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Hyundai Creta 2022 quer voltar a ser líder na versão 1.0 Platinum

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Hyundai Creta Platinum 1.0: visual recebeu mudanças em relação à versão coreana, mas continuou controverso
Cauê Lira/iG Carros

Hyundai Creta Platinum 1.0: visual recebeu mudanças em relação à versão coreana, mas continuou controverso

Entre todos os carros de imprensa que guiei neste ano, o Hyundai Creta 2022 foi um dos que causou mais curiosidade nas pessoas. Ele chega às lojas nas versões Comfort 1.0 (R$ 107.490), Limited 1.0 (R$ 120.490), Platinum 1.0 (R$ 135.490) e Ultimate 2.0 (R$ 147.990), contando ainda com a versão Action 1.6 (R$ 94.690) que mantém o visual antigo.

Foi justamente neste ponto que a Hyundai mais investiu. Podemos dizer que o Creta 2022 teve uma das reestilizações mais profundas dos últimos anos, atualizando não apenas o design da dianteira e da traseira, como também o interior. 

O Creta ainda é montado sob a plataforma GB, a mesma que equipou o sedã  Elantra por muitos anos. O visual traz inspirações claras do Palisade , SUV de grande porte que faz sucesso nos Estados Unidos. 

Os faróis dianteiros passam a ser divididos com uma parte maior abaixo e um filete mais estreito acima, em um arranjo inaugurado pela Fiat Toro no Brasil. O mais interessante é que este padrão continua na traseira.

O interior também está diferente, trazendo um ar mais sofisticado. Destaque para a central multimídia de 10,25 polegadas, a maior da categoria, e o novo seletor de modo de condução com quatro opções: econômico, normal, personalizado e esportivo.

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Motores

Versão com motor 1.0 turbo, com injeção direta, mostrou-se ágil o suficiente no dia a dia, tanto na cidade quanto na estrada
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Versão com motor 1.0 turbo, com injeção direta, mostrou-se ágil o suficiente no dia a dia, tanto na cidade quanto na estrada

Na linha 2022, os motores do Creta estão dispostos da seguinte forma. A versão Action sem facelift mantém o motor 1.6 aspirado de 130 cv de potência e 16,5 kgfm de torque, com câmbio automático de seis marchas. Os modelos Comfort , Limited e Platinum contam com o motor 1.0 turbo GDi de 120 cv de potência e 17,5 kgfm de torque.

Quem olha para os números sem enxergar o contexto pode imaginar que o Creta regrediu ao apostar em um motor de apenas um litro de cilindrada com potência declarada em níveis inferiores. Mas a verdade é que o SUV nunca esteve tão bom de andar.

O antigo motor 1.6 desenvolve seus 16,5 kgfm de torque em 4.500 rotações, enquanto o motor 1.0 turbo precisa de apenas 1.500 rotações para entregar o torque cheio de 17,5 kgfm de torque. Sendo assim, temos um SUV muito mais ágil  aos comandos do motorista no pedal, além de ter ficado mais eficiente.

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Com o novo 1.0 turbo, o SUV ficou muito mais espertinho para encarar subidas e saídas de semáforo. O grande destaque fica por conta do câmbio automático de seis marchas , que tem trocas suaves e inteligentes, de acordo com o modo de condução escolhido pelo motorista.

O casamento entre o motor 1.0 turbo e o câmbio é feliz, proporcionando bom desempenho para a versão. O consumo, segundo o Inmetro, é de 8,3 km/l na cidade e 8,7 km/l na estrada com etanol, além de marcar 11,6 km/l na cidade e 12 km/l na estrada.

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A versão mais cara do Creta, a Ultimate , mantém o motor 2.0 aspirado, que ganhou 1 cv na comparação com o modelo anterior. Agora são 167 cv de potência a 6.200 rpm e 20,5 kgfm de torque a 4.700 rpm, com câmbio automático de seis marchas. Em algumas semanas, teremos essa versão em nossa garagem para um veredito sobre ela.

