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Kawasaki KZ1000: conheça em detalhes a moto do seriado CHIPS

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Kawasaki KZ1000: dois exemplares em perfeito estado, sendo um deles caracterizado como viatura de polícia
Renato Bellote

Kawasaki KZ1000: dois exemplares em perfeito estado, sendo um deles caracterizado como viatura de polícia

A década de 80 foi única sob vários aspectos. A música teve um reflexo próprio, tanto no pop quanto no rock. No Brasil nós tivemos um período importantíssimo da redemocratização. E por aqui também vivemos uma época de ouro dos modelos fora-de-série, como já vimos em algumas matérias a bordo de Puma ou Miura.

Mas uma parte importante de quem foi criança nessa época diz respeito às séries de televisão. Antes de falar delas vale citar alguns filmes que também faziam o pessoal viajar para longe, tais como “De Volta para o Futuro”, “Goonies”, “E.T” e aquelas comédias pastelão clássicas do período como “Férias Frustradas”.

Mas voltando a televisão , que teve um crescimento muito grande na época, podemos citar “Super Máquina”, “Magnum”, “Esquadrão Classe A”, entre tantas outras que faziam com que crianças como nós imaginássemos grandes aventuras , seja no quintal ou dentro do apartamento. Inesquecíveis.

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Uma delas, em especial, trazia dos patrulheiros da Califórnia, que combatiam o crime nas estradas em aventuras muito bem escritas. O seriado CHiPS produzido pela NBC durante seis temporadas, de 1977 a 1983, fazia com que qualquer bicicleta se transformasse em uma potente motocicleta para acelerar pelas ruas.

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A motocicleta em questão se tornou um ícone. A Kawasaki KZ1000 Police começou a ser vendida em 1973. Trazia tudo que um policial poderia precisar, como banco individual, sirene, bateria de maior voltagem, porta-luvas e porta-objetos nas laterais. As mais antigas traziam também uma opção de travar o velocímetro para registrar a velocidade do infrator.

As aventuras de Jon Baker (Larry Wilcox) e Frank Poncherello (Erik Estrada) ficaram registradas na memória das pessoas. Mas alguns fãs da série vão além. Essa versão da motocicleta chegou Brasil no final dos anos 90 através da Polícia Rodoviária Federa l. Após alguns anos de uso foram leiloadas e chegaram às mãos dos entusiastas. É isso que mostramos na matéria de hoje.

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Os dois exemplares trazem algumas diferenças entre si. Um deles está totalmente caracterizado como uma motocicleta policial do seriado. Além disso o espírito vai além das duas rodas e chega ao vestuário do colecionador. Em breve falaremos de mais motos aqui no espaço visitando o Museu da Honda, em Indaiatuba. Até lá!

Fonte: IG CARROS

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Audi Q3 nacional: Como é no dia a dia e como se compara ao importado?

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Audi Q3: Modelo de mostra versátil, com conforto, tecnologias e bom desempenho
Guilherme Menezes /iG Carros

Audi Q3: Modelo de mostra versátil, com conforto, tecnologias e bom desempenho

Faz alguns anos que o mercado de SUVs iniciou uma ascensão notável nos rankings brasileiros de emplacamentos. Depois da pandemia e das últimas crises, o valor agregado dos automóveis subiu, decorrente do encarecimento dos custos de produção e da diminuição da oferta no mercado.

Em meio a tudo isso, vemos demandas maiores no segmento premium, que, inclusive, faz sucesso também com os SUVs com ares de cupê. Esse cenário motivou a Audi a prosseguir com a reinauguração da fábrica no Brasil, em São José dos Pinhais (PR). Por lá, são feitos os novos Q3 Sportback (que representa 70% do mix, segundo a marca) e o Q3 tradicional, que é o carro dos nossos testes.

Como se sai no dia a dia? A unidade testada é a versão topo de linha Performance Black , que sai por R$ 315.990. Entre os destaques, vemos a presença do pacote S-Line , que adiciona bancos de couro com Alcântara e volante com base plana e rodas de 19 polegadas.

Na lista de opcionais , há o piloto automático adaptativo com funções de assistência em congestionamento, aviso de saída de faixa, sistema de som Sonos 3D com 15 alto-falantes e subwoofer, que entrega 680W de potência.

