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Como a falta de carros novos refinou o mercado dos seminovos?

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Quatro em cada dez brasileiros sem carro pretende comprar um automóvel próprio, aponta pesquisa da Globo Insights
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Quatro em cada dez brasileiros sem carro pretende comprar um automóvel próprio, aponta pesquisa da Globo Insights

Com a pandemia de Covid-19, o mundo enfrentou diversas dificuldades. Para a indústria automobilística, não foi diferente. Diversas fábricas foram fechadas e a escassez de insumos desabasteceu o mercado de veículos novos.

A pandemia também abriu margem ao repasse de aumentos de todo tipo na estrutura de custo das montadoras, em toda a cadeia de suprimentos, desde a energia utilizada, até o frete dos materiais.

Todo este cenário fez a procura por carros seminovos explodir em 2021, contribuindo para a valorização de até 29% dos automóveis usados em todo o Brasil. Tudo isso acentua a elitização no consumo de automóveis.

Além dos carros novos  estarem em falta no mercado, eles também estão cada vez menos acessíveis para os consumidores, que precisam desembolsar, em média, 40 salários mínimos para conseguirem comprar um popular.

Até os carros usados tiveram uma valorização em massa, algo que não víamos ocorrer desde a virada do século
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Até os carros usados tiveram uma valorização em massa, algo que não víamos ocorrer desde a virada do século

Esse é um indicativo que revela o fato do consumidor ter passado a dar preferência ao mercado de seminovos e usados , visto que, pelo mesmo preço do zero km, poderão ter um carro mais equipado e que depreciará menos — ainda que mais antigo. E isso está movimentando o ecossistema como um todo.

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Quer mais detalhes de como está a situação do mercado? De acordo com o levantamento realizado pela consultoria KBB Brasil — empresa especializada em pesquisa de preços de veículos novos e usados — os preços dos carros zero subiram 8,3%, em média, no acumulado de 2021 até novembro. Já os seminovos tiveram alta de 15,1%. Enquanto isso, os carros usados, fabricados a partir de 2017, subiram 21% no mesmo período.

Diante desse cenário, empresas de tecnologia voltadas ao setor automotivo, enxergam a oportunidade de criar soluções que facilitem a possibilidade de compra e venda. Como é o caso da fintech Listo , que entrou em contato com a redação do iG Carros para propor o assunto do podcast de hoje e contar mais detalhes. Ouça na íntegra a seguir.

A empresa é dirigida por Kleber Méa Marcos aqui no Brasil, que diz que o principal propósito deles é devolver a autonomia financeira aos seus clientes, por meio da facilidade no acesso a crédito , redução de custos e melhora na produtividade. Atuante em diversos países, conta com mais de 100 mil clientes e 80% de seu portfólio dentro do mercado de carros e motos.

Anfavea vê 2022 com positividade, apesar das perspectivas por trás dos desafios da indústria estarem mantidos
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Anfavea vê 2022 com positividade, apesar das perspectivas por trás dos desafios da indústria estarem mantidos

A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) não estima redução nos preços nos próximos meses de 2022. Entre os principais motivos, está a alta do dólar, que gera impacto na importação dos insumos, elevando o preço dos produtos nacionais e, consequentemente, aumentando o valor do veículo para o consumidor final.

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Em um mercado onde os carros novos e usados não param de encarecer, é sempre muito interessante ver soluções como as da Listo chegando para não deixar o mercado esfriar e encolher. É a tecnologia e a logística financeira à serviço de quem trabalha e de quem compra.

Fonte: IG CARROS

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Audi Q3 nacional: Como é no dia a dia e como se compara ao importado?

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Audi Q3: Modelo de mostra versátil, com conforto, tecnologias e bom desempenho
Guilherme Menezes /iG Carros

Audi Q3: Modelo de mostra versátil, com conforto, tecnologias e bom desempenho

Faz alguns anos que o mercado de SUVs iniciou uma ascensão notável nos rankings brasileiros de emplacamentos. Depois da pandemia e das últimas crises, o valor agregado dos automóveis subiu, decorrente do encarecimento dos custos de produção e da diminuição da oferta no mercado.

Em meio a tudo isso, vemos demandas maiores no segmento premium, que, inclusive, faz sucesso também com os SUVs com ares de cupê. Esse cenário motivou a Audi a prosseguir com a reinauguração da fábrica no Brasil, em São José dos Pinhais (PR). Por lá, são feitos os novos Q3 Sportback (que representa 70% do mix, segundo a marca) e o Q3 tradicional, que é o carro dos nossos testes.

Como se sai no dia a dia? A unidade testada é a versão topo de linha Performance Black , que sai por R$ 315.990. Entre os destaques, vemos a presença do pacote S-Line , que adiciona bancos de couro com Alcântara e volante com base plana e rodas de 19 polegadas.

