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O plano de Pedro Taques para o governo de Mato Grosso

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PEDRO TAQUES – Programa de Governo para o Estado de Mato Grosso by Enock Cavalcanti


Pedro Taques, senador pelo PDT e candidato a governador pela coligação Coragem e Atitude para Mudar

Pedro Taques, senador pelo PDT e candidato a governador pela coligação Coragem e Atitude para Mudar


Plano de governo de Taques prioriza saúde, segurança e educação
Da Assessoria
O senador Pedro Taques (PDT-MT) registrou sua candidatura ao Governo de Mato Grosso na sexta-feira (04.07). Ao lado do candidato a vice-governador, Carlos Fávaro (PP), e do senador Jayme Campos (DEM), ele entregou o Plano de Governo à Justiça Eleitoral. O documento faz um diagnóstico dos principais problemas do estado e apresenta medidas para superá-los, melhorando a qualidade de vida dos cidadãos mato-grossenses.
Para Pedro Taques, a população reivindica o básico que uma sociedade que trabalha e contribui tem direito a receber dos governantes: serviços públicos de saúde, educação, segurança e mobilidade urbana; valores de honestidade, ética e moral no trato com a coisa pública.
“Enfim, o que deveria ser considerado e oferecido como pressuposto natural e indissociável da vida pública, mas infelizmente não tem sido no nosso Mato Grosso. O clamor dos brasileiros não é por aspirações inalcançáveis ou irreais. E sim por coisas simples, mas que o governo não consegue garantir”, disse o senador.
Na Casa da Democracia, o senador defendeu uma eleição com base em discussão de propostas. “Não queremos baixaria e o eleitor também não deseja isso. Minha campanha será embasada no debate de ideias. E estou preparado para debater qualquer assunto. Confio na Justiça eleitoral e tenho certeza que ela estará atenta a tudo”, disse senador.
Plano de governo
Durante a entrega do Plano de Governo, Pedro Taques disse que o documento foi pensado e trabalhado durante meses. O plano foi elaborado a partir de estudos setoriais e dos dados estatísticos disponíveis, bem como da colaboração de técnicos, empresários e representantes dos diferentes setores da sociedade que nos trouxeram sua visão sobre a realidade mato-grossense.
Pedro ressalta que pode avaliar esse diagnóstico por ocasião das inúmeras conversas, visitas e discussões de que participou ao promover, como Senador, o desenvolvimento e os legítimos interesses de Mato Grosso no contexto nacional.
As informações e proposições foram organizadas em torno de cinco Eixos Estruturantes, que representam os diferentes aspectos dos desafios que se apresentam à ação do governo estadual nos próximos quatro anos. São eles:
Viver bem – Neste item, o candidato aborda o conjunto dos serviços públicos que atendem às necessidades mais fundamentais e diretas das pessoas, como a saúde, a segurança pública, políticas sociais e de proteção aos menos favorecidos.
Educar para transformar e emancipar – a educação é tratada em um eixo específico, onde se materializam as aspirações e ideias para oferecer educação de qualidade à população.
Cidades para viver bem: Municípios sustentáveis – Para Pedro Taques, a qualidade de vida da população e a preservação do meio ambiente são garantidas por ações conjugadas que ocorrem na rua, no bairro, no município, seja na zona rural, seja nos núcleos urbanos. Neste tópico, ele apresenta políticas de habitação, regularização fundiária e urbanística, mobilidade, acessibilidade e proteção ambiental.
Estado Parceiro e Empreendedor – Neste eixo ele aborda as medidas de incentivo e regulação das atividades econômicas que são a base da prosperidade do estado, propondo um governo estadual parceiro do setor produtivo. Ele reúne políticas gerais de tributação, logística e fomento econômico, bem como aquelas especificamente destinadas aos setores econômicos, como a agropecuária, a indústria, a mineração, o comércio e o turismo, entre outras.
Gestão eficiente, transparente e integrada – Para o senador, uma política sistêmica de gestão, pautada nos pilares da eficiência e transparência, irá ajudar a cumprir os objetivos da prestação de serviços propostas nos eixos anteriores.
FONTE ASSESSORIA DO CANDIDATO PEDRO TAQUES

