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Força de Riva em MT confirma poder dos fichas sujas no Brasil

Geraldo Riva - ficha suja notório para todo o Brasil - assumiu mais uma vez o comando da Assembléia, neste ano de 2013, paparicado por políticos, socialites, lobbistsas, empresários, e demais grupos que sustentam oconfuso jogo da política em Mato Grosso

Riva, que já foi condenado por corrupção 4 vezes, na primeira instância do Judiciário de Mato Grosso, conforme informa a Folha de S. Paulo, foi reverenciado, em sua posse, por autoridades civis, militares e lideranças empresariais, como Rui Prado, presidente da Famato.

Mauro Mendes, prefeito de Cuiabá, pelo PSB, cumprimenta Riva, o deputado mais processado por corrupção em Mato Grosso, em sua posse

O deputado federal Carlos Bezerra, cacique do PMDB, de olho numa vaga do TCE-MT para sua esposa Teté, trouxe de Brasilia o líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha, para os rapapés em torno do supreprocessado Riva.

Para facilitar a manutenção do seu poder na Assembléia de Mato Grosso, Riva tem sabido cultivar e manter uma bancada de caititus, deputados dos mais diversos partidos, sempre servis aos seus interesses. As denúncias contra Riva se multiplicam no Poder Judiciário e vez por outra explodem na grande mídia - mas nas plenárias da Assembléia, ninguém fala dos crimes que o Ministério Público acusa Riva de ter praticado.

Márcio Lacerda, ex- senador, e Frederico Campos, ex-governador, hoje vivendo de gordas aposentadorias pagas pelo poder público, também compareceram para o abraço ao cacique do PSD em Mato Grosso, hábil em submeter velhos e novos políticos, das mais diversas gerações, ao seu poder

Representante da "velha política mato-grossense", Ubiratan Spinelli, representante da Cuiabania, ex-deputado estadual e hoje conselheiro aposentado do TCE, réu em diversas ações movidas pelo MPF na Justiça pela prática de crimes ambientais, também estava lá, abraçando Riva, o cacique superprocessado do PSD.

Réus e condenados irão chefiar nove Assembleias

 

 

 

NELSON BARROS NETO DE SALVADOR FELIPE BÄCHTOLD DE PORTO ALEGRE

FOLHA DE .PAULO, on line

http://www1.folha.uol.com.br/poder/1229187-reus-e-condenados-irao-chefiar-nove-assembleias.shtml

Blindados por colegas ou protegidos por recursos em andamento, deputados estaduais que se enquadram nos critérios de ficha suja ou com pendências na Justiça assumiram o comando de um terço das Assembleias Legislativas do país.

Deputados dizem que acusações são infundadas Presidentes de 1/3 das Assembleias têm pendências judiciais; assista

A Folha identificou nove presidentes eleitos que já foram condenados ou respondem a processos.

Há casos como o de José Geraldo Riva (PSD), em Mato Grosso, que chegou a ser cassado, mas conseguiu voltar meses depois. Ele é réu em mais de cem ações cíveis e penais e já tem quatro condenações judiciais em primeira instância.

Chico Guerra (PSDB), reeleito para a Assembleia de Roraima, foi condenado pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região por participação no chamado “esquema dos gafanhotos”, que desviou dos cofres estaduais R$ 200 milhões.

E Ricardo Marcelo (PEN), que novamente comandará o Legislativo da Paraíba, teve a prestação de contas da sua campanha de 2006 rejeitada pelo Tribunal Regional Eleitoral local.

Os três são exemplos de presidentes que não passam nos critérios da Lei da Ficha Limpa, que barra a candidatura de políticos com contas reprovadas, condenados por órgãos colegiados, cassados ou que tenham renunciado para escapar da cassação.

Mas a norma aprovada em 2010 acabou sendo questionada no Supremo Tribunal Federal e só entrou em vigor no ano passado –quando os deputados já estavam exercendo seus mandatos.

“A gente não consegue que as punições se efetivem. É uma lacuna da lei”, diz o promotor Célio Fúrio, autor da maioria das ações contra José Riva, que dirige a Assembleia de Mato Grosso pela sexta vez.

