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Jeep vai revelar em março versão 100% elétrica do Wrangler

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Jeep Wrangler elétrico: ícone do off-road também vai entrar na era da eletrificação, com tração 4x4 e emissão zero
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Jeep Wrangler elétrico: ícone do off-road também vai entrar na era da eletrificação, com tração 4×4 e emissão zero

A eletrificação não está poupando nem as marcas mais firmemente instaladas no espírito do americano. Depois de investir nos Jeep Renegade e Compass 4xe para a Europa, agora foi a vez de a marca (agora parte do grupo Stellantis, formado pela fusão da FCA e PSA) revelar que trabalha em uma variação 100% elétrica do Wrangler, modelo que é um herdeiro direto do Willys MB da Segunda Guerra Mundial.

Esse Jeep Wrangler elétrico é citado no The Road Ahead, uma nova área criada no site americano da marca como parte da nova campanha de marketing da empresa, lançada no último domingo (7) com um comercial no Super Bowl LV, a final do campeonato de futebol americano.

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Na página, o fabricante diz que planeja revelar o carro-conceito no final de março, durante a edição deste ano do evento Easter Jeep Safari, um encontro de fãs da marca que acontece em Moab, no estado americano de Utah.

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Sem divulgar informações técnicas a respeito do Wrangler elétrico, a Jeep mostrou no site apenas um curto vídeo que revela como será feito o arranjo mecânico do modelo elétrico. Preservando o tradicional chassi de longarinas, o “e-Wrangler” terá baterias posicionadas sob o piso da cabine, entre as vigas do chassi.

No lugar de um sistema 4×4 com dois ou até três motores, como no Hummer EV , em que cada eixo conta com o seu conjunto motriz, a Jeep aparentemente deve optar por um único propulsor na dianteira, acoplado ao que aparentam ser um câmbio e caixa de transferência convencionais.

Jeep detalhou o arranjo mecânico do Wrangler elétrico, que terá força suficiente para manter a tradição em encarar trilhas
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Jeep detalhou o arranjo mecânico do Wrangler elétrico, que terá força suficiente para manter a tradição em encarar trilhas

Vale destacar que nos Estados Unidos a Jeep já oferece uma versão híbrida plug-in do Wrangler , também chamada de 4xe . Mostrada no ano passado, combina um motor 2.0 turbo a gasolina e outro elétrico para desenvolver 380 cv e 65 kgfm. Com autonomia no modo elétrico de 40 km, o 4×4 híbrido segue com o apelo off-road, sendo capaz de trafegar com trechos alagados com até 76 cm de profundidade.

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No Brasil, onde o Wrangler é oferecido na versão Rubicon e com motor 2.0 turbo de 272 cv, a eletrificação da Jeep irá começar pelos híbridos plug-in Renegade e Compass 4xe, que devem chegar ao Brasil em meados deste ano importados da Itália, onde são produzidos para o mercado europeu.

Fonte: IG CARROS

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MP Lafer: conheça a história da réplica brasileira do roadster inglês MG TD

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O MP utilizava chassi e motor VW refrigerado a ar e carroceria feita de fibra de vidro, o que o torna leve e livre de ferrugem
http://mplafer75.blogspot.com/2012/

O MP utilizava chassi e motor VW refrigerado a ar e carroceria feita de fibra de vidro, o que o torna leve e livre de ferrugem

Conversíveis sempre foram símbolos de esportividade. E numa época em que a importação oficial brasileira era proibida, um dos poucos conversíveis que poderiam ser adquiridos era a réplica do MG série T da fábrica Lafer, o MP Lafer.

A história do MP Lafer do Brasil começou nos idos de 1970, mais precisamente em 1972 com a fabricação do belo roadster MP que replicava o MG TD 1952. Mas para que este sonho fosse alcançado, Percival Lafer – um empresário no ramo da construção de móveis – decidiu fabricar um carro fora-de-série que atendesse ao gosto dos jovens da época.

Com uma equipe de profissionais altamente especializados na construção com plástico reforçado com fibra de vidro, logo o MP não demoraria para ganhar o sucesso.

A dúvida era qual carro poderia ser fabricado. Não demorou muito e Percival logo se decidiu pelo MG TD 1952 , um carro pertencente à Sra. Ivone, esposa de um funcionário da Lafer – João Arnault – o qual a tinha presenteado pelo seu aniversário. Tudo isso só veio à tona por causa do atraso de Arnault em chegar à empresa, pegando assim o carro de Ivone para chegar a tempo.

Logo trataram de desmontar o MG para que o projeto fosse colocado em prática com os novos moldes dos futuros MP. Com isso, em 1974 começavam a ser produzidas as primeiras unidades do MP , logo após a aprovação do público durante o Salão do Automóvel em SP , ocorrido em 1972.