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No dia do servidor público, comunidade da UFMT alerta população sobre a PEC 32 e cobra deputados

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Adufmat cobra compromissos dos parlamentares que representam o povo trabalhador de Mato Grosso

Já faz mais de um ano que os servidores públicos federais, estaduais e municipais denunciam a elaboração de mais um forte e perigoso ataque contra os direitos constitucionais. O Governo Federal queria aprovar sua proposta de Reforma Administrativa (PEC 32) em agosto deste ano, mas devido à gravidade da pauta e a pressão de sindicatos e movimentos sociais, tem encontrado dificuldades para conseguir os 308 votos necessários.

Nessa quinta-feira, 28/10, Dia do Servidor Público, a comunidade acadêmica da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), representada pelos sindicatos dos docentes, técnicos-administrativos e estudantes – Adufmat-Ssind, Sintuf/MT e DCE, respectivamente -, fez mais uma intervenção: encheu de faixas as grades da universidade para denunciar o ataque e cobrar os parlamentares mato-grossenses.

Há seis semanas servidores de todo o país fazem vigília em Brasília para demonstrar aos parlamentares que a população é contrária à PEC 32, porque sabe que será prejudicada. A Adufmat-Ssind já realizou diversas atividade nesse sentido. Publicou uma cartilha elencando os malefícios da PEC 32 para os servidores e para a sociedade como um todo (clique aqui para acessar), organizou atos e campanhas nas ruas, redes sociais, emissoras de TV e rádio, lives, além de uma série de programas com a personagem Almerinda para dialogar com a população sobre o assunto.

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A PEC 32 é a terceira proposta de Reforma Administrativa desde a promulgação da Constituição de 1988 e, desta vez, tem como objetivo precarizar os contratos dos trabalhadores, colocando os servidores públicos em condição de maior fragilidade e permitindo todo tipo de barganha com os cargos públicos. Também pretende introduzir o princípio de subsidiariedade, no qual o Estado atua como um igual, e não como um ente superior ao setor privado e conceder superpoderes ao presidente da República, que passaria a poder destruir instituições e autarquias com apenas uma canetada.

A justificativa mentirosa utilizada pelos governantes para aprovar a PEC 32 seria acabar com privilégios de servidores. No entanto, políticos, militares de alta patente e o alto escalão do Poder Judiciário, exatamente aqueles que recebem salários exorbitantes, ficarão de fora da Reforma. Ela tingirá, apenas, os servidores que recebem os menores salários, em sua maioria, os que estão em contato direto com a população usuária dos serviços públicos.

O Governo também mente sobre os reflexos da reforma para os atuais servidores federais, estaduais e municipais. Além de já receberem os piores salários e enfrentarem ambientes de trabalhos precarizados, esses servidores correm o risco de sofrer redução de salários e carga horária de trabalho em até 25%.

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Para o diretor geral da Adufmat-Ssind, professor Reginaldo Araújo, a data é mais uma grande oportunidade para “chamar a atenção da população sobre os ataques da PEC 32 e cobrar os deputados, lembrando que aqueles que atacam a população dessa forma costumam não ser reeleitos, a exemplo da última Reforma da Previdência”.

Até o momento, os deputados mato-grossenses que se declararam contrários à PEC 32 são: Rosa Neide (PT), Emanuelzinho (PTB), Leonardo (SDD), Carlos Bezerra (MDB) e Juarez Costa (MDB). Os deputados que ainda se mostram favoráveis à proposta são Neri Gueller (PP), Nelson Barbudo (PSL) e José Medeiros (PODE).

Protesto na UFMT contra PEC 32

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