“Tecnicamente, a gente não pode chamá-lo de ficha-suja, mas não se tem notícia na história do Estado de um parlamentar com tantos problemas, seja de ‘influência política’, seja de improbidade administrativa”, afirmou o promotor.

No levantamento, a reportagem encontrou casos de condenações em primeira instância contra presidentes dos Legislativos de Alagoas, Espírito Santo e Minas Gerais, além de acusações contra os do Rio, Acre e Piauí –cujo chefe, Themístocles Filho (PMDB), está no quinto mandato seguido.

Editoria de Arte/Folhapress

JULGAMENTOS

Para Jovita Rosa, diretora do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, trata-se de uma “situação esdrúxula” permitir que deputados que se enquadram nas atuais vedações da Lei da Ficha Limpa comandem Assembleias.

Ela se encontrou com o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, no final de janeiro e pediu agilidade nos julgamentos de políticos.

“Se a pessoa ainda está respondendo processo, a gente não sabe se é inocente ou não. As eleições de 2014 estão chegando aí, e a Lei da Ficha Limpa precisa valer para todos”, afirma.

Na Bahia, em Pernambuco e Mato Grosso do Sul, os comandantes das Casas não somam problemas judiciais, mas simbolizam o amplo continuísmo nos Legislativos estaduais. Nos três casos, eles assumem o quarto mandato consecutivo.

 

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Jornal aponta Riva como ficha suja; deputado aposta em “complô”
“Tem gente de Mato Grosso que aparece articulando isso”, se defendeu o presidente da Assembleia

ANA ADÉLIA JÁCOMO
REPÓRTER MT

Nesta segunda-feira (11), o jornal Folha de São Paulo trouxe como destaque uma reportagem especial sobre a eleição das Assembleias Legislativas do país. Segundo levantamento, nove deputados foram eleitos para comandar a Casa de Leis, com fichas duvidosas.

Entre eles, o presidente da AL em Mato Grosso, José Riva (PSD), foi apontado como um dos que enfrenta mais problemas judiciais. O jornal afirma que ele chegou a ser cassado, mas conseguiu voltar meses depois, sendo réu em mais de cem ações cíveis e penais e com quatro condenações judiciais em primeira instância. A notícia é um apanhado e fatos já “antigos”.

Riva, no entanto, desmentiu as afirmações da publicação e garantiu ao RepórterMT que que jamais foi condenado em nenhum processo e tampouco teve seu mandato cassado. Para ele, as matérias publicadas no jornal de circulação nacional são patrocinadas por políticos do Estado, que teriam interesse em fragilizar sua imagem pública.

“Eu ainda não li essa reportagem, mas a verdade é a seguinte: no Brasil o cara é condenado antes de ser julgado. A Folha faz um trabalho articulado quando tem interesses. Tem gente de Mato Grosso que aparece articulando isso. Acredito na finalização do julgamento desses processos, mas quero ser julgado por juízes isentos, com direito a ampla defesa. Não tenho nenhum processo condenado e nunca fui cassado, nenhum sequer foi julgado”, rebateu o deputado.

O promotor de justiça Célio Fúrio, autor da maioria das ações contra Riva, afirmou à Folha que há uma lacuna na lei e que, por isso, o judiciário não tem conseguido punir e nem impedir que políticos se efetivem em funções públicas

“Tecnicamente, a gente não pode chamá-lo de ficha-suja, mas não se tem notícia na história do Estado de um parlamentar com tantos problemas, seja de ‘influência política’, seja de improbidade administrativa”, afirmou o promotor.

Além de Riva, o jornal afirma que Chico Guerra (PSDB), reeleito para a Assembleia de Roraima, foi condenado pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região por participação no chamado “esquema dos gafanhotos”, que desviou dos cofres estaduais R$ 200 milhões.

Ricardo Marcelo (PEN), que novamente comandará o Legislativo da Paraíba, teria tido a prestação de contas da sua campanha de 2006 rejeitada pelo Tribunal Regional Eleitoral local.

