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CUIABÁ

O melhor detergente é a luz do sol

SERENATAS DA ALEGRIA: Ator, diretor e produtor Luciano Bortoluzzi comanda espetáculos que vão levar Dança, Teatro e Circo para comunidades urbanas e rurais em Chapada dos Guimarães, Mato Grosso

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O melhor detergente é a luz do sol

Trio Pirathiny, que agitará a Chapada tem se apresentado e ministrado cursos de formação para atores em todos os Estados brasileiros e já atuou em 11 países da América do Sul, na Alemanha e França

O projeto “Serenatas da Alegria” nasce da vontade do ator e produtor, Luciano Bortoluzzi  de proporcionar ao público de Chapada dos Guimarães, um retorno às apresentações artísticas envolvendo circo, teatro e dança da maneira mais segura possível.

Durante a pandemia, a melhor forma de prevenção é manter-se em casa. Como realizar espetáculos presenciais com as pessoas seguras em casa? Levando os espetáculos até a casa das pessoas, respeitando protocolos de segurança e o distanciamento entre artistas e público.

A melhor imagem para ilustrar esse projeto, são as antigas Serenatas. Os artistas farão suas apresentações ao ar livre, nos portões das casas. O público assiste as apresentações no seu quintal, sentado nas suas próprias cadeiras, ou na soleira da porta.

As apresentações serão divididas em 2 etapas realizadas na zona rural e urbana de Chapada dos Guimarães nos meses de julho e agosto de 2021. O público escolhido para receber as Serenatas foram os alunos da Apae e os Idosos das comunidades de Lagoinha de Baixo e Rio da Casca. Lembrando que esse público já tem ao menos uma dose da vacina contra o covid-19, bem como a maioria das pessoas da equipe e elenco do Serenatas.

Os artistas que farão as apresentações sairão de suas casas, com os equipamentos de segurança (máscaras e álcool gel) e manterão uma distância segura do seu público.

 

Grupo Siriri Patucha participa dos eventos culturais em Chapada. Fotos Mario Friedlander

 

Um “Mini Festival”, unindo dança, teatro e circo

O projeto “Serenatas da Alegria” propõe 24 apresentações de Dança, 20 apresentações de Teatro e 40 apresentações de Circo distribuídas da seguinte forma:

Na zona urbana serão realizadas 60 apresentações e na zona rural 24 apresentações.

Representando a Dança: Grupo Folclórico de Siriri Patucha e Grupo Elementares do Quilombo.

Representando o Teatro: Wanderson de Paula.

Representando o Circo: Trio Pirathiny.

Serenatas da Alegria” foi um dos projetos vencedores na categoria Artes Cênicas (que engloba dança e circo) do Edital Prêmio Municipal de Cultura 002/2020 de Chapada dos Guimarães com os recursos da Lei Aldir Blanc, através da Prefeitura Municipal de Chapada dos Guimarães, por meio da Secretaria de Turismo, Cultura e Meio Ambiente de Chapada dos Guimarães.

 

Elementares do Quilombo também estarão nas Serenatas da Alegria em Chapada dos Guimarães. Foto Perseu/Divulgação

Ficha técnica:

Produção, divulgação e direção geral: Luciano Bortoluzzi

Assistente de produção: Elton Martins

Representante do teatro: Wanderson de Paula

Representantes da dança: Grupo Folclórico Siriri Patucha, direção Pedro Boaventura e Deijanil do Nascimento e Grupo Elementares do Quilombo, direção Tatiana Reis.

Representante do circo: Trio Pirathiny, direção Luciano Bortoluzzi.

Apoio de produção em Rio da Casca: Anildo Moreira.

Apoio de produção em Lagoinha de Baixo: Tatiana Reis.

Fotos: Sofia Kawall.

Vídeo: Rodrigo Bortoluzzi.

De 23 de julho à 11 de agosto em Lagoinha de Baixo, Rio da Casca e Chapada dos Guimarães.