Traseira também seguia o padrão adotado no clássico MG TF inglês de meados dos anos 50
Renato Bellote

Traseira também seguia o padrão adotado no clássico MG TF inglês de meados dos anos 50

Basicamente o MP utilizava chassi e motor VW refrigerado a ar de 1,5 litro , instalado na traseira que proporcionava um bom desempenho, segundo a fábrica. Equipado com este motor de 1.500 cc e 52 cv – carburação simples – o MP Lafer chegava a  115 km/h.

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Outra vantagem do carrinho era a distribuição do seu peso bruto de apenas 1.080 kg, graças à carroceria feita de fibra de vidro e resina de poliéster, dividida em duas partes, para posteriormente ser laminada. Isso era importante para dar maior resistência ao conjunto.

Suas dimensões eram de 3.910 mm de comprimento, 1.570 mm de largura e 1.350 mm (sem a capota e com o para-brisa abaixado – 1.090 mm).  Só por curiosidade, quando o roadster da Lafer esteve exposto no Brasil Export, em Bruxelas , no ano de 1973, os brasileiros tiveram ainda a satisfação de receber os elogios do pessoal da MG, pela perfeição com que sua réplica havia sido feita.

Por dentro, o painel revestido em madeira era bastante nostálgico, lembrando o carro que o originou. No centro do painel estavam medidor de combustível, de temperatura, relógio (opcional), indicador de pressão do óleo, voltímetro e, ao lado, como não poderia deixar de estar, velocímetro e o conta-giros com mostradores maiores.

Painel de madeira tem vários instrumentos como no esportivo original inglês
Renato Bellote

Painel de madeira tem vários instrumentos como no esportivo original inglês

Diferente do MG , o espaço para motorista e passageiro era excelente e os bancos individuais e anatômicos eram muito confortáveis. O volante da marca Panther era esportivo e bem acabado – revestido em madeira – além da boa funcionalidade, graças à posição, quase vertical. A alavanca de câmbio também é da VW, e bem localizada, com fácil alcance da mão.

Os pedais ficavam em posição ergonômica e confortável. O freio de mão, por sua vez, era localizado um pouco abaixo do painel, dificultando o acionamento do mesmo. Enfim, um carro sem mais e nem menos, justo à sua proposta de carro-esporte. Outra diferença em relação ao MG original era a adoção de janelas laterais de vidro, no lugar das cortinas de plástico abotoáveis.

Nas primeiras unidades, as portas tinham abertura no sentido contrário (do tipo suicida), como acontecia nos MG originais, porém mais tarde esta peculiaridade foi abolida por questões de segurança.         

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Com espaço para apenas o motorista e passageiro, o MP era um carro tipicamente esportivo e agradava não só aos jovens, mas também a um público mais conservador, graças às linhas clássicas como, por exemplo, os para-lamas salientes que desciam suavemente até a soleira das portas formando um só conjunto.

O para-brisa, quando retirada a capota (revestida de lona), podia ser baixado, assim como acontece com os Jeep Willys . Uma das características do MP era o estepe que era localizado atrás do cofre do motor (traseiro), que, protegido por uma tampa saliente, deixava à mostra as belas rodas. E por falar nelas, opcionalmente o roadster vinha equipado com rodas 15 x 4,5 polegadas (14 x 6 opcional) calçando pneus 5,60 x 15 (175 x 14 opcional).

Logo depois das 40 unidades produzidas, o MP deixava de usar o motor VW 1.300 e recebia o motor VW 1.600 (1.585 cm³). Sua potência máxima era de 60 cv a 4.600rpm , e torque máximo de 12 kgfm a 2.600 rpm . Mas o chassi do Fusca foi mantido.

Percival Lafer - um empresário no ramo da construção de móveis – decidiu fabricar um carro fora-de-série
Divulgação

Percival Lafer – um empresário no ramo da construção de móveis – decidiu fabricar um carro fora-de-série

Equipado com dupla carburação, o MP 1.600 passou a desenvolver a velocidade final de 122 km/h . Houve ainda um projeto de se utilizar o motor do Fusca 1600-S , porém isso acabou não acontecendo por problemas de fornecimento.

No final de 1975 a empresa Lafer acumulava 110 unidades vendidas , sendo três delas para o Japão e Estados Unidos. Já no ano seguinte, das 371 unidades produzidas , 12 foram exportadas . Tamanho foi o sucesso, que empresários de olho neste mercado decidiram dedicar-se à produção de um carro similar ao MP. Foi assim que surgiram o MG Agnus , o Pantera , o Enseada e o Avallone , entre outros.

Em maio de 1977 chegou a versão TI , uma nova opção que era desprovida de cromados e de linhas mais simples, destinada a um público mais jovem. O novo carro fazia lembrar um Excalibur ou Clenet.

O sucesso do novo carro, não só no Brasil como nos vários países da Europa e EUA, fez com que a Lafer exportasse 1.000 exemplares de um total de 4.300 produzidos durante os 16 anos de sua fabricação (1974 a 1990). Devido aos altos custos tornou-se inviável dar seguimento à produção.

Fonte: IG CARROS

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