PREFEITURA SANEAMENTO

Outro filho de FHC é descoberto: desta vez com uma empregada doméstica

Da coluna do jornalista Cláudio Humberto, o assunto começa a transbordar para diversos espaços, na blogosfera:

Depois do filho com a Miriam Dutra, repórter da Rede Globo , agora foi descoberto um segundo caso de adultério do ex-presidente FHC. Uma ex-empregada afirma ter um filho com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em Brasília. O rapaz, hoje com vinte anos de idade, é Leonardo dos Santos Pereira (o filho pobre), que trabalha como carregador (auxiliar de serviços gerais) em um órgão público, na Esplanada dos Ministérios. Ele nasceu da relação do então senador FHC com sua empregada Maria Helena Pereira (copeira), uma negra que o impressionava pela formosura. Leonardo é considerado muito parecido com o pai.

Maria Helena mora em uma casa modesta no entorno do Distrito Federal, e Leonardo trabalha como auxiliar de serviços gerais, um emprego modesto.Em quantas redações ela bateu e ninguém publicou? E se apenas Cláudio Humberto deu voz à ela? Vamos ficar em silêncio, esperando Leonardo se aposentar como auxiliar de serviços gerais, enquanto os demais filhos de FHC desfrutam da melhor educação, das melhores oportunidade de emprego, e de sua herança, enquanto a imprensa mantém a privacidade de FHC?

Aparentemente Maria Helena foi enrolada, e, mal-informada, aceitou cala-bocas muito inferiores à uma pensão decente e condizente com o padrão de vida de FHC e que seu filho Leonardo merecia. Com isso seu filho não teve as mesmas oportunidades e assistência que o filho rico teve.Quando explodiu a notícia de que FHC tinha um outro filho não reconhecido, que foi criado na Europa, quando soube que o ex-presidente participou da formatura de Tomas no Imperial College, em Londres, e que neste ano Tomas mudou para os EUA para estudar Relações Internacionais na George Washington University, o que se passou na cabeça de Maria Helena comparando com a vida de seu filho Leonardo?

Imagino que qualquer mãe sentiria que seu filho foi injustiçado, preterido. E procuraria reparar a injustiça, garantindo os mesmos direitos e oportunidades que os outros filhos tiveram.Lute, Maria Helena! Defenda o melhor para seu filho! Exija o que é seu, Leonardo! Você tem direito a mesma educação, oportunidades e herança que os demais filhos de FHC tiveram.

Os jornalistas de bem que silenciaram ficam com essa dívida na consciência para com Leonardo. Ao proteger a imagem de FHC, Ruth Cardoso, Miriam Dutra, prejudicaram a educação de Leonardo, e muitos anos de sua vida e de Maria Helena. Essa história muda o paradigma sobre os limites da privacidade de um homem público. Se for poderoso, ele tem força suficiente para cometer injustiças contra o lado mais fraco, e oprimir uma Maria Helena de reivindicar seus direitos.

A blogosfera não pode cometer o mesmo erro que a imprensa. Não há exploração eleitoral no fato porque FHC não é mais candidato a nada, e nem Aécio, nem Serra são os pais da criança. É preciso divulgar para desentocar essa história, porque nem FHC, nem a imprensa tem crédito para merecer um voto de confiança.
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Filho de FHC e a mãe trabalham no Senado
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“Príncipe da sociologia brasileira”, FHC disse uma vez que tinha “um pé na cozinha”. Maria Helena Pereira, a negra que o impressionou pela formosura e lhe deu outro filho fora do casamento, continua com o pé na copa. A mãe de Leonardo, o filho mulato de FHC, ainda é a copeira do gabinete 22, do senador Roberto Cavalcanti (PRB-PB), na Ala Teotônio Vilela do Senado. Trabalha todo dia lá, no período da tarde.
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Trabalhador
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Leonardo, 20, o filho de FHC que esta coluna revelou ontem, também trabalha no Senado, como a mãe. É um modesto carregador.
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Desconfiança

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Ruth Cardoso demitiu Maria Helena da casa de FHC, após conhecer Leonardo. Achou o menino muito parecido com seu marido.
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Ajuda investida
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Com ajuda de FHC, a ex-empregada Maria Helena, mãe do filho dele, comprou duas quitinetes e uma loja em Riacho Fundo (DF), que aluga.

 

Do Blog Rastreadores de Impurezas
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MAIS INFORMAÇÃO

A cara de pau de Josias de Souza (e o filho de FHC)
Por Luiz Carlos Azenha, no Vi o Mundo

 

O texto de Josias de Souza sobre a decisão de FHC de reconhecer o filho com a jornalista da TV Globo omite todas as questões essenciais:
1. Por que a mídia poupou FHC durante 18 anos, se o nascimento do filho era um segredo de Polichinelo?

