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Renault aposta nos elétricos e prepara mais novidades nos próximos meses

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Dacia Spring corresponde à versão elétrica do Renault Kwid, que também será vendida no Brasil
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Dacia Spring corresponde à versão elétrica do Renault Kwid, que também será vendida no Brasil

A Renault tem uma forte ofensiva elétrica no seu portfólio de produtos. O Zoe, por exemplo, tem sido o EV número 1 em vendas na Europa. Neste mês de abril, a marca Dacia da Renault começa vender o SUV Spring de baixo custo. No segundo semestre a montadora francesa apresentará o Mègane E-THEC Electric.

Atualmente, o grupo Renault compartilha uma nova visão empresarial. Quer ser visto como um “líderes de transição energética na vanguarda das tecnologias e serviços sustentáveis e responsáveis”.

Um dos modelos que traz essa filosofia é o Spring. Ele é semelhante ao SUV Kwid convencional. No entanto, o modelo elétrico tem a tecnologia do Renault K-ZE, um carro EV econômico lançado no mercado chinês. É alimentado por um motor elétrico de 44 cv (33 kW) com torque de 12,75 kgfm.

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O SUV tem velocidade máxima de 125 km/h e sua autonomia está entre 230 km a 295 km, esta última com uma condução exclusiva urbana. Com a sua motorização 100% elétrica, o Dacia Spring tem dimensões compactas mas com uma silhueta ágil e é um veículo ideal para uma utilização diária. O seu grande trunfo é seu preço para os padrões da Europa: 12.400 euros (cerca de R$ 80 mil).

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Renault Mégane eVision: versão conceitual do que será a versão elétrica que será fabricada em série
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Renault Mégane eVision: versão conceitual do que será a versão elétrica que será fabricada em série


Também, na última semana, a Renault revelou imagens do Mégane E-TECH Electric . A montadora afirmou que o protótipo fotografado indica “90% do design externo que será visto no modelo de produção”.

“O Mégane é um carro muito popular na Europa. A próxima geração Mégane E-TECH Electric será um veículo que encarna o futuro dos carros conectados e totalmente elétricos”, afirmou o CEO da Renault, Luca de Meo.

Segundo o executivo, também haverá melhorias contínuas na tecnologia dos modelos híbridos . “O objetivo é continuar a fornecer veículos dos segmentos B, C e D com o melhor em eficiência e em experiências de dirigir”, garantiu.

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No Brasil, a Renault já vende a terceira geração do Zoe E-TECH , modelo 100% elétrico com uma autonomia de 385 km. Resta saber quando os novos elétricos chegarão ao País. A marca diz que está pronta “para voar no céu” da mobilidade urbana com veículos sustentáveis . Esperamos que essa ousadia chegue a todos os mercados.

Fonte: IG CARROS

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Conheça a história do Karmann Ghia TC

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Karmann Ghia TC foi lançado em 1970 e, com motor 1.6 refrigerado a ar, podia atingir 142 km/h, segundo a fabricante
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Karmann Ghia TC foi lançado em 1970 e, com motor 1.6 refrigerado a ar, podia atingir 142 km/h, segundo a fabricante

O Karmann Ghia foi produzido entre 1962 a 1970 através da união dos amigos Wilhelm Karmann Junior, engenheiro alemão de renome e herdeiro da empresa de carrocerias Karmann e Luigi Segre, proprietário da Carrozzeria Ghia, de Turim, na Itália.

Sem dúvida, foi um carro que remetia e muito a esportividade, principalmente os conversíveis, mas o peso dos anos foi passando o que obrigou a Volkswagen a pensar num outro modelo que fizesse jus ao primeiro modelo, lançando assim o TC.

O Karmann Ghia TC (Touring Coupé) , surgiu no dia 3 de agosto de 1970, foi um modelo desenhado no Brasil e teve uma leve inspiração no Porsche 911 . Ao invés da plataforma do Sedan (o Fusca que conhecemos por aqui), o TC baseava-se na plataforma dos VW Variant e TL , e não era tão charmoso quanto o Tipo 14 que o antecedeu.

Tinha uma carroceria mais simples e compreendia um estilo menos marcante, porém a traseira fastback (traseira levemente caída) era uma característica a qual agradava ao público.