Duração: de 15 a 30 minutos de apresentações por casa.

Livre e gratuito.

Apoio Cultural: APAE Chapada dos Guimarães, Conselho de Cultura de Chapada dos Guimarães gestão 2020, Comunidade de Rio da Casca, Comunidade de Lagoinha de Baixo, Prefeitura Municipal de Chapada dos Guimarães e Secretaria de Turismo, Cultura e Meio Ambiente de Chapada dos Guimarães.

De onde surgiu a idéia do “Serenatas da Alegria”:

Luciano Bortoluzzi é o proponente do projeto, reside e atua em Chapada dos Guimarães/MT, desde 2011.

Em 1999 começa a viajar pelo Brasil e exterior com o espetáculo solo “Esperando o Lima” do Trio Pirathiny, tendo se apresentado e ministrado cursos de formação para atores em todos os estados brasileiros, em 11 países da América do Sul, Alemanha e França.

Nos anos de 2012 e 2013, criou, dirigiu, subiu a lona, atuou como palhaço e produziu eventos no Circo Pirathiny, espaço cultural destinado a apresentações teatrais, shows musicais, circo, dança e cinema.

Em 2017 realizou como produtor, curador e artista a “Primeira Mostra da Alegria da Zona Rural de Chapada dos Guimarães” levando circo, teatro, música, dança e cinema para 04 comunidades da zona rural de Chapada dos Guimarães/MT.

Em 2018 e 2019 realizou como produtor, curador e artista a Mostra Regional Programação Cultural e Infantil do “Festival de Inverno de Chapada dos Guimarães, edições 33 e 34” coordenando as apresentações de mais de 160 artistas de MT, durante 60 horas de evento, distribuídas em 03 finais de semana.

Em 2019 participou como palhaço e produtor dos projetos “Sesc Itinerante” e “Sesc na Estrada” levando o Trio Pirathiny para mais de 50 apresentações em praças e escolas no interior de Mato Grosso, Cuiabá e Várzea Grande.

O objetivo do projeto Serenatas da Alegria é aproveitar a experiência dos grandes eventos de 2017, 2018 e 2019 para realizar apresentações em formato de mini festival, unindo circo, teatro e dança, com o máximo de segurança possível. Tendo como público a alunos da APAE e Idosos da zona rural do município de Chapada dos Guimarães.

Além do trabalho com circo e produção de festivais, Luciano Bortoluzzi, tem participado como ator, em séries e filmes de longa metragem nacionais.

Destaque para série “Sintonia” da Netflix, onde interpreta o Pastor Leopoldo na primeira temporada, filmada em São Paulo em 2019 e na segunda temporada, SP 2021 (em fase de pré-lançamento).

Também no catálogo da Netflix, participou como ator do longa metragem “Mãe só há uma” de Anna Muylaert, SP 2016.

Atuou nos filmes de Mato Grosso, premiados em festivais nacionais e internacionais:

A Batalha de Shangri-lá” de Severino Neto e Rafael de Carvalho, MT 2019.

“Loop” de Bruno Bini, MT, 2019.

Aquele Disco da Gal” de Juliana Curvo e Diego Baraldi, MT 2017.

#Juri” de Samantha Col Debella, MT 2018.

Além do longa metragem “O Anel de Eva” de Duflair Barradas, MT, filmado em 2019 (em fase de finalização).

Ator convidado representante do Teatro:

Wanderson de Paula

Ator e produtor de Chapada dos Guimarães, acadêmico em atuação pela MT ESCOLA DE TEATRO, turma de 2020.

Em 2015, atuou como o “Mágico das Sombras” no espetáculo “O Circo Chegou” com o Ballet Rachel Galesso.

Em 2017 foi cofundador do “’Grupo Anônimous Teatro”.

