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O mundo sobre rodas

Conheça 5 carros que usam formas alternativas de propulsão

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Ford Turbine Car usa motor a turbina Chrysler A831 de 132 cv de potência e 58,7 kgfm de torque.
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Ford Turbine Car usa motor a turbina Chrysler A831 de 132 cv de potência e 58,7 kgfm de torque.

Não é de hoje que pesquisadores têm estudado fontes de energias alternativas renováveis e limpas, ou os combustíveis alternativos. O assunto sempre foi de interesse mundial e desde então, sempre surgiram inúmeras pesquisas, algumas em andamento todas com um único intuito de causa o menor impacto possível ao meio ambiente.  

Nesse raciocínio, os carros do futuro são sempre a bola da vez apostando em vários tipos de combustíveis de modo que se torne ecologicamente e economicamente viável para o meio ambiente. Conheça algumas dessas ideias alternativas à gasolina, algumas até bastante extravagantes, que já foram objetos de estudo.

1 – FEI X-1

Primeiro protótipo FEI X-1 foi exposto no VI Salão do Automóvel de 1968.
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Primeiro protótipo FEI X-1 foi exposto no VI Salão do Automóvel de 1968.

O primeiro protótipo FEI X-1 , exposto em 1968 no VI Salão do Automóvel , com carroceria de madeira e linhas futurísticas pesava só 380 kg e para sair da inércia usava motor de Gordini e duas marchas: primeira e ré e andava tanto no asfalto quanto na água, graças ao colchão de ar e impulsionado por uma hélice.

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2 – CHRYSLER TURBINE CAR

Turbine Car usa motor Chrysler A831 de só 132 cv e brutais 58,7 kgfm.
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Turbine Car usa motor Chrysler A831 de só 132 cv e brutais 58,7 kgfm.

A Chrysler saiu na frente e, em 1963 tentou apostar na comercialização do Turbine Car com motor a turbina Chrysler A831 de só 132 cv e brutais 58,7 kgfm .

Como ela girava a 45.700 rpm, a marcha lenta ficava em absurdos 2 2.000 rpm . Acoplado ao motor, a caixa automática de três velocidades TorqueFlite contribuía para a velocidade final de 193 km/h .

3 – FORD NUCLEON

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Protótipo do Ford Nucleon se encontra no Museu Henry Ford em Dearborn (EUA).
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Protótipo do Ford Nucleon se encontra no Museu Henry Ford em Dearborn (EUA).

Em 1958, o Ford Nucleon foi a aposta aos problemas de combustível. Movido a energia atômica igual aos submarinos nucleares, utilizava a fissão nuclear – semelhante ao utilizado nos submarinos nucleares – para aquecer o motor a vapor. A ideia estacionou e, hoje, o protótipo se encontra no Museu Henry Ford em Dearborn (EUA).

4 – HONDA FCX CLARITY

Honda FCX Clarity é dotado de célula de hidrogênio que o transforma em eletricidade movendo os motores elétricos. Tem autonomia de 750 km.
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Honda FCX Clarity é dotado de célula de hidrogênio que o transforma em eletricidade movendo os motores elétricos. Tem autonomia de 750 km.

O que parecia ficção quanto a carros movidos a hidrogênio, coube a Honda torná-lo realidade em 2010 a partir do FCX Clarity. Dotado de célula de hidrogênio que o transforma em eletricidade e movem motores elétricos, possui autonomia de 750 km. Solução altamente eficiente, já que reduz os custos de eletricidade, gás e combustível veicular em até 50%. 

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5 – NISSAN E-BIO FUEL CELL

Nissan e-Bio Fuel Cell conta com célula de combustível por etanol que o converte em hidrogênio.
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Nissan e-Bio Fuel Cell conta com célula de combustível por etanol que o converte em hidrogênio.

Ele é “movido a álcool”, mas não polui, graças à Célula de Combustível de Óxido Sólido (SOFC) por etanol que o converte em hidrogênio e se transforma em eletricidade para a rodas. É o exemplo do protótipo e-Bio Fuel Cell da Nissan com autonomia de 600 km com apenas um tanque de 30 litros de combustível.

Fonte: IG CARROS

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Honda Accord híbrido se mostra  confortável e faz até 17,6 km/l

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Honda Accord híbrido é o primeiro modelo eletrificado que a marca traz ao Brasil, onde chegarão mais dois até 2023
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Honda Accord híbrido é o primeiro modelo eletrificado que a marca traz ao Brasil, onde chegarão mais dois até 2023

Se você quiser conhecer do que uma marca é capaz, veja o melhor modelo que ela oferece. Quando falamos de Honda, é o Accord e:HEV que aparece. Ao longo de seus 45 anos de vida, evoluiu e evoluiu, até chegar à sua 10ª geração, que é exatamente o carro que testamos aqui. O Honda Accord é a síntese da tradicional mentalidade japonesa, que, conforme a própria montadora diz, “o mínimo para a máquina e o máximo para o homem”.

