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Inventário de bens culturais de Poconé é modelo para municípios de Mato Grosso

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Destaque por suas tradicionais manifestações folclóricas e religiosas, o município de Poconé apresentou um apurado inventário cultural contendo as peculiaridades, bens, elementos e agentes dos ativos culturais locais.

Solicitada pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), a apresentação do documento visa estreitar laços de cooperação e potencializar parcerias para preservação e promoção dos bens culturais dos municípios mato-grossenses.

“A cultura é vivenciada nos municípios. Por isso fizemos a solicitação do inventário para que pudéssemos conhecer e compreender a estrutura e a pluralidade étnico-cultural de cada localidade em Mato Grosso. São informações fundamentais para a elaboração de políticas públicas para o setor”, explica o titular da Secel, Alberto Machado, o Beto Dois a Um.

Para o superintendente de Preservação do Patrimônio Histórico e Museológico da Secel, Robinson de Carvalho, o inventário elaborado pela equipe de Poconé servirá de modelo para outros municípios do estado.

“A produção do inventário de bens culturais de Poconé foi finalizada de forma precisa, trazendo informações sobre bens materiais e imateriais e suas especificidades. É um documento completo, bem elaborado, que pode servir de modelo para que outras gestões municipais também consigam fazer seus levantamentos”, avalia Robinson.

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No inventário, cada município vai identificar, listar e descrever os bens materiais e imateriais como construções históricas, monumentos, obras de arte, acervos, sítios arqueológicos, expressões artísticas, atos festivos, tradições e expressões orais, dentre outros. A sistematização das informações devem englobar todas as localidades, distritos, comunidades urbanas e rurais, bairros e vilas que fazem parte do município.

Bens culturais de Poconé

Além de ser porta de entrada para o Pantanal mato-grossense, o município situado a 100 km da capital possui uma grande diversidade cultural.

Com 244 anos de existência, Poconé é repleto de referências históricas presentes ainda hoje no modo de vida, nas construções e nas famosas manifestações culturais, como os Mascarados, a Cavalhada e as Festas do Divino Espirito Santo e de São Benedito.

Para elaborar o inventário, a gestão municipal se fundamentou em saberes técnico-científicos amparados pela participação da comunidade e de produtores culturais. A comissão de elaboração contou com a participação da Academia Litero-Cultural Pantaneira (Acadepan), Rotary Clube e Conselho Municipal de Políticas Culturais de Poconé.

“Ficamos satisfeitos e realizados com o inventário finalizado. Foi um processo que envolveu a conferência municipal de cultura, formação de uma comissão, entrevistas, levantamento e identificação de dados. Esperamos que nosso documento possa servir de direcionamento a todos aqueles que precisarem”, destaca a secretária de Cultura de Poconé, Mariana Petronília.

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O inventário de bens culturais de Poconé está disponível para acesso no site da Secel (www.cultura.mt.gov.br) pelo link: http://www.cultura.mt.gov.br/-/17211742-inventario-dos-bens-culturais-de-pocone

Fonte: GOV MT

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DIVERSIDADE CULTURAL: Exposição virtual homenageia mulheres ciganas em Mato Grosso. Realizado pela Associação Estadual das Etnias Ciganas, o projeto homenageia a raizeira e benzedeira cigana, Maria Divina Cabral, a Diva, como Mestra da Cultura Mato-grossense. VEJA VIDEO

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Primeira no país a apresentar o universo das mulheres ciganas do tronco étnico calon, a Exposição Multimídia Calin está disponível para acesso na internet pelo link https://galeriacalin.com. A mostra online integra o projeto “Diva e as Calins de Mato Grosso: Ontem, Hoje e Amanhã”, que foi aprovado no edital Conexão Mestres da Cultura, da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT).

Realizado pela Associação Estadual das Etnias Ciganas de Mato Grosso (AEEC-MT), o projeto homenageia a raizeira e benzedeira cigana, Maria Divina Cabral, a Diva, como Mestra da cultura mato-grossense. Na exposição multimídia são também mostradas a diversidade, a beleza e a resistência das mulheres ciganas que vivem em Mato Grosso, nas comunidades romanis de três municípios: Rondonópolis, Cuiabá e Tangará da Serra.

“O material exposto é resultado de um encontro sutil e delicado entre nossa equipe e o modo como nos vemos e nos mostramos e, principalmente, queremos ser vistas. Assim, brindamos o público com novas autorrepresentações do universo romani, especialmente, do tronco étnico Calon. Esperamos que a plataforma se transforme numa referência nacional, quiçá internacional”, comemora a presidente da AEEC-MT e coordenadora do projeto, Fernanda Alves Caiado.

Assim, como o projeto do qual faz parte, a exposição leva o título ‘Calin’, que é o modo como as mulheres do tronco étnico Calon se autodenominam. De acordo com o diretor de arte e curador da exposição, Rodrigo Zaiden, o nome também é uma forma de registrar, promover e valorizar os saberes ancestrais das mulheres ciganas mato-grossenses.

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“A escolha por este nome sintetiza a desconstrução da palavra cigana, na busca por uma produção em artes visuais dialógica, que de fato represente as Calins a partir de suas percepções e modos de ver e viver a vida, enquanto ciganas, trabalhadoras, ativistas, estudantes. Esse é um trabalho muito importante para a quebra de preconceitos e estereótipos que historicamente estiveram associados às ciganas, mas que são equivocados e racistas” conclui o diretor de arte.

A exposição virtual

Com registro de mulheres de diferentes idades, a exposição virtual propõe novas possibilidades do que é ser calin, cigana, mulher, mato-grossense e brasileira. Em fotos, vídeos e textos, ‘Calin’ vislumbra a criação de novas narrativas para que mais e mais mulheres ciganas se inspirem e possam criar os próprios caminhos.

Audelena Cabral coordena o grupo de danças Tradição Cigana em Rondonópolis

O trabalho  une as famílias de Maria Divina Cabral, a Mestra Diva, e suas parentas Nerana (Tangará da Serra), Irandi (Cuiabá), Terezinha (Cuiabá) e Nilva (Rondonópolis). Para os realizadores do projeto, são mulheres também consideradas como mestras da cultura cigana, pois promovem e preservam seus saberes, filosofias e identidades.

A bandeira cigana abre a plataforma virtual da exposição que conta com três salas principais:  Diquela Calin (Veja Cigana), Lage no Mui (Vergonha na Cara) e Tali Lachin (Liberdade). O espaço ‘I Encontro de Mulheres Ciganas de Mato Grosso’ complementa o site com informações sobre um dos produtos que fazem parte do projeto aprovado pela Secel. No encontro, que ocorreu em abril deste ano em Rondonópolis, a Mestra Diva ministrou oficinas sobre medicina tradicional cigana a mulheres das comunidades.

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O projeto

Diva Cabral

Com o projeto “Diva e as Calins de Mato Grosso: ontem, hoje e amanhã”, a AEEC-MT celebra a história e as contribuições de Diva às tradições ciganas e ao enriquecimento da diversidade cultural do estado.

Contemplada no edital da Secel, a proposta busca celebrar Diva como Mestre da Cultura Mato-grossense e ainda referenciar e fortalecer os saberes ciganos, especialmente, aqueles mantidos pelas mulheres.

Integram o projeto a exposição fotográfica virtual sobre as mulheres ciganas no Estado, o I Encontro de Mulheres Ciganas de Mato Grosso – que foi realizado em abril deste ano, e também uma websérie documental, que será lançada em breve. No site da exposição é possível acessar o teaser do terceiro e último produto transmídia do projeto, a websérie ‘Diva e as Calins de MT’.

Fonte: GOV MT

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