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CULTURA DE MATO GROSSO: Trajetória do artista Benedito Nunes é perpetuada em site e documentário

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Apelidado carinhosamente de Van Gogh do Cerrado, a trajetória do artista plástico Benedito Nunes está eternizada no site que leva o nome dele, e que conta com detalhes a história de vida e o legado cultural deixado pelo mato-grossense, que gostava de retratar a natureza da região e o cotidiano da cuiabania. Aprovado no edital Conexão Mestres da Cultura, da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel), o projeto ‘Tributo ao Mestre do Cerrado: Benedito Nunes’, conta também com o documentário ‘Se essa rua fosse Nunes’, com estreia para esta sexta-feira (26.11), na plataforma digital que homenageia o artista.

Falecido em março do ano passado, aos 63 anos de idade, Benedito Nunes é considerado um dos mais importantes artistas da famosa ‘Geração 80’. Nascido em 1956, era pintor, desenhista, professor e escultor. Ganhou reconhecidos prêmios nas artes visuais, participou de importantes exposições no Brasil e fora do país. E, os seus 30 anos de história com a arte, a biografia é contada pelo professor e crítico de arte Laudenir Antônio Gonçalves, disponível no site lançado pelo projeto.

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A plataforma traz também o documentário ‘Se essa rua fosse Nunes’, produzido a partir das imagens e narração sobre as obras do artista. Também estão disponíveis no site uma galeria virtual e uma oficina apresentada pela proponente do projeto ‘Tributo ao Mestre do Cerrado: Benedito Nunes’, a artista Tânia Pardo.

“Nunes, além de ser um artista acessível e carismático, era famoso por retratar o cenário mato-grossense. Assim ficou conhecido como o Van Gogh do Cerrado, deixando sua marca na arte brasileira. Foi um grande artista, premiado em vários salões, não só em Mato Grosso, mas também fora. Reconhecido no Brasil por seu estilo, nos deixou um grande legado”, destaca Tania Pardo.

Conexão Mestres da Cultura – O edital surgiu para compartilhar os saberes e fazeres artísticos e culturais do estado, reconhecendo o trabalho desenvolvido por pessoas impactaram a cultura mato-grossense, considerando sua contribuição para o fortalecimento da cultura do estado e sua importância para a comunidade que atua.

Fonte: GOV MT

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Emanuel Pinheiro volta a governar Cuiabá e os cuiabanos. Com esperneios de estilo, mas pressionado por decisão do STJ, desembargador Luiz Ferreira se retrata e se alinha com  entendimento do ministro Humberto Martins. LEIA INTEIRO TEOR

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Depois que o presidente do STJ, ministro Humbberto Martins, demonstrou em decisão do dia 18, que afastar Emanuel Pinheiro do cargo de prefeito de Cuiabá era uma evidente forçação de barra, não poderia ser diferente. O desembargador Luiz Ferreira, do TJ-MT, se retratou publicamente e revogou nesta sexta a primeira e surpreendente decisão que vinha mantendo o prefeito eleito pela maioria dos cuiabanos em 2020 fora de suas funções constitucionais.

Depois de dois meses de tumulto administrativo em Cuiabá, por conta de um ataque impetuoso do Ministério Público contra a atual gestão municipal de Cuiabá, a expectativa é que os ânimos agora sejam serenados e o lavajatismo não prospere nessa nossa tão conflitada Comarca de Cuiabá.

Emanuel ficou mais de dois meses afastado e acusado pelo Ministério Público por pretensas irregularidades na nomeação de servidores temporários na secretaria municipal de Saúde. Uma prática comum dos gestores municipais e estaduais de Mato Grosso, como atestaram fartamente, nestas últimas semanas, testemunhos insuspeitos como os do ex-prefeito da Capital e correligionário do governador Mauro Mendes, o atual deputado estadual Wilson Santos. Os ex-governadores Jayme Campos ( tambem ex-prefeito de VG) e Carlos Bezerra também criticaram a excepcionalidade do afastamento determinada pelo Tj-MT. Todas essas manifestações, certamente, foram formando o caldo social que levou à retratação que o desembargador Luiz Ferreira acabou assumindo neste final de semana.

Na decisão prolatada hoje, Luiz Ferreira acata um recurso impetrado pela defesa do prefeito, que pediu a extensão de uma decisão do presidente Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Humberto Martins, que suspendeu um dos afastamentos de Emanuel. No entanto, o desembargador expressa esperneios de estilo e mantém a proibição de Emanuel de ter contato com os demais alvos da operação do MP, a exemplo do chefe de gabinete Antônio Monreal Neto e Ivone de Souza. A medida só não se aplica à primeira-dama, Márcia Pinheiro, alerta o desembargador em sua retratação.

Impõe-se a substituição da cautelar de afastamento do investigado Emanuel Pinheiro do cargo Prefeito de Cuiabá, por medida menos gravosa consistente na proibição de manter contato, por qualquer meio físico, eletrônico (telefone, whatsapp, e-mail etc.) ou por meio de interposta pessoa, com os outros investigados, exceto a Primeira Dama por questões óbvias, com qualquer das testemunhas arroladas pelas partes e com outras pessoas eventualmente envolvidas com os crimes sob apuração, até o término da instrução criminal”, decidiu o desembargador. Um bla bla blá de rotina mas o que interessa mesmo é cumprir o que o STJ determinou.

SMJ, sempre, pois se trata de uma opinião jurídica, sempre passível de conclusão em sentido contrário.

 

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Emanuel Pinheiro Tem Afastamento Do Cargo de Prefeito de Cuiabá Revogado Pelo Desembargador Luiz Ferreira by Enock Cavalcanti on Scribd

Ministro Humberto Martins, … by Enock Cavalcanti

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