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Bugatti La Voiture Noire custa R$ 67 milhões e será entregue em 2021

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Bugatti La Voiture Noire remete a um dos primeiros modelos da marca, o  Type 57 SC Atlantic de 1936
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Bugatti La Voiture Noire remete a um dos primeiros modelos da marca, o Type 57 SC Atlantic de 1936

A primeira unidade do Bugatti La Voiture Noire , o carro mais caro do mundo, está pronta para ser entregue ao seu proprietário. Apresentado em 2019 como um conceito, o modelo demorou cerca de dois anos para ficar pronto.

O La Voiture Noire (“o carro preto” em francês) foi criado com base no Chiron para homenagear o modelo Type 57 SC Atlantic, de 1936, projetado pessoalmente por Jean Bugatti. O modelo novo traz vários adereços que remetem ao clássico, como o entre-eixos estendido, a carroceria musculosa e o interior feito de couro marrom. 

Foto: Divulgação

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Apesar de ser um veículo exclusivo, o La Voiture Noire teve que passar por testes rigorosos de carros de produção, fato este que justifica seu valor na faixa de R$ 60 milhões. O modelo foi submetido a testes em pistas, túneis de vento e simulações de colisão.

“Ainda que o La Voiture Noire seja um carro fora de série, levamos dois anos para projetá-lo com a segurança e dirigibilidade necessária”, diz Pierre Rommelfanger, diretor de projetos da Bugatti .

“Com este modelo, estamos prestando respeito à longa tradição de nossa marca, da França e ao trabalho criativo de Jean Bugatti”, diz o presidente da marca, Stephan Winkelmann. “Ao mesmo tempo, estamos integrando tecnologias, estética e luxo excepcionais para uma nova era. O La Voiture Noire é um ponto de ruptura para a engenharia automotiva”.

O novo La Voiture Noire tem motor 8.0 turbo W16, capaz de desenvolver 1.500 cv de potência e câmbio automatizado de sete velocidades. Segundo a fabricante, o modelo leva menos de 3 segundos para atingir 100 km/h. 

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Na época de sua apresentação, surgiram rumores sobre interessados no exclusivo Bugatti La Voiture Noire . O jogador Cristiano Ronaldo, da Juventus (Itália) e seleção portuguesa, chegou a ser cogitado como possível comprador, mas a notícia foi desmentida por seu agente ainda em 2019. O ex-presidente do Grupo Volkswagen, Ferdinand Piech, também foi apontado como interessado. 

Fonte: IG CARROS

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Piloto põe raridades da Ferrari à venda e pode arrecadar R$ 40 milhões

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Coleção de Ferrari inclui um modelo de Fórmula 1 e supercarros icônicos, com 288 GTO e o 275 GTB/4
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Coleção de Ferrari inclui um modelo de Fórmula 1 e supercarros icônicos, com 288 GTO e o 275 GTB/4

Um piloto de corrida pouco conhecido, Marcel Petitjean está colocado a sua invejável coleção de modelos da Ferrari cujo montante de 28 exemplares dos mais raros modelos serão oferecidos sem reservas em um leilão da RM Sotheby’s em Paris, no dia 2 de fevereiro.

Petitjean não teve muito sucesso como piloto de corrida nos anos 60, mas com certeza compensou mais tarde com seus investimentos inteligentes. O ex-piloto até pensou em abrir um museu do automóvel , mas seus planos fracassaram e mais tarde ele decidiu vender as raridades.

Entre as preciosidades, estão uma 288 GTO de 1985, com apenas 272 unidades fabricadas e esta em específico, conta com apenas 9.600 quilômetros. O preço? Pelo menos US$ 2,8 milhões de dólares, ou R$ 15.164.800, em conversão simples.

Colecao de Ferraris. Foto: Divulgação

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Colecao de Ferraris. Foto: Divulgação

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Colecao de Ferraris. Foto: Divulgação

Colecao de Ferraris. Foto: Divulgação

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Outra das raridades é a 275 GTB/4 de 1966, a primeira Ferrari de produção a ser equipada com a versão de quatro árvores de cames no cabeçote do V12. Provavelmente chegará a mais de US$ 2,2 milhões de dólares (R$ 11.915.200).

Outros destaques incluem uma Ferrari 250 GT Series II Cabriolet restaurada de 1959 e uma Ferrari 250 GT/L Berlinetta de 1964. Ambos apresentam o motor V12 “Colombo” de bloco curto de 3,0 litros e, sem dúvida, adicionarão quase R$ 40 milhões de reais à conta bancária de Petitjean.

Fonte: IG CARROS

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