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Kia Motors pode deixar de produzir o compacto Rio

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Kia Rio foi lançado no Brasil em janeiro de 2020 para bater de frente com Onix, HB20 e Polo
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Kia Rio foi lançado no Brasil em janeiro de 2020 para bater de frente com Onix, HB20 e Polo

A Kia deve parar de produzir o Rio em suas versões hatch e sedã no México na linha 2022, diz o site Aitomotive News. O motivo, segundo a publicação, seria a redução do catálogo de modelos compactos, que já não vendem na proporção de antigamente.

Dessa forma, as vendas do Kia Rio podem ser afetadas no Brasil, onde foi lançado em 2020 importado do México. O hatchback teve desempenho discreto e ficou muito distante dos modelos Sportage e Sorento, os mais emplacados da fabricante coreana no por aqui. 

Foto: Cauê Lira/iG Carros

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O possível fim da produção do Kia Rio revela que hatches e sedãs deixaram de ser alternativas rentáveis para as fabricantes. Em todo o mundo, SUVs estão ‘roubando’ o espaço que antes era ocupado por estes tipos de carrocerias.

Um bom exemplo disso é o Kia Stinger , esportivo que deve deixar de ser produzido na Coreia do Sul para dar lugar à nova geração do Carnival híbrido. O modelo parte de R$ 399.990 no Brasil.

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Nos Estados Unidos, a Volkswagen parou de vender as versões convencionais do Golf, que agora está restrito aos modelos esportivos. Da mesma forma, o sedã grande Avalon, da Toyota, também foi descontinuado na região. Aos poucos, modelos não-lucrativos vão deixando de ser produzidos.

Novos lançamentos

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Apesar do fim iminente da dupla  Rio e Stinger , a Kia pretende reforçar seu catálogo de SUVs no Brasil. Em julho, a fabricante confirmou o lançamento do Stonic com sistema híbrido leve, mas não deu detalhes sobre o cronograma. O modelo é produzido sob a mesma plataforma do Rio e virá ao Brasil para concorrer com VW Nivus e Fiat Pulse.

A Kia também confirmou a chegada do crossover Carnival ao Brasil. Ele será importado em versão única que vem equipada com motor V6, de 3,5 litros de cilindrada, que gera até 272 cv e 33,9 kgfm de torque, acoplado ao câmbio automático, de oito marchas.

O lançamento de ambos os modelos dependerá de uma série de fatores, como o valor internacional do dólar e a disponibilidade de microchips semicondutores na indústria.

Fonte: Automotive News


Fonte: IG CARROS

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Pagou-se 44,3% a mais para abastecer com gasolina na virada do ano

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No Réveillon de 2020 para 2021, a gasolina estava custando R$ 4,775. Já neste, o valor chegou a R$ 6,847
Reprodução: iG Minas Gerais

No Réveillon de 2020 para 2021, a gasolina estava custando R$ 4,775. Já neste, o valor chegou a R$ 6,847

De acordo com o mais recente levantamento do Índice de Preços Ticket Log (IPTL), 2022 inicia com o valor médio da gasolina sendo cobrado a R$ 6,828 nos postos brasileiros, um pequeno recuo de 0,89% em relação a dezembro de 2021, quando o valor do litro estava em R$ 6,890.

Já o etanol , fechou os primeiros dias do ano a R$ 5,758, um recuo de 0,36% no valor, que no mês passado estava a R$ 5,779. Porém, se comparado ao mês de janeiro de 2021, a gasolina ainda está 41,79% mais cara e o etanol 52,37%.

O levantamento também analisou os preços em relação ao feriado de Ano Novo, dias 31 de dezembro de 2021, 1 e 2 de janeiro deste ano, e identificou que os brasileiros pagaram 43,39% mais caro pela gasolina , se comparado ao mesmo período do ano anterior.

No Réveillon de 2020 para 2021, a gasolina estava custando R$ 4,775. Já neste, o valor chegou a R$ 6,847. O preço do etanol também apresentou acréscimo em relação ao Réveillon 2020/21, de 53,19%, passando de R$ 3,707 para R$ 5,679.

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Os preços pelo Brasil

Na relação 70/30, a gasolina continua sendo a opção mais vantajosa para os motoristas abastecerem, exceto para GO e MT
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Na relação 70/30, a gasolina continua sendo a opção mais vantajosa para os motoristas abastecerem, exceto para GO e MT

Na análise regional, o cenário mudou se comparado a dezembro passado, com a Região Sudeste comercializando a gasolina pelo valor mais alto do País, a R$ 6,897, mesmo com baixa de 0,75%.

Bem como no mês anterior, o valor mais barato para o combustível foi novamente encontrado na Região Sul, por R$ 6,556. Os postos sulistas também apresentaram o maior recuo para o valor da gasolina, de 2,48%.

Ainda analisando o comportamento das médias nas regiões, também houve mudança em relação ao etanol mais caro. Desta vez, a maior média foi registrada no Norte, a R$ 6,109, alta de 0,31%, em relação a dezembro. Já o etanol mais barato, se manteve no Centro-Oeste, comercializado a R$ 5,442, mesmo com alta de 1,80% no valor.

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Nos destaques por Estado, o IPTL identificou uma baixa expressiva no valor da gasolina nos postos de abastecimento do Rio Grande do Sul, um reflexo da redução na alíquota do ICMS, divulgada pelo governo e implementada no Estado no primeiro dia do ano.

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Os postos gaúchos apresentaram uma redução de 5,35% no valor do combustível, que passou de R$ 7,032 para R$ 6,656. Mesmo assim, o menor valor médio para a gasolina foi encontrado no Amapá, a R$ 6,334. O Rio Grande do Sul também registrou a maior redução para o etanol (5,60%), que passou de R$6,983 para R$6,592.

Todos os Estados brasileiros apresentaram recuo no valor da gasolina, com exceção da Bahia, que registrou um aumento de 0,80% no valor, passando de R$6,859 para R$6,914; e do Rio Grande do Norte, onde a gasolina ficou 0,64% mais cara, passando de R$ 6,899 para R$ 6,943. Assim como em dezembro, o Rio de Janeiro registrou o litro mais caro da gasolina no País, a R$ 7,224.

Com a redução de 2,48% no valor do etanol, em relação a dezembro, o Estado de São Paulo apresentou o menor preço para o combustível, vendido a R$ 4,952. Já os postos do Pará registraram o maior valor médio para o litro, a R$ 6,596. O maior aumento para o etanol foi identificado em Alagoas (1,25%), passando de R$5,665 para R$5,736.

“Na relação 70/30, a gasolina continua sendo a opção mais vantajosa para os motoristas abastecerem, de acordo com o Índice de Preços Ticket Log (IPTL). Exceto para o Estado de Goiás e Mato Grosso, que tiveram o etanol como o mais favorável e para o Amapá onde não foi possível analisar”, ressalta Douglas Pina, Head de Mercado Urbano da Edenred Brasi.

Fonte: IG CARROS

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