2. Por que soubemos do filho de Renan Calheiros com uma jornalista quando a criança era bebê, mas do filho de FHC só soubemos "oficialmente" depois de 18 anos?

3. Por que soubemos da suspeita de que uma empreiteira ajudava a sustentar o filho bebê de Renan Calheiros mas nada soubemos sobre quem pagou as contas do filho de FHC durante 18 anos?

4. Quem pagou para manter o filho e a mãe do filho de FHC exilados na Europa durante 18 anos?

5. FHC comprou o silêncio da mídia?

6. A Globo recebeu vantagens para exilar mãe e filho na Europa?

7. O senador FHC exilou mãe e filho para poder concorrer à Presidência?

O texto de Josias de Souza a respeito é um exemplo acabado de jornalismo vagabundo. Ele apresenta um elenco de casos históricos, a maioria dos quais não tem qualquer similitude com o de FHC.

Ele não diz que a "aventura" de Lula foi de um homem então viúvo e que o Jornal Nacional, em 1989, colocou no ar uma reportagem com Miriam, a mãe de Lurian, acusando Lula de ter pedido que ela abortasse a filha, denúncia depois incluída também na propaganda eleitoral de Fernando Collor de Melo. Na ocasião, o jornal O Globo chegou a escrever um editorial pregando que o eleitor tinha "O Direito de Saber".

Ninguém, de fato, está livre de seus "impulsos biológicos". Porém, pessoas distintas reagem de formas distintas. Alguns dão nome aos filhos, outros permitem que a criança seja registrada como de pai desconhecido (FHC), exilam mãe e filho na Europa (FHC) e contam com o acobertamento da mídia durante 18 anos (FHC).

Por quê?

Segue o texto:

 

 

Burburinho: Globo silencia sobre filho e FHC muda a lei do capital estrangeiro
Por Paulo Henrique Amorim

O implacável Stanley Burburinho – quem será esse caçador do corrupto ? – estabelece uma ligação absolutamente plausível entre a cumplicidade da Globo com a operação para esconder o filho de Fernando Henrique fora do casamento – clique aqui para ver como a Mônica Bergamo o transformou num santinho do pau oco porque reconheceu o filho DEZOITO ANO depois – e a EMENDA CONSTITUCIONAL (amigo navegante, uma EMENDA CONSTITUCIONAL !)  que ajudou a salvar a Globo: permitir a entrada de capital estrangeiro em empresa jornalística.

A Globo tinha sido contra essa mudança na Constituição.

Tinha medo de uma associação do Silvio Santos com mexicanos da Televisa ou com a Disney (de quem Silvio comprava muitos filmes).

Fernando Henrique reuniu na casa do então presidente da Câmara, Michel Temer, os representantes das outras emissoras (a Globo não mandou ninguém, porque o Presidente da República falava por ela).

O Farol de Alexandria, na fase “ARF” (Antes de Reconhecer o Filho), disse que a Globo não queria mexer na Lei.

E, portanto, ele não tinha condições políticas de levar a mudança ao Congresso.

Se vocês quiserem, vocês vão ao Congresso e peçam a Emenda Constitucional – foi o que disse o Presidente da República, segundo o relato de um diretor de TV presente à reunião.

A idéia morreu ali.

Ai, quando a Globo foi à concordata (*), a Globo quis a Lei.

E aí veio a mudança na CONSTITUIÇÃO !.

Viva o Brasil !

(*) Segundo o inigualável economista Mino Carta, a Globo foi à concordata porque acreditou na urubóloga Miriam Leitão, que dizia que o Fernando Henrique não ia desvalorizar o Real. A Globo se endividou em dólar e quase quebra.

Abaixo o texto do Burburinho (quem será ele ?):

Para comprar o silêncio da imprensa sobre o seu filho fora do casamento, o FHC criou um rombo na Constituição e permitiu a entrada de até 30% de capital estrangeiro nas mídias brasileiras que estavam falidas na época:

“EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 36

As Mesas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, nos termos do § 3º do art. 60 da Constituição Federal, promulgam a seguinte emenda ao texto constitucional:

(…)

Art. 1º O art. 222 da Constituição Federal passa a vigorar com a seguinte redação:

“Art. 222. A propriedade de empresa jornalística e de radiodifusão sonora e de sons e imagens é privativa de brasileiros natos ou naturalizados há mais de dez anos, ou de pessoas jurídicas constituídas sob as leis brasileiras e que tenham sede no País.