Vinha com motor de 1600 cm3 equipado com dois carburadores 32PSTI, ventoinha plana gerando 65 cv, igual ao utilizado no Variant (Tipo 3) e que garantia um bom desempenho para a época, próximo à marca dos 142 km/h de velocidade final , levando em consideração o chassi pesado vindo do Tipo 3.

Karmann Ghia TC tem uma traseira que lembra a do Porsche 911 original, de 1963 pelo estilo de cupê
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Karmann Ghia TC tem uma traseira que lembra a do Porsche 911 original, de 1963 pelo estilo de cupê

Internamente, o fastback era infinitamente superior, graças à ampla área envidraçada e ao generoso espaço para cinco ocupantes e tinha um porta-malas que fazia jus ao nome.

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A vantagem era a opção do rebatimento do banco traseiro que era bipartido e podia transformar o compartimento num porta-malas de grandes dimensões. Na frente, também havia espaço para acomodar pequenas bagagens. O TC também acabava de vez com alguns dos inconvenientes do Tipo 14 , como por exemplo, a turbulência interna que passava um certo desconforto com as janelas abertas.

O Karmann Ghia TC (Touring Coupé), surgiu no dia 3 de agosto de 1970, foi um modelo desenhado no Brasil
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O Karmann Ghia TC (Touring Coupé), surgiu no dia 3 de agosto de 1970, foi um modelo desenhado no Brasil

Apesar das 18.119 unidades produzidas entre 1970 a 1975, o Karmann Ghia TC acabou se despedindo das linhas de montagem, devido às vendas que despencavam subitamente, passando a integrar, com merecido reconhecimento, sua parte na história da indústria automobilística nacional, agora como um verdadeiro clássico.

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Onde surgiu a lenda Karmann Ghia?

Em 1953, Wilhelm e Luigi foram novamente a Volkswagen e mostraram o novo projeto e para a satisfação de ambos
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Em 1953, Wilhelm e Luigi foram novamente a Volkswagen e mostraram o novo projeto e para a satisfação de ambos


O Volkswagen Karmann Ghia foi lançado através da união dos amigos Wilhelm Karmann Junior, engenheiro alemão de renome e herdeiro da empresa de carrocerias Karmann mais o Luigi Segre, proprietário da Carrozzeria Ghia, de Turim, na Itália.

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Com a parceria, juntos desenvolveram um protótipo pedido pela Volkswagen, baseado no Sedan (o nosso Fusca). Mas ao ver o projeto a fábrica o teria rejeitado. Mesmo assim, Segre não se deu por satisfeito e desenvolveu discretamente uma outra proposta, mais tarde, apresentada ao amigo Karmann Junior que aprovou de imediato.

Em 1953, Wilhelm e Luigi foram novamente a Volkswagen e mostraram o novo projeto e para a satisfação de ambos, Heinrich Nordhoff – executivo da montadora, aprovou o trabalho dos amigos e, dois anos mais tarde o Karmann Ghia era apresentado ao público.

O estilo da carroceria baixa (inspirada num Chrysler de 1953), harmonizada com as lanternas em formato de gota junto aos pára-lamas salientes logo caiu nas graças de todos, principalmente dos brasileiros quando chegou por aqui – em 1962, quando a Karmann estabelecia as mesmas atividades em relação a matriz, na Alemanha.

Em relação às versões alemãs, o nosso esportivo era diferenciado apenas pelo motor boxer (cilindros opostos) cuja cilindrada correspondia míseros 1.192 cm³ rendendo apenas 30 cv , o mesmo do Sedan. Esteticamente, o modelo brasileiro recebia pára-choques mais robustos.

O Karmann Ghia conversível ou Cabriolet foi lançado em 1958 e hoje em dia é um dos clássicos mais valorizados
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O Karmann Ghia conversível ou Cabriolet foi lançado em 1958 e hoje em dia é um dos clássicos mais valorizados

Em 1958, era a vez de ser lançado o modelo conversível. Com um belo desenho contrastando com a capota, merecia grandes elogios, porém o fraco desempenho era o mesmo da versão com teto rígido, sendo mais tarde substituída por um motor digno (exatos 1.493 cm³) de seu apelo esportivo. Por aqui foram comercializadas num total de 23.570 unidades do Karmann Ghia (Tipo 14) entre 1962 a 1971, sendo 177 da versão conversível.

Fonte: IG CARROS

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