Importado dos Estados Unidos, o Honda Accord híbrido chega por R$ 310.990, próximo de rivais europeus como o Audi A4 , mais em conta do que rivais de preço europeus, como o Audi A4, Volvo S60 BMW Série 3 e o recém lançado Mercedes Classe C . O ponto é que, por mais que não tenha apelo tão esportivo quanto eles, é imbatível em economia de combustível, espaço interno e capacidade de malas.

Mesmo a carroceria do Accord é maior do que a maioria deles. Levantamos algumas especificações para trazer mais detalhes. Tem 4,89 metros de comprimento, 1,86m de largura, 1,45m de altura e 574 litros de porta-malas.

Interessante é como os ocupantes se acomodam com conforto de sobra, aproximando-se de sedãs ainda maiores como BMW Série 5 , Audi A6 , Mercedes Classe E, entre outros. Muito disso se deve graças aos 2,83 metros de entre-eixos do modelo da Honda .

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Por fora, o Accord híbrido é sóbrio, elegante e grande. Suas novas rodas de 17 polegadas, novos para-choque e grade frontal e faróis de neblina em LED redesenhados, enquanto na traseira a novidade é o novo acabamento inferior no para-choque, são as principais marcas da sua renovação.

No interior, algo que poderia ser mais moderno (e, logo, um pouco melhor), é sua central multimídia. Ela tem todas as últimas funções de conectividade e pareamento com celulares, mas já é possível encontrar alternativas mais fáceis de usar (não que a multimídia do Honda Accord seja complicada).

De resto, caiu muito bem a mudança do seletor do câmbio do Accord , que agora é operado por botões, bem como a acessibilidade para outras funções por meio do volante multifuncional. Complementa o requinte do interior, as saídas de ar-condicionado na traseira, acabamento de couro nas laterais, linhas modernas que misturam o futurista com o conservador, entre outros atributos.

Desliza no asfalto

Na conectividade, o sistema de áudio agora permite a integração com as tecnologias de conectividade sem fios
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Na conectividade, o sistema de áudio agora permite a integração com as tecnologias de conectividade sem fios

Ao volante, puro conforto e acerto ideal para a proposta. O carro é bem silencioso, macio e estável. O que o Accord (e os carros japoneses, de forma geral) tem de sossego ao volante, os alemães (principalmente Audi e BMW ) têm de precisão e desempenho. São referência na mesma medida, mas em searas distintas.

E é aí que entendemos como seu público-alvo é tão cativo quanto o dos alemães (ainda que, novamente, cada um desses perfis de usuário costumam ser bem diferentes uns dos outros). Isso nos leva à conclusão de que o Accord até concorre com os europeus, mas não tanto assim.

Voltando dos pensamentos e mergulhando no que interessa, a sensação ao dirigir é bem relaxante. Quando selecionamos o modo Eco, que intercala o motor a combustão de ciclo Atkinson com os dois elétricos, faz até 17,6 km/l na cidade e 17,1 km/l na estrada,segundo o Inmetro.

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O híbrido da Honda consegue ser tão econômico (ainda mais na cidade), por conta do pouco uso do motor a combustão. Ao arrancar, por exemplo, apenas os motores elétricos funcionam.

E o mais legal é seu modo de condução semi-autônomo. Rodamos na estrada para analisar seu funcionamento. Vimos o quão inteligente, preciso e suave é a capacidade de leitura e de tomada de decisão. Bem fácil de acionar, de configurar e de ganhar confiança na atuação da tecnologia. Isso sim é o casamento entre a tradição e a tecnologia.

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Se optar pelo modo Sport, todos os seus 215 cv de potência combinada e 32,1 kgfm estão sempre à disposição. Com isso, é capaz de acelerar até 100 km/h em 7,5 segundos e chegar aos 187 km/h, de acordo com dados da fabricante.

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O desempenho do Honda Accord híbrido é tão elástico que, se não fosse pelo câmbio CVT, poderia até superar esses números. Entretanto, o câmbio é mais um dos responsáveis pela sua eficiência, algo que preserva sua razão de ser.

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Conclusão

É claro que o mercado automotivo está praticando preços elevados tanto para modelos novos quanto seminovos. E, apesar dos mais de R$ 300 mil cobrados pelo Honda Accord, o carro tem seus atributos.

Certamente, o modelo não dará tanta manutenção, bem como se manterá atual, mesmo depois de anos de uso. O Accord é um carro que sempre teve o meu respeito e, agora, passo a apreciá-lo ainda mais.

Ficha técnica: Honda Accord e:HEV (Hybrid)

Preço: R$ 310.990

Motor: Combustão: 145 cv a 6.200 rpm; 17,8 kgfm a 3.500 rpm; elétrico: 184 cv e 32,1 kgfm; Combinada: 215 cv e 32,1 kgfm.

Câmbio: Automático CVT, tração dianteira

Suspensão: McPherson na dianteira, multilink na traseira; rodas de 17 polegadas com pneus 225/50 R17

Peso: 1.555 kg em ordem de marcha

Porta-malas: 574 litros.

Tanque: 48,5 litros

Consumo: cidade: 17,6 km/l; estrada: 17,1 km/l (gasolina), segundo o Inmetro

Fonte: IG CARROS

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