§ 1º Em qualquer caso, pelo menos setenta por cento do capital total e do capital votante das empresas jornalísticas e de radiodifusão sonora e de sons e imagens deverá pertencer, direta ou indiretamente, a brasileiros natos ou naturalizados há mais de dez anos, que exercerão obrigatoriamente a gestão das atividades e estabelecerão o conteúdo da programação.

(…)

§ 4º Lei disciplinará a participação de capital estrangeiro nas empresas de que trata o § 1º.

§ 5º As alterações de controle societário das empresas de que trata o § 1º serão comunicadas ao Congresso Nacional.” (NR)

Art. 2º Esta Emenda Constitucional entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 28 de maio de 2002

Mesa da Câmara dos Deputados: Deputado AÉCIO NEVES – Presidente”

http://www.senado.gov.br/sf/legislacao/const/con1988/EMC36_28.05.2002/EMC36.htm

Fonte Conversa Afiada
 

 

FHC vai reconhecer filho que teve fora do casamento

Por Josias de Souza, em seu blog

Fernando Henrique Cardoso decidiu reconhecer formalmente o filho que teve com a jornalista Mirian Dutra, da TV Globo. Deve-se a informação à repórter Mônica Bergamo. A notícia encontra-se nas páginas da Folha, edição deste domingo (15). Tomas Dutra Schmidt tem, hoje, 18 anos. Depois de consultar advogados, FHC voou, na semana passada, para Madri. É na capital espanhola que reside Miriam Dutra. Ouvido, FHC negou que tenha viajado para cuidar do papelório do filho.

Apresentou como motivo da viagem uma reunião do Clube de Madri. Procurada, Miriam resguardou-se: "Quem deve falar sobre este assunto é ele e a família dele. Não sou uma pessoa pública". A repórter e o ex-presidente tiveram um caso amoroso na década de 90. Ele era senador. Ela trabalhava na sucursal brasiliense da TV Globo. Do relacionamento resultou um filho. Nasceu em 1991. FHC e Mirian acordaram guardar segredo do episódio, mantendo-o na seara privada.

FHC era casado com Ruth Cardoso, com quem tivera outros três filhos: Luciana, Paulo Henrique e Beatriz. Em 1992, Miriam deixou o Brasil. Virou “correspondente” da Globo em Lisboa. Antes de assentar-se em Madri, passara por Barcelona e Londres. Em 1993, convertido em ministro da Fazenda de Itamar Franco, FHC viu o sigilo sobre o filho extraconjugal converter-se num segredo de polichinelo. O nome de Thomas já corria de boca em boca nos subterrâneos da política. A despeito disso, Miriam sempre guardou zeloso silêncio.

FHC não se furtou a contribuir financeiramente para o sustento de Tomas. No curso dos dois mandatos como presidente, encontrou Tomás uma vez por ano.

Fora do Planalto, FHC passou a encontrar-se com o filho mais amiúde. No ano passado, participou da formatura de Tomas no Imperial College, em Londres. Hoje, Tomas mora nos EUA. Estuda Relações Internacionais na George Washington University. Informações de alcova sempre se imiscuíram no cotidiano da política.

Nos EUA, Clinton viu-se imerso numa crise nascida de um caso com uma ex-estagiária da Casa Branca. Antes, houve Kennedy, que se dividira entre Jacqueline e Marilyn. Houve também Roosevelt, que oscilara entre Eleanor e uma secretária. Na França, só à beira da morte Mitterrand trouxera à luz a amante Anne Pingeot, reconhecendo-lhe a filha. Entre nós, histórias de lençol são injetadas na biografia de homens públicos desde o Império.

Dom Pedro 1º impôs à imperatriz Leopoldina a marquesa de Santos, sua amante. Livro de João Pinheiro Neto menciona o amor secreto de Juscelino por Maria Lúcia Pedroso. Os diários de Getúlio Vargas falam de uma "bem-amada." Em 89, Collor trouxe para o centro da arena eleitoral Lurian, filha de uma aventura de Lula. Os petistas reclamaram da "baixaria". E logo se descobriria que Collor recusava-se, ele próprio, a emprestar o nome a um filho gerado fora do casamento.

No início de agosto de 1998, o PDT, então incorporado à coligação que dava suporte à candidatura presidencial de Lula, recorrera ao mesmo expediente sujo. O partido de Brizola, vice na chapa do PT, lançara em sua página na internet artigo sobre o filho de FHC com a jornalista. Diferentemente do que ocorre nos EUA, no Brasil a conduta sexual não costuma ser levada em conta na hora da escolha de um presidente. Melhor assim, diga-se. O político, como o advogado, o jornalista, o operário ou qualquer outro, não está livre de seus impulsos biológicos.