Em 2017 e 2018 atuou como “Oberon” no espetáculo teatral “Cochilo de Uma Noite de Verão”, adaptado da obra de Willian Shakespeare pela diretora Fernanda Marimon. O espetáculo fez parte da programação do Cine Teatro de Cuiabá em dezembro de 2017.

Em 2017, participou como “Valete de Copas” no espetáculo “O Sonho de Alice”, com o Ballet Rachel Galesso, participando da Primeira Mostra da Alegria da Zona Rural de Chapada dos Guimarães em apresentação na Água Fria.

Em 2018, atuou como ator e coautor no espetáculo teatral: “S.H.T.F Quando a Merda

Bate no Ventilador” com o “Grupo Anônimous Teatro”, dirigido por Fernanda Marimon.

Em 2018, trabalhou como assistente de produção do espetáculo “A Fábula de Oz” com o Ballet Rachel Galesso.

Em 2019, foi assistente de produção da Programação Cultural do “Festival de Inverno de Chapada dos Guimarães edição 34” coordenando as apresentações de 60 artistas de MT, durante 20 horas.

Em 2019, como ator, interpretou o “Sr. Darling” no espetáculo “Peter Pan”, onde

também trabalhou na produção junto a Fernanda Marimon e Rachel Galesso.

E em 2020 atuou como ator, interpretando “Bernardo” na série “O Amor vence” do coletivo de audiovisual “MT Queer”.

Grupos convidados representantes da Dança:

Grupo de Siriri Patucha

O Siriri é uma dança típica de Mato Grosso. O Grupo de Siriri Patucha é um dos movimentos folclóricos mais fortes e antigos de Chapada dos Guimarães. Surgiu dentro da Escola Estadual Professora Ana Tereza Albernaz no dia 13 de maio do ano de 2000. O professor Pedro Boaventura da Silva reuniu-se no pátio da escola com os alunos na hora do intervalo e começou a cantar músicas folclóricas. Mais de 20 casais se inscreveram para dançar, foi necessário fazer uma seleção para ver quem se sobressaía na dança e assim o grupo foi crescendo e começou a se destacar dentro e fora da escola. Depois do grupo formado o Professor Pedro Boaventura da Silva deu o nome de Patucha, porque em Chapada dos Guimarães na década de 70, as danças populares eram apresentadas no Clube Patucha e o siriri eram uma das atrações festivas.

O grupo folclórico de Siriri Patucha possui 55 componentes, tem sua sede no município de Chapada dos Guimarães, coordenado pelo professor Pedro Boaventura da Silva e pela profª Deijanil Maria do Nascimento.

Esse grupo tem como objetivo conscientizar os jovens para a valorização de sua origem, ocupando seu tempo com cultura através da dança. Resgatar a memória cultural da tradição Mato-Grossense, fazendo com que as dançarinas e os dançarinos se tornem representantes legítimos de sua cultura.

Apresentações:

Em 2017 “Primeira Mostra da Alegria da Zona Rural de Chapada dos Guimarães” no Centro Cultural Almir Pereira Nunes, Morro do Bom Jardim,

Em 2018 “Festival de Inverno de Chapada dos Guimarães, edição 33” na Praça Dom Wunibaldo na Mostra Regional Programação Infantil.

Em 2019 “Festival de Inverno de Chapada dos Guimarães, edição 34” na Praça Dom Wunibaldo na Mostra Regional Programação Cultural.

Além de apresentações em:

-Festas Folclóricas das Escolas Estaduais e Municipais.

-Pontos Turísticos de Chapada dos Guimarães.

-Pousadas da Cidade.

-Festas Religiosas.

-Festa do Caju.

-Festival de Cururu e Siriri em Cuiabá.

Grupo de Dança Elementares do Quilombo

Elementares” estão ligados e querem dizer eventos fortes da natureza”.

O Grupo de Dança Elementares do Quilombo foi criado em 2017, na pequena comunidade quilombola – Associação Quilombola Negra Rural de Lagoinha de Baixo, zona rural de Chapada dos Guimarães. Começaram com o intuito de preservar a cultura e origem quilombola e foram ganhando destaque e respeito conforme as apresentações do Grupo aconteceram.