No levantamento, a reportagem encontrou casos de condenações em primeira instância contra presidentes dos Legislativos de Alagoas, Espírito Santo e Minas Gerais, além de acusações contra os do Rio, Acre e Piauí –cujo chefe, Themístocles Filho (PMDB), está no quinto mandato seguido.

Para Jovita Rosa, diretora do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, trata-se de uma “situação esdrúxula” permitir que deputados que se enquadram nas atuais vedações da Lei da Ficha Limpa comandem Assembleias.

Ela se encontrou com o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, no final de janeiro e pediu agilidade nos julgamentos de políticos.

“Se a pessoa ainda está respondendo processo, a gente não sabe se é inocente ou não. As eleições de 2014 estão chegando aí, e a Lei da Ficha Limpa precisa valer para todos”, afirma.

Na Bahia, em Pernambuco e Mato Grosso do Sul, os comandantes das Casas não somam problemas judiciais, mas simbolizam o amplo continuísmo nos Legislativos estaduais. Nos três casos, eles assumem o quarto mandato consecutivo

7 Comentários

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  1. - IP 189.10.67.83 - Responder

    Se o PT que era a grande referência moral traiu o povo brasileiros se tornando o partido do mensalão, então, tudo pode.

  2. - IP 177.193.159.202 - Responder

    É bem Mato Grosso, pois não é?!!!

  3. - IP 189.10.40.20 - Responder

    È muito triste…. muito triste…. como Cuiabana ver toda essa safadeza na política.
    Só a educação poderá salvar nosso povo para que ele não se venda na hora do voto por um cargo, uma conta de luz ou água paga, alguns tijolos… e por aí vai.

  4. - IP 189.75.99.174 - Responder

    O crime compensa aqui no Brasil e em especial aqui em Mato Grosso. É perigoso, esse senhor ser preso e processado pelo Al Capone caboclo, dono da AL!

  5. - IP 200.17.60.247 - Responder

    Se existem muitos fichas sujas na política e no Poder Brasil afora e também na capital federal, é que existem autoridades judiciárias coniventes com práticas ilícitas e imorais, além de velhos coronéis na política regional e nacional bancando e controlando todas essas ações, uma VERGONHA… Por meio votações secretas, escondem do povo suas reais intenções ao inocentar bandidos que se utilizam da política para enriquecer e muitos desses se livrão de processos de cassação… O leitor brasileiro está desanimado com a classe política. Prova disso foi o recorde de eleitores que não compareceram as urnas, mesmo com a obrigatoriedade do escrutíneo. Imagina quando abolirem, através de lei, essa obrigação ‘democrática” de votar, apenas alguns que receberam algum favor irão escolher seu candidato… Enquanto isso, vc passa num concurso, mesmo que seja para um cargo modesto, você é obrigado a apresentar uma série de documentos de nada consta para tomar posse, provando que é um cidadão de bem… e o político? Além de poder ser ficha suja, não precisa ter estudo, não é Tiririca?

  6. - IP 200.17.60.247 - Responder

    ENOCK,

    PARABÉNS PELA CORAGEM DE MEXER EM VESPERO, MESMO SABENDO QUE, DESSE JEITO, SUAS IDAS AO FÓRUM DA CAPITAL SERÃO CONSTANTES…SEJA POR CAUSA DO PODEROSO DA AL, OU MESMO POR CAUSADO EX-PRESIDENTE DO TJ… BOA SORTE, JORNALISTA INTRÉPIDO!!!

  7. - IP 177.41.89.101 - Responder

    Juntando a estes agora o Dep Emanuel Pinheiro que se bastasse falsificar as esmeraldas agora aparece que ganha como funcionario aposentado da Assembleia, Deputado aposentado e como deputado, mais verba indenizatoria ou seja mais de R$112.000,00 por mes. Se nao fosse a denuncia ninguem saberia que Dep Emanuel Pinheiro é o que é, finge de santo mais comeca aparecer os podres. Usa o mandato para proteger empresas de Onibus de sua familia e seu bolso. E o Ministerio Publico nao Faz nada, esse é pior que o ex Dep Humberto Bosaipo.

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