É tolice associar a pulsão sexual ao desempenho funcional. Busca-se um presidente, não um santo. Apesar disso, os políticos brasileiros sempre hesitam em reconhecer a paternidade de filhos gerados fora do casamento. No caso de FHC, a hesitação durou quase duas décadas.
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Manifesto

Em defesa de FHC

Por Eduardo Guimarães

 
Ano passado, durante o processo eleitoral paulistano, pouco antes de o comando da campanha de Marta Suplicy veicular aquela propaganda no rádio e na tevê que fazia insinuações de que Gilberto Kassab seria homossexual, escrevi que, se Marta persistisse naquela rota, perderia feio a eleição, quando poderia, pelo menos, perder bonito.

Marta, defensora histórica dos homossexuais, tentou usar o preconceito contra eles para obter vitória eleitoral. É sempre assim: em época de eleição, políticos de todas as ideologias acham que o fim justifica o meio, pois aquele político seria o bem e seu adversário, o mal.

Em 1989, durante a campanha eleitoral à Presidência da República, Fernando Collor de Mello, em conluio com a Globo, subornou Miriam Cordeiro, ex-namorada de Lula que tivera uma filha dele – a qual teve a paternidade reconhecida pelo pai desde que nasceu –, para que dissesse, no horário eleitoral na tevê, que ele tentara obrigá-la a abortar.

Provavelmente a tramóia collorida funcionou, em parte, e ajudou Collor a derrotar Lula. Por conta disso, o grupo político do então “caçador de marajás” passou os anos seguintes sustentando uma vida nababesca, em um luxuoso flat, para a ex-namorada do petista.

Por uma questão de princípios, sou visceralmente contra o uso desse tipo de aspecto particular da vida dos políticos para combatê-los. Por isso, denúncia do ex-porta-voz de Collor Cláudio Humberto de que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso teria sido acusado por uma ex-empregada doméstica de ser pai de seu filho sem jamais ter assumido a paternidade, preocupa-me.

Primeiro, porque a direita é a campeã nesse tipo de ataque degradante. Depois, porque é antiético sair espalhando por aí essa história sobre mais um filho ilegítimo de FHC sem que se tenha um mínimo de segurança de que é verdade.

Se for verdade, se houver segurança absoluta de que o ex-presidente engravidou uma funcionária, talvez usando seu poder de pressão de patrão e político poderoso para seduzi-la, acho que o assunto seria, sim, de interesse público. Contudo, alardear isso por meio de boato, sem maiores provas, acho imoral.

Sei que virão alguns dizer que estou querendo ser “santo”, como se agir com responsabilidade e ser um adversário digno equivalesse a pretender a santificação. Não é. Trata-se, apenas, de um mínimo de senso ético e da mais pura coerência com meus ideais de cidadania.

Por tudo que acabo de explicar, sugiro aos que estão difundindo essa história que pensem duas vezes. Insuspeito como sou sobre qual é meu lado em questões políticas, não compactuo com o uso indiscriminado de uma acusação dessas.

Quero deixar uma coisa bem clara: se eu tiver que me transformar naqueles que combato para combatê-los, prefiro entregar os pontos. Até porque, acho desnecessário usar esses métodos quando há outros tão mais eficientes como, por exemplo, usar a verdade, que considero uma força da natureza.

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  1. - IP - Responder

    Com a palavra a elite PODRE do nosso País. Os preconceituosos, a imprensa elitista. Com a palavra os Diogos Mainardis e Arnaldo Jabours da vida. E aí???? o que dizem vocês do sociólogo, doutor, PHD, etc.,etc., igual a qualquer homem não é mesmo????., com todos os adjetivos imagináveis. ..Mas porque vocês se calaram este tempo todo??. E depois ainda têm coragem de falar do Lula..façam-me o favor, o doutorzinho pode aprontar e vocês esconderem o fato por tanto tempo, um silêncio sepulcral. O fato de ter filho fora do casamento é problema dele, porém, o fato de usar o poder para calar esta imprensa suja, acerca do ocorrido, é demais, não acham???????????????????????????

  2. - IP - Responder

    bem eu ouvi essa noticia pelo ze paulo de andrade a muitos anos na radio bandeirantes mas acho que teve um cala boca geral safado tem em todas as classes sociais mas essa do fhc é um cinismo a toda prova.

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