À partir de 2019 o grupo leva seus trabalhos para escolas e eventos em comunidades vizinhas. Apresentam-se em festas regionais, saraus, Feira da Sustentabilidade de Chapada dos Guimarães, II Mostra Gigantes de Artes Cênicas, Programação Cultural Municipal do Carnaval de 2020, além de promoverem oficinas de dança em escolas e eventos.

Tatiana Reis é bailarina, coreógrafa, produtora e fundadora do Grupo Elementares do Quilombo, junto com Gonçalina Reis, Fabiana Cruz, Micheli Cruz e Grazielly Costa. Tatiana nasceu, reside e atua na comunidade de Lagoinha de Baixo, Chapada dos Guimarães. Iniciou sua prática de dança e pesquisa corporal na infância, onde se desenvolveu através das danças regionais. Em 2006, teve contato com a dança Break, graças ao projeto da CUFA (Central Única das Favelas), participando de uma oficina ministrada pelo instrutor Linha Dura. À partir desse contato, Tatiana inicia seus trabalhos como bailarina em grupos de break e em 2015 multiplica seus saberes compartilhando-os em oficinas em sua comunidade.

Quilombo de Nanã é uma das obras do repertório do Grupo Elementares do Quilombo. O projeto contemplado pela Lei Aldir Blanc no Edital MT Nascentes, visa a montagem de uma obra coreográfica e a continuidade da formação artística do grupo.

O espetáculo multimídia em fase de concepção com direção de Oz Ferreira e coreografia de Tatiana Reis, aborda de forma poética aspectos da diáspora africana através das manifestações culturais encontradas na comunidade, contemplando aspectos como danças, lutas, modos de vida, práticas religiosas, formas de organização política e suas reverberações. A pesquisa para criação desta obra iniciou de forma independente em agosto de 2019.

Atualmente, o projeto se encontra no final da segunda etapa: Ateliê da criação.

Nesta etapa, além de finalizar e afinar as partituras coreográficas também foi produzido o material em vídeo que faz parte do espetáculo.

O material foi gravado na Lagoinha de Baixo e teve apoio de moradores em sua produção, além da participação especial de Cilda Reis de Castro.

Das gravações também participaram Kamilla Braz, Tarsila Rubira, Ramon Rodrigo da Costa e Camila Viana, que vem acompanhando o processo desde o início, quando participaram das residências artísticas oferecidas na primeira etapa do projeto.

Elementares são as forças definidas por um ser simples, trazemos em nossas danças os elementos da natureza; água, terra, ar e fogo. Elementos de força para a ancestralidade dos nossos povos que são afluentes das nossas danças”.

Grupo convidado representante do Circo:

Trio Pirathiny

Luciano Bortoluzzi é ator e produtor, reside e atua em Chapada dos Guimarães/MT desde 2011. É formado pela Escola de Arte Dramática da USP, EAD/ECA/USP, 1994/1997, estudou na Universidade Livre de Música, atual Conservatório EMESP Tom Jobim em SP entre 1990 e 1994 e participou da Oficina de atores da Rede Globo de Televisão em 1998.

Estudou e trabalhou com os diretores: Miriam Muniz, Cristiane Paoli-Quito, Karla Concá, ngela de Castro, Anna Muylaert, Isabel Setti, Marcelo Romagnoli, Luiz Damasceno, Walter Salles, Celso Frateschi, William Pereira, entre outros.

Desenvolve seu trabalho de pesquisa sobre a linguagem do palhaço desde 1994. Fundou o Trio Pirathiny, companhia de circo/teatro itinerante em 1999.

Ministrou oficinas de teatro e circo na Universidade de Teatro e Dança do Pará, Escola de Dança da Universidade Federal da Bahia e no Núcleo de Artes Cênicas da Universidade Federal de Santa Maria RS.

