita pela prefeitura.

Explico.

Exige mão única em direção dessa rua para facilitar o trânsito. Semáforos controlados automaticamente a fim de racionalizar o escoamento dos veículos. Empurram todos os corredores da Fórmula UM diretamente para a Eulálio Guerra a fim das saídas estratégicas que facilitam todo mundo.

Sem citarmos toda a massa oriunda das outras importantes artérias citadas acima que convergem para a Rua Eulálio Guerra e desafogando, até, a Avenida Mato Grosso do desespero atual.

Aqui e agora acontece o “impossível acontece”.

Justamente no entroncamento da Eulálio Guerra com a Manoel Leopoldino há uma Escola e creche primária. Centenas de criancinhas, parecendo formiguinhas, são soltas bem ali no final dos expedientes de todo mundo.

Ora, se o trãnsito está controlado, tudo bem.

Ocorre que não está.

Explico mais.

Os carros roncam furiosos de raiva ao perceberem o trote a que foram induzidos, aliás, estão sendo induzidos. Uma montoeira de carros, entupindo um ponto de estrangulamento e de discussões, esbarrões, acidentes, xingamentos, processos e engarrafamento para ninguém botar defeito.

Todo mundo é obrigado a retornar ao lugar de onde vieram. Não podem ir adiante. Digo o porquê

O que me dói é o receio de acidentes com os pequeninos inocentes que, por mais cuidados que a escola tenha e os pais também, na hora dessa confusão ninguém é de ninguém.

Mas, porque acontece isso?

É que há uma feira-livre bem ali em frente à quadra do Centro de Lazer do Araés, justamente NO MEIO DA RUA. Uma quadra inteira fechada por causa da feirinha que realizam no meio da Avenida Eulálio Guerra, justamente a partir do entardecer de todas as SEXTAS-FEIRAS, impedindo todo o trânsito do escoamento pelo menos mais racional.

Nenhum vereador, nenhum político, nenhum técnico notou isso? O que há por trás disso? Ou é campanha contra Galindo?…

Como é que fazem os motoristas, além dessa confusão? Salve-se quem puder.

E, antes que alguém triture o cérebro pensando que alguém pretende tirar o pão nosso de cada dia dos trabalhadores honestos e dignos de um trabalho louvável e admirado por todos nós, registro que é muito ao contrário.

Todos querem ajudar nessas horas.

Como?

Repito o que já afirmei aqui desde há muito tempo.

Lugares ali mesmo não faltam.

Dentro da quadra, o que protegerá mais ainda todos nesses dias de chuva ou garoa.

Dentro do salão do Centro de Laser.

Para quem acha que atrapalha as festas de final de semana do povo, as opções:

Na lateral, com pequeno preparo dos próprios feirantes, junto à Rua João Carlos Pereira Leite, há um espaço invejável.

Nesse mesmo ponto, há outra quadra inteira descoberta e limpa.

Nos fundos da Igreja Nª Senhora De Fátima, um pátio enorme, inclusive cimentado. Ali mesmo também.

E até em frente do Centro de Lazer. Lugares não faltam, portanto. O que não pode acontecer é fechar uma rua inteira dessa importante convergência na contramão das obras da Copa do Mundo de nosso futebol.

Não podemos tirar o direito de quem torce pelos heróis do Corínthians, do Flamengo e até do Fluminense impedindo nossos direitos de ir e vir em plena emergência da Sub-sede da Copa do Pantanal 2014.

Soluções há.

[email protected]

Categorias:Direito e Torto

1 Comentário

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  1. - IP 189.10.40.35 - Responder

    O BAIRRO É ESQUECIDO PELO PODER PÚBLICO, É UM BAIRRO CENTRAL, TEM RUA CHEIO DE BURACO, SEM CALÇADA, MUITO TERRENO ESQUECIDO POR PROPRIETÁRIO, E O PODER NADA FAZ. VAI ATÉ A RUA OSORIO DUQUE ESTRADA, QUASE JUNTO DA AVENIDA DO CPA, MIGUEL SUTIL, CHEIO DE BURACO E SEM CALÇADA. MUITO MATO, A PRAINHA É SÓ MATO, FICANDO PARA MALANDRO ESCONDER.

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