Tivemos a oportunidade de entender se há diferenças entre o nacional e o anterior, que era da mesma geração, mas importado da Hungria. A resposta é que, com exceção a um item, não há diferenças.

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Isso se explica pelo fato de que sua produção é baseada no regime SKD (Semi Knock-Down), que consiste na chegada dos componentes individualmente, mas já montados por completo. No Brasil, são reunidos no carro para, assim, um novo Q3 nacional ficar pronto.

Duas vantagens dessa estratégia são a redução de custos de produção, ao mesmo tempo que fica mais fácil manter o padrão de qualidade.

Qual é a única diferença que observamos do Q3 húngaro para o nacional? A ausência do carregador por indução. Antes mesmo de notarmos isso, a própria equipe da Audi destacou esse ponto, logo que nos concederam o carro para teste.

Conforme apuramos com eles, isso se deve à escassez de suprimentos que a indústria enfrenta, mas que, futuramente, o item deverá retornar.

O SUV é equipado apenas com motor 2.0 turbo, de 231 cv e 34,7 kgfm de torque a 1.700 rpm,  que funciona com tração integral. Pelo o que notamos durante os nossos testes, o modelo deixou claro que tem desempenho convincente e faz jus até para os que apreciam mais desempenho.

Não é por menos, uma vez que acelera de 0 a 100 km/h feita em 7 segundos e chega aos 240 km/h. E, isso, sem abandonar a marca razoável de consumo de combustível. O Q3 faz 8 km/l (cidade) e 10,5 km/l (estrada), segundo o Inmetro.

Outro aspecto que chamou atenção no teste drive foi a boa estabilidade, bem como a agilidade e a rapidez dos principais comandos. O carro atual (seja o húngaro, ou o brasileiro) é, de fato, uma evolução notável do seu antecessor, com sistemas de direção, suspensão e freios sempre precisos.

Fora os itens que já mencionamos, todo o Audi Q3 traz o painel de instrumentos com tela digital 10,25”, ar-condicionado de duas zonas, porta-malas com abertura e fechamento elétrico com sistema hands-free , chave presencial para acesso e partida, luz ambiente , retrovisores elétricos e rebatíveis automaticamente, bem como teto solar elétrico panorâmico, oferecido como opcional.

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As linhas afiladas do carro, tanto fora quanto dentro, transmitem a ideia do carro “afiado” que realmente é. Além disso, ponto positivo para a escolha dos acabamentos, que são sensíveis ao toque em todo o carro.

A posição ao dirigir pode ser a que você quiser, com inúmeras possibilidades de combinação entre altura e profundidade de volante e postura do banco, que tem ajustes elétricos.

O único ponto que poderia ser diferente é a acessibilidade do sistema multimídia . Em nossos testes, não conseguimos ativar a conectividade com o celular via Bluetooth. Se não fosse pelo adaptador USB C cedido pela organização do evento de lançamento, também não teríamos como fazer conexão via cabo.

Conclusão

A versão nacional do Audi Q3 se mostrou versátil, bem equipada e com bom desempenho, deixando claro que se mantém como um dos SUVs médios de luxo recomedáveis hoje em dia.

Mas sentimos falta de alguma eletrificação no modelo, algo que vem se tornando um item importante no segmento,  no qual um itens essencias tem sido a questão da eficiência energética.

Preços da linha Q3

Q3 Prestige quattro 2.0 TFSI R$ 273.990

Q3 Performance quattro 2.0 TFSI R$ 290.990

Q3 Performance Black quattro 2.0 TFSI R$ 315.990

Q3 Sportback Performance quattro 2.0 TFSI R$ 315.990

Q3 Sportback Performance Black quattro 2.0 TFSI R$ 339.990

Ficha técnica Audi Q3

Motor: 2.0 TFSI, 231 cv e 34,7 kgfm

Câmbio: automático, 8 marchas, tração 4×4

Direção: elétrica

Suspensão: McPherson (diant) e múltiplos braços (tras)

Freios: disco ventilado nas quatro rodas

Pneus: 235/50 R19

Dimensões: compr. 448,4 cm; larg. 184,9 cm; alt. 161,6 cm; entre-eixos 268 cm;

peso 1.776 kg

Porta-malas: 530 litros

Consumo: 8 km/l (cidade) e 10,5 km/l (estrada)

0 a 100 km/h: 7 segundos

Vel. Max: 240 km/h

Fonte: IG CARROS

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