Ministrou oficinas de teatro e circo nas unidades do Sesc em São Paulo, Amapá, Acre, Maranhão e Mato Grosso.

Ator em cinema e séries de TV:

Série “Sintonia” Netflix e Los Bragas, primeira temporada, SP 2019.

Série “Sintonia” Netflix e Gullane Entretenimento, segunda temporada, em fase de lançamento SP 2021.

Série “Terrores Urbanos” Record TV e Sentimental Filme, primeira temporada, SP 2019.

Série “PSI” HBO, terceira temporada, SP 2017.

Série “O Negócio” HBO, segunda temporada SP 2014.

Série “Insustentáveis” Vermelho e Cérberos Filmes, primeira temporada, MT 2018.

Longa metragem “Mãe só há uma” de Anna Muylaert, SP 2016.

Longa metragem “A Batalha de Shangri-lá” de Severino Neto e Rafael de Carvalho, MT 2019.

Longa metragem “Loop” de Bruno Bini, MT, 2019.

Longa metragem “Desamantes” de Geisla Fernandes e Domitri Kozma, SP 2019.

Longa metragem “Se Arrependimento Matasse” de Lília Moema, CE 2018.

Longa metragem “Linha de Passe” de Walter Salles e Daniela Thomas, SP 2008.

Longa metragem “Nome Próprio” de Murilo Salles, SP 2007.

Longa metragem “Mares do Desterro” de Sandra Alves e Vera Longo, SC, filmado em 2019 (em fase de pré lançamento).

Longa metragem “O Anel de Eva” de Duflair Barradas, MT, filmado em 2019 (em fase de finalização).

Curta metragem “#Juri” de Samantha Col Debella, MT 2018.

Curta metragem “Aquele Disco da Gal” de Juliana Curvo e Diego Baraldi, MT 2017.

Curta metragem “14 Bis” de André Ristum, SP 2006.

Ator e Produtor:

Como ator e produtor, desenvolveu projetos ligados à música, teatro, dança, cinema e circo:

Cantor da “Banda Prize”, RS, gravou dois discos e produziu os shows entre 1984 à 1988.

Produziu e atuou em 15 espetáculos teatrais em São Paulo, entre 1991 e 2017, destaque para:

E Assim Vai o Mundo” direção Miriam Muniz, SP 1990.

Outonos” direção Isabel Setti, SP 1991.

Faustus” direção Robert Mc Crea, SP 1992.

Eu sou Vida, eu não sou Morte” direção Marcelo Romagnoli, SP 1993.

Romã de Hospital” direção Luiz Damasceno, SP 1994.

“A Banda” direção Cristiane Paoli-Quito, SP 1994-1998.

Tratado do nada” direção Marcelo Romagnoli, SP 2005/2006.

Esperando o Lima” direção Luciano Bortoluzzi, SP 1999/2020.

Desde 1999 viaja pelo Brasil e exterior com o espetáculo solo “Esperando o Lima” do Trio Pirathiny, tendo se apresentado e ministrado cursos de formação para atores em todos os estados brasileiros, em 11 países da América do Sul, Alemanha e França.

Em 2008 foi convidado a realizar apresentações no Körln Gaukler Fest em Colônia na Alemanha. No mesmo ano, em Paris na França, apresentou seu espetáculo “Esperando o Lima” nos eventos: “La rue aux enfants- Fête nationale du jeu” no CafeZoide e “Villete en Pistes” no Parc de La Villete.

Em 2009 fez participações especiais como palhaço em espetáculos do Grupo Caixa de Imagens (através da Lei de Fomento ao Teatro, coordenada pela Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo) e Jogando no Quintal.

Entre 2010 e 2012 foi o diretor artístico, palhaço e diretor de produção da turnê “Chuí Oiapoque Chuí”, onde, junto com seus filhos de 05 anos, percorreu 20 estados brasileiros, apresentando espetáculos circenses com o Trio Pirathiny.

