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Saiba os prós e contras do GNV para fugir do alto preço da gasolina

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GNV: economia não é o único fator envolvido na questão da conversão que custa entre R$ 5 mil e R$ 9 mil hoje em dia
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GNV: economia não é o único fator envolvido na questão da conversão que custa entre R$ 5 mil e R$ 9 mil hoje em dia

Com a gasolina custando mais de R$ 7 o litro em várias regiões do Brasil já tem muita gente pensando em converter o carro para funcionar com GNV. Segundo a ANP (Agência Nacional de Petróleo) a economia em relação ao derivado de petróleo é de 51,3% e se comparado ao etanol chega a 55,8%. Porém, há prós e contras que envolvem a escolha da conversão.

Gasta-se 51,3% menos ao usar GNV na comparação com a gasolina a economia chega a 55,8%, mas é preciso salientar que, em média, precisa-se de 32 meses para pagar o investimento do kit gás para quem roda 500 quilômetros no mês. Portanto, a questão do custo mais baixo do GNV é mais interessante para quem costuma rodar bastante com o carro. Ouça mais detalhes a seguir.

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Principalmente no caso da conversão de carro movidos apenas a gasolina para GNV, a redução do rendimento do motor é maior, por causa da menor taxa de compressão. No caso dos kits de GNV de 5ª geração , em média, a perda de potência chega a 5%. Além disso, há casos em que é recomendável ajustar a suspensão por caisa do peso extra dos cilindros de gás.

Conforme especialistas, o gás natural tem uma emissão de gases poluentes 15% menor que o etanol e 20% menor do que a gasolina. Isso ocorre porque a queima do GNV é muito mais completa do que a da gasolina e do etanol . Além disso, o gás natural também é mais seguro. Por ser um combustível mais leve que o ar e possuir uma queima menor.

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Outra desvantagem ainda é que os veículos zero quilômetro perdem a garantia de fábrica depois que o equipamento de gás é instalado. A justificativa é que o carro com GNV sofre alterações em sua estrutura.

De acordo com especialistas, um carro com GNV desvaloriza, em média, de 15% a 20% na hora da venda ou troca por outro veículo . Isso porque o carro se torna modificado, ou seja, não é mais original de fábrica. Além disso, a venda deste tipo de veículo costuma ser mais difícil e geralmente é associado a perfil de motoristas que rodam muito

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Não é barato o custo com a instalação do equipamento que permite que o veículo seja abastecido com GNV . Hoje em dia, varia de R$ 5 a 9 mil, dependendo do tamanho do cilindro e do modelo do automóvel. Esse investimento no carro com GNV valerá a pena a médio e longo prazo.

Também é importante ficar atento às normas para uso do GNV . Para poder rodar com um carro com kit GNV é preciso passar por uma vistoria anual de segurança junto ao Inmetro, atestando de qualidade do equipamento e assim obter o selo que permite a circulação desse veículo.

Fonte: IG CARROS

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Pagou-se 44,3% a mais para abastecer com gasolina na virada do ano

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No Réveillon de 2020 para 2021, a gasolina estava custando R$ 4,775. Já neste, o valor chegou a R$ 6,847
Reprodução: iG Minas Gerais

No Réveillon de 2020 para 2021, a gasolina estava custando R$ 4,775. Já neste, o valor chegou a R$ 6,847

De acordo com o mais recente levantamento do Índice de Preços Ticket Log (IPTL), 2022 inicia com o valor médio da gasolina sendo cobrado a R$ 6,828 nos postos brasileiros, um pequeno recuo de 0,89% em relação a dezembro de 2021, quando o valor do litro estava em R$ 6,890.

Já o etanol , fechou os primeiros dias do ano a R$ 5,758, um recuo de 0,36% no valor, que no mês passado estava a R$ 5,779. Porém, se comparado ao mês de janeiro de 2021, a gasolina ainda está 41,79% mais cara e o etanol 52,37%.

O levantamento também analisou os preços em relação ao feriado de Ano Novo, dias 31 de dezembro de 2021, 1 e 2 de janeiro deste ano, e identificou que os brasileiros pagaram 43,39% mais caro pela gasolina , se comparado ao mesmo período do ano anterior.

No Réveillon de 2020 para 2021, a gasolina estava custando R$ 4,775. Já neste, o valor chegou a R$ 6,847. O preço do etanol também apresentou acréscimo em relação ao Réveillon 2020/21, de 53,19%, passando de R$ 3,707 para R$ 5,679.

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Os preços pelo Brasil

Na relação 70/30, a gasolina continua sendo a opção mais vantajosa para os motoristas abastecerem, exceto para GO e MT
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Na relação 70/30, a gasolina continua sendo a opção mais vantajosa para os motoristas abastecerem, exceto para GO e MT

Na análise regional, o cenário mudou se comparado a dezembro passado, com a Região Sudeste comercializando a gasolina pelo valor mais alto do País, a R$ 6,897, mesmo com baixa de 0,75%.

Bem como no mês anterior, o valor mais barato para o combustível foi novamente encontrado na Região Sul, por R$ 6,556. Os postos sulistas também apresentaram o maior recuo para o valor da gasolina, de 2,48%.

Ainda analisando o comportamento das médias nas regiões, também houve mudança em relação ao etanol mais caro. Desta vez, a maior média foi registrada no Norte, a R$ 6,109, alta de 0,31%, em relação a dezembro. Já o etanol mais barato, se manteve no Centro-Oeste, comercializado a R$ 5,442, mesmo com alta de 1,80% no valor.

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Nos destaques por Estado, o IPTL identificou uma baixa expressiva no valor da gasolina nos postos de abastecimento do Rio Grande do Sul, um reflexo da redução na alíquota do ICMS, divulgada pelo governo e implementada no Estado no primeiro dia do ano.

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Os postos gaúchos apresentaram uma redução de 5,35% no valor do combustível, que passou de R$ 7,032 para R$ 6,656. Mesmo assim, o menor valor médio para a gasolina foi encontrado no Amapá, a R$ 6,334. O Rio Grande do Sul também registrou a maior redução para o etanol (5,60%), que passou de R$6,983 para R$6,592.

Todos os Estados brasileiros apresentaram recuo no valor da gasolina, com exceção da Bahia, que registrou um aumento de 0,80% no valor, passando de R$6,859 para R$6,914; e do Rio Grande do Norte, onde a gasolina ficou 0,64% mais cara, passando de R$ 6,899 para R$ 6,943. Assim como em dezembro, o Rio de Janeiro registrou o litro mais caro da gasolina no País, a R$ 7,224.

Com a redução de 2,48% no valor do etanol, em relação a dezembro, o Estado de São Paulo apresentou o menor preço para o combustível, vendido a R$ 4,952. Já os postos do Pará registraram o maior valor médio para o litro, a R$ 6,596. O maior aumento para o etanol foi identificado em Alagoas (1,25%), passando de R$5,665 para R$5,736.

“Na relação 70/30, a gasolina continua sendo a opção mais vantajosa para os motoristas abastecerem, de acordo com o Índice de Preços Ticket Log (IPTL). Exceto para o Estado de Goiás e Mato Grosso, que tiveram o etanol como o mais favorável e para o Amapá onde não foi possível analisar”, ressalta Douglas Pina, Head de Mercado Urbano da Edenred Brasi.

Fonte: IG CARROS

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