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O melhor detergente é a luz do sol

Projeto homenageia o artista João Luiz do Couto e sua relação com o rio Araguaia

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O melhor detergente é a luz do sol

 

Na quinta-feira (22.07), às 19h, será lançado o documentário “Narradores do Araguaia – Lendas”. O evento ocorre no espaço Cultural Valdon Varjão, em Barra do Garças. Também serão lançados o livro e a exposição de fotografias “O rio e sua gente”. As três produções integram o projeto “João Luiz do Couto e os narradores do Araguaia” contemplado no edital Conexão Mestres da Cultura – “Marília Beatriz de Figueiredo Leite”, realizado pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT).

O projeto, proposto pela Associação Cultural Ciranda, homenageia o escritor, ator e diretor João Luiz do Couto. Mato-grossense natural de São Felix do Araguaia, Couto viveu grande parte da vida adulta em São Paulo. Em 2014, saiu em busca de autoconhecimento. Foram quatro meses percorrendo o rio Araguaia, da nascente até a foz, na intenção de conhecer sua ancestralidade, conectar com suas raízes e aumentar seu repertório artístico sobre contos e lendas da região.

João Luiz do Couto fala sobre a inquietação e desejo de aprofundar-se nas histórias e cultura local. “Lembro da vontade de conhecer melhor minhas raízes, então decidi me jogar de cabeça nessa idéia. Foi ai que convidei a fotógrafa Sheila Signário, que na hora topou, mesmo sabendo que não teríamos muita estrutura para a viagem. Eu não tinha muitos recursos, tinha apenas meu carro, alguns livros e minha arte em contação de histórias, e assim fomos, na cara, na coragem e na vontade de desvendar o rio Araguaia”.

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As imagens são de Sheila Signário, que registrou todo o percurso e as comunidades que vivem às margens do Araguaia. Ela fala sobre a experiência e o que encontrou na viagem. “O projeto consistia na pesquisa sobre as histórias de seres encantados que habitam o rio Araguaia. Pude vivenciar e registrar tantas pessoas, histórias. Tive a oportunidade de ouvir sobre os seres encantados. Vimos tanta beleza que nossos olhos não deram conta de enxergar. O livro e a exposição contêm um pouco do que vivemos nessa linda jornada”, diz Sheila.

A edição e finalização do documentário ficaram por conta de Jessica Ayara. O documentário mostra a relação das pessoas com o rio Araguaia, o porquê de elas viverem ali, histórias e lendas. O livro, além das fotografias, traz um conto e um poema escritos por João Luiz do Couto. “A Aventura do Zé Mosquito e a Boiuna”, resultado dos contos que ele ouviu durante a viagem, e “Água Emendada”, poema que mostra uma certa intimidade conflituosa e busca por conhecimento.

Serviço

Lançamento do documentário e livro “João Luiz do Couto e os narradores do Araguaia”

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Data: 22 de julho de 2021 (quinta-feira)

Horário: 19 horas

Local: Centro Cultural Valdon Varjão, Barra do Garças – MT

Fonte: GOV MT

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CHOCOLATE CONTRA O PRECONCEITO: Nestlé muda nome de bombom para “acabar com racismo e discriminação”

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O bombom da Nestlé ” Negrita ” mudará seu nome para ” Chokita ” para evitar “atitudes racistas e preconceituosas”, diz a marca. O nome estampou o chocolate por 60 anos , e deixará de existir a partir de outubro .

Segundo a Nestlé, o novo nome “refere-se ao inconfundível sabor do chocolate, somado ao diminutivo que no Chile reflete o que tratamos com carinho. Esta modificação não afeta de forma alguma a receita do produto, que mantém sua qualidade e sabor característico de sempre.”

Para a empresa, chegou a hora de fazer a alteração, pois, há 60 anos, viviam num contexto completamente distinto. Hoje, o chocolate por vexes é utilizado de maneira jocosa com pessoas de pele preta.

A empresa diz que os consumidores receberam bem a mudança e concordam que era a hora certa.

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Caso parecido aconteceu com o bombom ” Feitiçaria “, da Lacta, que teve que trocar a estampa após teorias da conspiração.  Inspirado no clássico “feitiço”, famoso na década de 90, foi acusado de conter “mensagens malignas” na embalagem. A companhia então trocou o nome para “Lacta Chocolate” e “Lacta Morango”.

 

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