Em 2012 e 2013, criou, subiu a lona, dirigiu, foi dono e palhaço do Circo Pirathiny.

Em 2013 trabalhou como diretor de produção no Internacional Circo Grock.

Em 2014 produziu e estreou o espetáculo “Circo MultiContinental” com o Grupo Caixa de Imagens, comemorando 20 anos de carreira como Palhaço.

Em 2016 e 2017 trabalhou como ator e palhaço em espetáculos do Grupo Caixa de Imagens, através da Lei de Fomento ao Teatro da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo.

Em 2017 realizou como produtor, curador e artista a “Primeira Mostra da Alegria da Zona Rural de Chapada dos Guimarães” levando circo, teatro, música, dança e cinema para comunidades da zona rural de Chapada dos Guimarães, MT.

Em 2018 e 2019 realizou como produtor, curador e artista a Mostra Regional Programação Cultural e Infantil do “Festival de Inverno de Chapada dos Guimarães, edições 33 e 34” coordenando as apresentações de mais de 160 artistas de MT, durante 60 horas de evento, distribuídos em 03 finais de semana.

Em 2019 participou como palhaço e produtor dos projetos “Sesc Itinerante” e “Sesc na Estrada” levando o Trio Pirathiny para mais de 50 apresentações em praças e escolas no interior de Mato Grosso, Cuiabá e Várzea Grande.

Links programas de TV e Circo:

Trio Pirathiny no Jô Soares, 2006:

http://youtu.be/ViJuHNuVd2Y

Trio Pirathiny no Altas Horas, 2010:

http://youtu.be/R01vO_uDQ34

Trio Pirathiny turnê América do Sul, 2004/2005:

http://youtu.be/rrQ9XHq262o

Trio Pirathiny em Paris, França, 2008:

http://youtu.be/lguMPKJor6s

Trio Pirathiny em Körln, Alemanha, 2008:

http://youtu.be/Pafg9hVvceU

Trio Pirathiny turnê Chuí Oiapoque Chuí, Brasil, 2010/2012:

http://triopirathiny.blogspot.com.br

Teaser temporada na Avenida Paulista, SP, 2016:

http://youtu.be/0qxAws80sJ0

Links Cinema:

Longa metragem”Mãe Só Há Uma” de Anna Muylaert, SP 2016.

Personagem Marcelo, pai biológico da Jaque/Cristina.

https://vimeo.com/135135317

Série “Terrores Urbanos” Record TV e Sentimental Filmes, SP 2019.

Personagem Otávio Silveira.

https://vimeo.com/316906040

Curta metragem “Aquele Disco da Gal” de Juliana Curvo e Diego Baraldi, MT 2017.

Personagem Henrique.

https://vimeo.com/316939378

Contato: (65) 99906 1717 e-mail: [email protected]

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O melhor detergente é a luz do sol

VINICIUS SOUZA: Não, não são os cães que buscam qualquer fonte de proteína como seus antepassados lobos. No Brasil de Bolsonaro, os famintos são gente que espera pacientemente em longas filas de doação atrás de um açougue de Cuiabá, capital do estado que mais produz carne no país

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Fila dos ossos em Cuiabá . Foto Francisco Miguel Silva Alves

Quem procura osso é cachorro”. A fome bolsonarista humilha a população

por Vinicius Souza/Jornalistas Livres

Antes de se tornar presidente, o então deputado Jair Bolsonaro pregou um cartaz na porta de seu gabinete em Brasília ofendendo os familiares e ativistas de direitos humanos que lutavam para encontrar e identificar ossadas de mortos e desaparecidos pela ditadura militar. Isso foi pouco antes do Brasil finalmente sair do Mapa da Fome da ONU, uma vergonha histórica para um dos maiores produtores de alimento do mundo. A foto que ele distribuiu para a imprensa ficou marcada na cabeça de muita gente como o escárnio que representa e mais uma prova cabal (como se fosse preciso) de sua índole fascista. Mas naquela época ainda não se imaginava que ele poderia subir ao cargo máximo da nação para poder cumprir a promessa, feita em 1999, que previa um golpe e uma guerra civil na qual morreriam pelo menos 30 mil.

