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Delivery de combustível está prestes a ser regulamentado no Brasil

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Delivery de combustível está prestes a ser regulamentado no Brasil., depois de ter dado certo em barcos e lanchas
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Delivery de combustível está prestes a ser regulamentado no Brasil., depois de ter dado certo em barcos e lanchas

Comprar combustível pelo aplicativo e recebê-lo no local de destino da preferência do consumidor em breve será uma realidade no Brasil. Isso já não é novidade entre países como Estados Unidos, Canadá e Inglaterra cuja demanda vem crescendo.

O serviço, que funciona 24 horas por meio de aplicativo para celulares, ficou conhecido como o ‘Uber dos combustíveis’ . Após realizar o cadastro, o app informa a disponibilidade dos caminhões para, então, a compra ser efetivada. O veículo vai até o consumidor, que nem precisa sair de casa ou ter contato com atendentes para realizar o pagamento.

 A Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) prepara o novo marco regulatório do mercado de combustíveis que deve modificar a forma como os produtos são vendidos no país e autorização para postos realizarem o serviço de entrega por meio de veículos adaptados.

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Esse modelo funcionou no Rio de Janeiro por meio da empresa Gofit . Inicialmente, o foco era a entrega em marinas, para abastecer barcos, lanchas e jet-skis, mas a meta é ampliar o mercado para todos os consumidores assim que houver regulamentação.

Fonte: IG CARROS

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Dinheiro na mão é vendaval

Procon-RJ multa iFood em R$ 1,5 milhão por troca de nomes de restaurantes

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Empresa deverá pagar indenização por não prestar informações sobre alteração em nomes de restaurantes
Sophia Bernardes

Empresa deverá pagar indenização por não prestar informações sobre alteração em nomes de restaurantes

O iFood foi multado R$ 1.508.240 pelo Procon-RJ por não prestar informações necessárias que garantirassem que os dados dos clientes estavam seguros, após uma pane no sistema que levou os nomes de vários restaurantes listados pelo serviço de entregas serem substituídos por mensagens políticas, antivacina e dados de app rival no último dia 2 de novembro.

Segundo o Procon Carioca, o IFood chegou a informar que as alterações teriam sido feitas por uma empresa prestadora de serviço, mas que não houve vazamento de dados pessoais dos consumidores nem de informações sobre cartões de débito ou crédito cadastrados como meios de pagamento.

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No entanto, como o aplicativo declara em sua política de privacidade compartilhar dados com empresas terceirizados, incluindo os meios de pagamento, o Procon Carioca pediu ao iFood esclarecimentos sobre a vulnerabilidade de exposoção de dados dos consumidores, como CPF, endereço, cartões.

O Procon Carioca solicitou também informações sobre quais estabelecimentos foram afetados por esse acesso indevido, por quanto tempo os nomes ficaram alterados, qual foi o prazo para correção do sistema, quantas compras foram realizadas durante o acesso indevido e qual a identificação da empresa prestadora de serviços que deu causa ao acontecimento e suas atribuições na gestão da plataforma.

Segundo o órgão de defesa do consumidor a ausência de documentos comprobatórios de que não houve vazamento de dados e sobre o incidentes em si levou à multa. A empresa ainda pode recorrer.

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