Conforto

Interior do novo Creta representa a principal evolução do modelo, que ficou com aspecto mais requintado e moderno
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Interior do novo Creta representa a principal evolução do modelo, que ficou com aspecto mais requintado e moderno

O Creta Platinium ainda conta com várias câmeras espalhadas pela carroceria, que formam uma visualização 360° na central multimídia. Trata-se de um ótimo recurso para evitar ‘raladas’ indesejadas no estacionamento do prédio.

O porta-malas que antes tinha 431 litros agora passa a ter 422. Isso porque os engenheiros optaram por recuar o banco traseiro e dar mais espaço para os joelhos.

Veredito

O Hyundai Creta quer voltar à liderança do segmento, posto que atingiu em 2018 ao superar o Honda HR-V por mil unidades nas vendas. Em 2022 também terá que enfrentar o novo SUV compacto da Honda.

Apesar da polêmica a respeito do visual – principalmente pelo formato dos faróis dianteiros – o modelo renovado deve repetir a história do HB20 e performar bem nas concessionárias. Vale lembrar que o hatch também sofreu críticas pelo visual ao ser lançado em 2019, mas foi o carro mais vendido do Brasil em setembro de 2021.

Hyundai Creta Platinum Motor: 1.0, turbo, flex Potência: 120 cv a 6.000 rpm Torque: 17,5 kgfm a 1.500 rpm Transmissão: automática, seis marchas Suspensão: McPherson (dianteira), eixo de torção (traseira) Freios: discos ventilados (dianteira), discos sólidos (traseira) Proporções: 4,30 metros (comprimento), 1,79 m (largura), 1,63 m (altura), 2.61 m (entre-eixos) Pneus: 215/60 R17 Porta-malas: 422 litros Consumo etanol: 8,3 km/l na cidade e 8,7 km/l na estrada Consumo gasolina: 11,6 km/l na cidade e 12 km/l na estrada

Fonte: IG CARROS

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Honda Accord híbrido se mostra  confortável e faz até 17,6 km/l

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Honda Accord híbrido é o primeiro modelo eletrificado que a marca traz ao Brasil, onde chegarão mais dois até 2023
Guilherme Menezes/ iG Carros

Honda Accord híbrido é o primeiro modelo eletrificado que a marca traz ao Brasil, onde chegarão mais dois até 2023

Se você quiser conhecer do que uma marca é capaz, veja o melhor modelo que ela oferece. Quando falamos de Honda, é o Accord e:HEV que aparece. Ao longo de seus 45 anos de vida, evoluiu e evoluiu, até chegar à sua 10ª geração, que é exatamente o carro que testamos aqui. O Honda Accord é a síntese da tradicional mentalidade japonesa, que, conforme a própria montadora diz, defende o mínimo para a máquina e o máximo para o homem.

Importado dos Estados Unidos, o Honda Accord híbrido chega por R$ 310.990, próximo de rivais europeus como o Audi A4 , mais em conta do que rivais de preço europeus, como o Audi A4, Volvo S60 BMW Série 3 e o recém lançado Mercedes Classe C . O ponto é que, por mais que não tenha apelo tão esportivo quanto eles, é imbatível em economia de combustível, espaço interno e capacidade de malas.

Mesmo a carroceria do Accord é maior do que a maioria deles. Levantamos algumas especificações para trazer mais detalhes. Tem 4,89 metros de comprimento, 1,86m de largura, 1,45m de altura e 574 litros de porta-malas.

Interessante é como os ocupantes se acomodam com conforto de sobra, aproximando-se de sedãs ainda maiores como BMW Série 5 , Audi A6 , Mercedes Classe E, entre outros. Muito disso se deve graças aos 2,83 metros de entre-eixos do modelo da Honda .