No rastro do Golpe contra o governo Dilma Roussef em 2016, o Brasil passou a regredir rapidamente nas conquistas sociais mínimas (como pleno emprego e fim da fome estrutural) que havia conquistado com grande dificuldade nos anos anteriores. Desde as manifestações de 2015 uma parte da população vestindo a camisa da corrupta CBF pedia “seu” país de volta. Um dos maiores escândalos do governo golpista do Michel Temer teve como base exatamente a corrupção de um dos maiores produtores de carne do Brasil e do mundo, a JBS.

Assim que assumiu, Bolsonaro disse em jantar na embaixada do Brasil nos EUA para o Steve Bannon e o Olavo de Carvalho que “o Brasil não é um campo aberto para construir nada. Nós temos é que desconstruir muita coisa que foi feita nos últimos anos”. Sua promessa, então, era voltar aos “bons e velhos tempos da ditadura”. Não dá pra dizer que a gente não sabia.

Temos atualmente mais de 19 milhões de pessoas com fome e 49% da população com “insegurança alimentar”, ou seja, quando acordam não sabem se terão o que comer durante o dia. Enquanto isso, o Ministro da Economia, o “posto Ipiranga” do governo, a “confiança do ‘Mercado’”, dizendo que os ricos podem doar as sobras dos restaurantes e a Ministra da Agricultura dizendo que não há fome no país porque as pessoas pegam mangas nas ruas.

Escárnio, escárnio, escárnio e nenhuma carne!

É osso, só osso!

Essa semana, um açougue localizado no bairro CPA II, em Cuiabá, capital de Mato Grosso e do agronegócio no Brasil, ganhou destaque nacional por causa de uma ação de distribuição de ossos que faz há dez anos pra quem pedisse. Muita gente pegava mesmo pra dar pros cachorros. Mas isso mudou nos últimos três anos. A procura começou a crescer e a distribuição teve de ser organizada com horários fixos todas as segundas, quartas e sextas-feiras. Embora comece às 11h, por volta das 8h já chegam alguns moradores da região, que acordam cedo para ir caminhando até o açougue.

A fila é longa. Os olhares tristes. Os ossos, das pessoas, logo sob a pele fina. E não é “só” pessoas em situação de rua. Muitos estão entre os milhões que voltaram à linha de pobreza ou pobreza extrema mas ainda têm um teto, mesmo que precário ou “de favor”. Famílias inteiras com crianças, velhos, mulheres. Gente de capacete, provavelmente trabalhadores de aplicativos que levam comida boa pra classe alta mas não conseguem o alimento pra levar pra casa. A maioria tem vergonha de estar nessa situação e cobre o rosto. Vergonha devíamos ter nós.

De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Mato Grosso teve 180 mil pessoas desempregados no primeiro trimestre de 2021. Paralelo a isso, o botijão de gás no Estado custa cerca de R$ 125 e é o mais caro do país. Em Cuiabá, a cesta básica sai por R$ 594,99, se tornando a segunda mais cara do Brasil. A capital mato-grossense fica atrás somente da cidade de São Paulo, onde o valor é de R$ 595,87, conforme Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

Esse é o Brasil que voltou aos seus “donos” originais. Como um cachorro que tenta fugir das agressões de um dono imbecil e é obrigado a voltar, humilhado, pra comer restos e não morrer de fome. Até quando vamos aceitar esse papel?

 

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VINICIUS SOUZA é jornalista e professor de jornalismo em Cuiabá, Mato Grosso

 

Fila dos ossos CPA 2, Cuiabá, MT. Fotos Francisco Miguel Silva Alves

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