Na lista de opcionais , há o piloto automático adaptativo com funções de assistência em congestionamento, aviso de saída de faixa, sistema de som Sonos 3D com 15 alto-falantes e subwoofer, que entrega 680W de potência.

Tivemos a oportunidade de entender se há diferenças entre o nacional e o anterior, que era da mesma geração, mas importado da Hungria. A resposta é que, com exceção a um item, não há diferenças.

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Isso se explica pelo fato de que sua produção é baseada no regime SKD (Semi Knock-Down), que consiste na chegada dos componentes individualmente, mas já montados por completo. No Brasil, são reunidos no carro para, assim, um novo Q3 nacional ficar pronto.

Duas vantagens dessa estratégia são a redução de custos de produção, ao mesmo tempo que fica mais fácil manter o padrão de qualidade.

Qual é a única diferença que observamos do Q3 húngaro para o nacional? A ausência do carregador por indução. Antes mesmo de notarmos isso, a própria equipe da Audi destacou esse ponto, logo que nos concederam o carro para teste.

Conforme apuramos com eles, isso se deve à escassez de suprimentos que a indústria enfrenta, mas que, futuramente, o item deverá retornar.

O SUV é equipado apenas com motor 2.0 turbo, de 231 cv e 34,7 kgfm de torque a 1.700 rpm,  que funciona com tração integral. Pelo o que notamos durante os nossos testes, o modelo deixou claro que tem desempenho convincente e faz jus até para os que apreciam mais desempenho.

Não é por menos, uma vez que acelera de 0 a 100 km/h feita em 7 segundos e chega aos 240 km/h. E, isso, sem abandonar a marca razoável de consumo de combustível. O Q3 faz 8 km/l (cidade) e 10,5 km/l (estrada), segundo o Inmetro.

Outro aspecto que chamou atenção no teste drive foi a boa estabilidade, bem como a agilidade e a rapidez dos principais comandos. O carro atual (seja o húngaro, ou o brasileiro) é, de fato, uma evolução notável do seu antecessor, com sistemas de direção, suspensão e freios sempre precisos.

Fora os itens que já mencionamos, todo o Audi Q3 traz o painel de instrumentos com tela digital 10,25”, ar-condicionado de duas zonas, porta-malas com abertura e fechamento elétrico com sistema hands-free , chave presencial para acesso e partida, luz ambiente , retrovisores elétricos e rebatíveis automaticamente, bem como teto solar elétrico panorâmico, oferecido como opcional.

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As linhas afiladas do carro, tanto fora quanto dentro, transmitem a ideia do carro “afiado” que realmente é. Além disso, ponto positivo para a escolha dos acabamentos, que são sensíveis ao toque em todo o carro.

A posição ao dirigir pode ser a que você quiser, com inúmeras possibilidades de combinação entre altura e profundidade de volante e postura do banco, que tem ajustes elétricos.

O único ponto que poderia ser diferente é a acessibilidade do sistema multimídia . Em nossos testes, não conseguimos ativar a conectividade com o celular via Bluetooth. Se não fosse pelo adaptador USB C cedido pela organização do evento de lançamento, também não teríamos como fazer conexão via cabo.

Conclusão

A versão nacional do Audi Q3 se mostrou versátil, bem equipada e com bom desempenho, deixando claro que se mantém como um dos SUVs médios de luxo recomedáveis hoje em dia.

Mas sentimos falta de alguma eletrificação no modelo, algo que vem se tornando um item importante no segmento,  no qual um itens essencias tem sido a questão da eficiência energética.

Preços da linha Q3

Q3 Prestige quattro 2.0 TFSI R$ 273.990

Q3 Performance quattro 2.0 TFSI R$ 290.990

Q3 Performance Black quattro 2.0 TFSI R$ 315.990

Q3 Sportback Performance quattro 2.0 TFSI R$ 315.990

Q3 Sportback Performance Black quattro 2.0 TFSI R$ 339.990

Ficha técnica Audi Q3

Motor: 2.0 TFSI, 231 cv e 34,7 kgfm

Câmbio: automático, 8 marchas, tração 4×4

Direção: elétrica

Suspensão: McPherson (diant) e múltiplos braços (tras)

Freios: disco ventilado nas quatro rodas

Pneus: 235/50 R19

Dimensões: compr. 448,4 cm; larg. 184,9 cm; alt. 161,6 cm; entre-eixos 268 cm;

peso 1.776 kg

Porta-malas: 530 litros

Consumo: 8 km/l (cidade) e 10,5 km/l (estrada)

0 a 100 km/h: 7 segundos

Vel. Max: 240 km/h

Fonte: IG CARROS

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