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O melhor detergente é a luz do sol

DELEGADO FLÁVIO STRINGUETA: Ora, ora, ora. O sr. Procurador Geral do MPE não consegue perceber a diferença gritante entre iniciativa privada e o MPE? Senhor Procurador, o dinheiro do MPE é público, você não pode fazer o quer dele

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O melhor detergente é a luz do sol

O que importa nessa vida? (parte 3)

por Flávio Stringueta*

Recebi com muita tristeza as afirmaçõe do Procurador Geral do MPE/MT. A maior tristeza foi com relação ao desprezo do Procurador Geral, que tentou justificar o “vale/auxílio Covid” com uma afirmação que passa do ridículo, parecendo até que não seria inteligente o bastante para perceber isso, senão vejamos.

No artigo anterior, vendo a indignação da sociedade mato-grossense e brasileira com mais uma benesse aos doutores da lei do MPE/MT, eu apenas reproduzi o que muitos queriam falar. Os doutores da lei, segundo o Portal Transparência, não recebem menos de 40 mil reais por mês. E passarão a receber mais para cuidarem da saúde, mesmo estando trabalhando em “home office”, ou seja, em casa.

O Procurador Geral do MPE disse que é “muito normal” isso, e citou que diversas empresas privadas até pagam coisas parecidas, inclusive planos de saúde a seus funcionários.

Ora, ora, ora. Não consegui acreditar em tamanha bobagem saída da boca de alguém que deve ter certa inteligência, pois isso é preciso para passar em concursos públicos, até mesmo do MPE.

Ora, ora, ora novamente. O senhor Procurador Geral do MPE não consegue perceber a diferença gritante entre a iniciativa privada e o MPE? Vou ajudá-lo então. Senhor Procurador Geral, o dinheiro da empresa privada é dela, ela faz o que bem entende dele. O dinheiro do MPE é público, você não pode fazer o quer dele. Preciso desenhar para vossa excelência?

O apelo que fiz no artigo anterior não foi compreendido pelo MPE/MT. Vou lembrá-los. Desafio algum de seus membros que mostre sua própria indignação, igual à indignação social, em público. Não acontecerá, aparentemente.

O que deveremos esperar de uma instituição que senta na própria imoralidade e aponta os dedos para as imoralidades dos demais? Podemos acreditar na imparcialidade dessa instituição? Devemos respeitá-la? As respostas que eu tenho vou guardar para mim, para deixar cada um de vocês interpretar com seu sendo de justiça, moralidade e ética.

A cada nova imoralidade que vejo nos noticiários, fico mais indignado. O meu copinho da indignação está cada vez mais diminuindo. As gotas que o farão transbordar o enchem mais rápido.

Não quero deixar uma sociedade pior do que a que recebi para os meus filhos e netos, por isso estou saindo da indignação para a ação. Convido todos a me acompanhar e criticar a “pouca vergonha” que vemos diariamente no nosso estado e no Brasil.

Não sou desafeto do MPE/MT. Tenho muitos amigos lá. Mas não suporto essa hipocrisia dessa instituição que está se pregando como moral diante de tanta imoralidade reconhecida pela sociedade de bem.

Que Deus nos ajude.

*Flávio Stringueta é delegado da Polícia Civil de Mato Grosso

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Dinheiro na mão é vendaval

Procon-RJ multa iFood em R$ 1,5 milhão por troca de nomes de restaurantes

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Empresa deverá pagar indenização por não prestar informações sobre alteração em nomes de restaurantes
Sophia Bernardes

Empresa deverá pagar indenização por não prestar informações sobre alteração em nomes de restaurantes

O iFood foi multado R$ 1.508.240 pelo Procon-RJ por não prestar informações necessárias que garantirassem que os dados dos clientes estavam seguros, após uma pane no sistema que levou os nomes de vários restaurantes listados pelo serviço de entregas serem substituídos por mensagens políticas, antivacina e dados de app rival no último dia 2 de novembro.

Segundo o Procon Carioca, o IFood chegou a informar que as alterações teriam sido feitas por uma empresa prestadora de serviço, mas que não houve vazamento de dados pessoais dos consumidores nem de informações sobre cartões de débito ou crédito cadastrados como meios de pagamento.

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No entanto, como o aplicativo declara em sua política de privacidade compartilhar dados com empresas terceirizados, incluindo os meios de pagamento, o Procon Carioca pediu ao iFood esclarecimentos sobre a vulnerabilidade de exposoção de dados dos consumidores, como CPF, endereço, cartões.

O Procon Carioca solicitou também informações sobre quais estabelecimentos foram afetados por esse acesso indevido, por quanto tempo os nomes ficaram alterados, qual foi o prazo para correção do sistema, quantas compras foram realizadas durante o acesso indevido e qual a identificação da empresa prestadora de serviços que deu causa ao acontecimento e suas atribuições na gestão da plataforma.

Segundo o órgão de defesa do consumidor a ausência de documentos comprobatórios de que não houve vazamento de dados e sobre o incidentes em si levou à multa. A empresa ainda pode recorrer.

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