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Chery vai criar fábrica para produzir carros elétricos na Argentina

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Chery QQ elétrico não só é mais em conta que os subcompactos, como custa quase a metade de um Kwid
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Chery QQ elétrico não só é mais em conta que os subcompactos, como custa quase a metade de um Kwid

O embaixador argentino da Chery, Sabino Vaca Narvaja, anunciou para a mídia elDiarioAR a construção de uma nova fábrica de elétricos em Santa Fé (Argentina). O Congresso do país vizinho se reunirá em fevereiro para discutir um conjunto de 18 projetos de lei, entre os quais estão a chamada Lei da Eletromobilidade, que poderia definir o futuro da indústria automotiva argentina e, consequentemente, o sucesso da Chery.

A Chery foi a primeira marca chinesa a chegar à Argentina. Hoje, é a única do país de origem a vender mais de 50 mil unidades de 2008 para cá. Por lá, são vendidos os modelos Tiggo2 e Tiggo4. Na China, a montadora já oferece uma gama de três veículos elétricos: EQ1, EQ2 e EQ5.

O eQ1 é um dos modelos já vendidos na China, e que promete fabricar na Argentina
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O eQ1 é um dos modelos já vendidos na China, e que promete fabricar na Argentina

As únicas fábricas que a Chery possui na América Latina, juntamente com o Grupo Caoa, estão localizadas em Jacareí (SP) e Anápolis (GO). Em 2015, a marca investiu 530 milhões de dólares para inaugurar a unidade de SP, incluindo também a fábrica de motores Actecto. Em Goiás, a são fabricados tanto carros da Chery quanto da Hyundai.

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Falando de Brasil, a fabricante vai lançar esse ano o subcompacto elétrico eQ1. O modelo é pensado essencialmente para o uso urbano e poderá ter até 400 km de autonomia. Isso iniciaria uma competição contra o conterrâneo JAC e-JS1, bem como o aguardado Kwid elétrico , que também chega em 2022, entre outros carros elétricos .

Fonte: IG CARROS

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Próxima geração da Audi RS6 será híbrida Plug-in

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Geração atual (C8) vai de 0 a 100 km/h em 3.5 segundos. Como elétrico, poderá ser ainda mais rápido
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Geração atual (C8) vai de 0 a 100 km/h em 3.5 segundos. Como elétrico, poderá ser ainda mais rápido

A próxima geração da Audi RS6 será um híbrido do tipo plug-in, a informação foi confirmada por Stephan Reil, Head de Pesquisa e Desenvolvimento da Audi, ao portal Wheels.

“Estamos no caminho (da transição para modelos híbridos), na próxima geração, posso garantir que vai haver algo nesse sentido. É nosso caminho para carros elétricos ”.

A geração atual da Audi RS6 (C8) possui um V8 bi-turbo de 4.0 litros, herdado da geração anterior, porém, conta com um pequeno motor elétrico auxiliar de 48 volts, fazendo dela um carro híbrido leve.

Reil não informou muitos detalhes, mas sua fala indica que a evolução da RS6 passará por uma geração híbrida antes de se tornar 100% elétrica.

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Tal movimento foi feito recentemente pela Mercedes, que tirou o tradicional V8 4.0 da C63 AMG e instalou um motor de quatro cilindros, 2.0 litros, com um conjunto elétrico. O objetivo é atender as demandas de emissões de poluentes.

Um eventual “downsizing” não seria novidade para a RS6. A geração C6 era equipada com um motor V10, mas não resistiu às regras ambientais e foi substituído pelo V8 atual na geração seguinte, a C7.

Reil destaca a capacidade da Audi em se reinventar para continuar entregando ótimos referenciais de performance na RS6 apesar das restrições.

“Após a geração C6, as restrições de emissões de CO2 ficaram cada vez mais restritivas. Na C7 mudamos do V10 para o V8 com desativação de cilindros, agora o sistema híbrido-leve.” Concluiu.

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“Um sistema híbrido dá uma possibilidade maior de modos de condução, além da possibilidade de usar a eletrificação para compensar pontos fracos do motor a combustão.” Encerrou o executivo.

A geração C8 está no mercado desde 2020, e deve ter uma vida útil de cerca de 5 anos, então, deverá ser substituída em meados de 2025 ou 2026.

Sabendo que a Audi não irá mais desenvolver motores a combustão após 2026, não será surpresa caso a geração C10 seja apenas elétrica,

Fonte: IG CARROS

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