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Por fora, o Accord híbrido é sóbrio, elegante e grande. Suas novas rodas de 17 polegadas, novos para-choque e grade frontal e faróis de neblina em LED redesenhados, enquanto na traseira a novidade é o novo acabamento inferior no para-choque, são as principais marcas da sua renovação.

No interior, algo que poderia ser mais moderno (e, logo, um pouco melhor), é sua central multimídia. Ela tem todas as últimas funções de conectividade e pareamento com celulares, mas já é possível encontrar alternativas mais fáceis de usar (não que a multimídia do Honda Accord seja complicada).

De resto, caiu muito bem a mudança do seletor do câmbio do Accord , que agora é operado por botões, bem como a acessibilidade para outras funções por meio do volante multifuncional. Complementa o requinte do interior, as saídas de ar-condicionado na traseira, acabamento de couro nas laterais, linhas modernas que misturam o futurista com o conservador, entre outros atributos.

Desliza no asfalto

Na conectividade, o sistema de áudio agora permite a integração com as tecnologias de conectividade sem fios
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Na conectividade, o sistema de áudio agora permite a integração com as tecnologias de conectividade sem fios

Ao volante, puro conforto e acerto ideal para a proposta. O carro é bem silencioso, macio e estável. O que o Accord (e os carros japoneses, de forma geral) tem de sossego ao volante, os alemães (principalmente Audi e BMW ) têm de precisão e desempenho. São referência na mesma medida, mas em searas distintas.

E é aí que entendemos como seu público-alvo é tão cativo quanto o dos alemães (ainda que, novamente, cada um desses perfis de usuário costumam ser bem diferentes uns dos outros). Isso nos leva à conclusão de que o Accord até concorre com os europeus, mas não tanto assim.

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Voltando dos pensamentos e mergulhando no que interessa, a sensação ao dirigir é bem relaxante. Quando selecionamos o modo Eco, que intercala o motor a combustão de ciclo Atkinson com os dois elétricos, faz até 17,6 km/l na cidade e 17,1 km/l na estrada,segundo o Inmetro.

O híbrido da Honda consegue ser tão econômico (ainda mais na cidade), por conta do pouco uso do motor a combustão. Ao arrancar, por exemplo, apenas os motores elétricos funcionam.

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Se optar pelo modo Sport, todos os seus 215 cv de potência combinada e 32,1 kgfm estão sempre à disposição. Com isso, é capaz de acelerar até 100 km/h em 7,5 segundos e chegar aos 187 km/h, de acordo com dados da fabricante.

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O desempenho do Honda Accord híbrido é tão elástico que, se não fosse pelo câmbio CVT, poderia até superar esses números. Entretanto, o câmbio é mais um dos responsáveis pela sua eficiência, algo que preserva sua razão de ser.

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Conclusão

É claro que o mercado automotivo está praticando preços elevados tanto para modelos novos quanto seminovos. E, apesar dos mais de R$ 300 mil cobrados pelo Honda Accord, o carro tem seus atributos.

Certamente, o modelo não dará tanta manutenção, bem como se manterá atual, nem depois de anos de uso. O Accord é um carro que sempre teve o meu respeito e, agora, passo a apreciá-lo ainda mais.

Ficha técnica: Honda Accord e:HEV (Hybrid)

Preço: R$ 310.990

Motor: Combustão: 145 cv a 6.200 rpm; 17,8 kgfm a 3.500 rpm; elétrico: 184 cv e 32,1 kgfm; Combinada: 215 cv e 32,1 kgfm.

Câmbio: Automático CVT, tração dianteira

Suspensão: McPherson na dianteira, multilink na traseira; rodas de 17 polegadas com pneus 225/50 R17

Peso: 1.555 kg em ordem de marcha

Porta-malas: 574 litros.

Tanque: 48,5 litros

Consumo: cidade: 17,6 km/l; estrada: 17,1 km/l (gasolina), segundo o Inmetro

Fonte: IG CARROS

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