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O melhor detergente é a luz do sol

GABRIEL NOVIS NEVES: Se pensarmos que a população mundial está chegando aos 8 bilhões de pessoas, e que apenas 2 bilhões foram vacinadas, e que as distâncias entre as nações inexistem com a globalização, entenderemos que tão cedo não nos livraremos desta pandemia

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O melhor detergente é a luz do sol

MAIS SAÚDE

Por Gabriel Novis Neves

Uma enquete popular realizada por um website de Cuiabá revelou que a principal prioridade para este ano de 2022 entre os votantes foi ter mais saúde. Ganhou disparado do 2º lugar que era ganhar dinheiro.

Isso demonstra a gravidade que passamos com a pandemia que parece não ter fim, preocupando toda a sociedade cuiabana. Com as necessárias medidas impostas pela vigilância sanitária, como num efeito dominó, todas as demais conquistas como ter dinheiro e comprar a casa própria ficam prejudicadas.

Houve uma frouxidão dessas medidas nas festas de final de ano. Agora, estamos colhendo os frutos dessa irresponsabilidade social com o número elevado de pacientes doentes.

Mesmo aqueles vacinados com as duas doses da vacina contra o Covid19 mais a dose de reforço, e ainda a vacina contra a gripe, estão se contaminando. A rede pública hospitalar está sobrecarregada, assim como os hospitais privados no atendimento a “essa gripe” que tem produzido óbitos em nosso Estado.

Enquanto a população mundial não acreditar que esse vírus sofre mutações, essa terrível pandemia não nos abandonará. Países do chamado 1º mundo como os EUA e muitos da Europa, estão com números assustadores desses doentes, elevando a taxa de contaminados no mundo.

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Aqueles que apresentam fortes sintomas “gripais”, o tratamento é sintomático. Isolamento, uso de máscara, álcool em gel e um antiviral para tentar amenizar os sintomas e reduzir o tempo de permanência do H3N2 no nosso organismo.

O pior é que a indústria farmacêutica, de um modo geral, aproveita dessa situação. Durante essa onda de “gripe” o preço do antiviral quadruplicou e desapareceu do mercado. Claro que os pobres não terão acesso a eles, estrangulando ainda mais a rede pública de saúde.

Se pensarmos que a população mundial está chegando aos 8 bilhões de pessoas, e que apenas 2 bilhões foram vacinadas, e que as distâncias entre as nações inexistem com a globalização, entenderemos que tão cedo não nos livraremos desta pandemia.

Que os países mais ricos do mundo, forneçam vacinas aos mais pobres sem condições de adquiri-las! Só com vacinação em massa dos habitantes do planeta poderemos exterminar essa pandemia causada pelo Covid19.

Gabriel Novis Neves é médico e professor aposentado em Cuiabá, MT e titular do blogue Bar do Bugre

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05-01-2022

 

Gabriel. Foto Secom MT

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Lei e ordem

STF confirma multa para motorista que recusa bafômetro

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O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu hoje (19) manter a validade da aplicação de multa para os motoristas que se recusam a fazer o teste do bafômetro. A Corte também validou a proibição da venda de bebidas alcoólicas às margens de rodovias federais. 

A Corte julgou um recurso do Detran do Rio Grande do Sul para manter a aplicação de multa contra um motorista que foi parado em uma blitz e se recusou a fazer o teste do bafômetro. Ele foi multado e recorreu à Justiça para alegar que não pode ser punido ao se recusar a soprar o bafômetro.

Também estava em análise dois recursos de entidades que representam o setor do comércio contra alterações na legislação de trânsito que proibiram a venda de bebidas alcóolicas em estabelecimentos que ficam às margens de rodovias federais.

Pelo Código de Transito Brasileiro (CTB), o motorista que se recusa a ser submetido ao teste está sujeito à multa gravíssima de R$ 2.934,70 e pode ter a licença para dirigir suspensa por 12 meses. Atualmente, a tolerância é zero para qualquer nível de álcool no organismo.

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Ontem (18), no primeiro dia do julgamento, o presidente do Supremo, ministro Luiz Fux, relator do caso, votou por manter as sanções contra quem recusa o bafômetro e a proibição de venda de bebidas alcoólicas nas rodovias. Na sessão de hoje, os demais ministros seguiram o entendimento do relator.

Votaram nesse sentido os ministros André Mendonça, Alexandre de Moraes, Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Cármen Lúcia, Rosa Weber, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes.Nunes Marques também julgou a multa constitucional, mas divergiu sobre a proibição de vendas de bebidas ao longo das rodovias.

Edição: Maria Claudia

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