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O melhor detergente é a luz do sol

Batalhão Ambiental da PM completa 38 anos de proteção à fauna e flora mato-grossense

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O melhor detergente é a luz do sol

 

O Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental (BPMPA) completou nesta quarta-feira (20.10) 38 anos de atuação em Mato Grosso. Este ano, a unidade especializada abordou 24 mil pessoas, apreendeu nove toneladas de pescado ilegal, resgatou mais de 1 mil animais silvestres e prendeu 529 pessoas por prática de crime ambiental.

Os policiais ambientais, através de ações ostensivas de fiscalização e patrulhamentos terrestre e fluvial, garantem a proteção de espécies de animais e a preservação da fauna e da flora mato-grossense.  De janeiro a setembro deste ano, as equipes do BPMPA fecharam 14 garimpos ilegais no estado. Ao todo, os policiais registraram 1.891 boletins de ocorrências e apreenderam mais 10 mil m³ de madeira ilegal.

Durante as ações do Batalhão Ambiental, a PM apreendeu também 61 armas de fogo, 421 munições, vistoriou 11 mil veículos, destes 187, foram apreendidos por  apresentarem irregularidades. Nas checagens, os policiais apreenderam diversos apetrechos de pesca irregular e extração de madeira ilegal sendo 109 redes, 52 tarrafas, 57 espinhéis e 33 motosserras dentre outros itens.

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Atualmente, os policiais do Batalhão Ambiental da PM estão empenhados nas fiscalizações da “Operação Sinergia Piracema”, ação integrada do Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) e outros órgãos públicos parceiros. A operação, lançada no início deste mês de outubro, busca proteger a período de reprodução dos peixes nos rios do Estado.

O comandante do Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental, tenente-coronel Fagner Augusto, conta que a presença da Polícia Ambiental inibe a atividade ilícita, atuando na prevenção e repressão. “Vamos fazer patrulhamentos volantes nas ruas que dão acesso aos pontos sensíveis à atividade de pesca, e também em empreendimentos de produtos pesqueiros. Checamos também estoques de restaurantes e hotéis que tenham produtos pesqueiros em estoque antes da piracema”, explica o comandante da unidade.

Para celebrar os índices de produtividade e ações de prevenção realizadas pelos policiais na Região Metropolitana e no interior a Polícia Militar realizará uma solenidade para celebrar o aniversário de 38 anos do Batalhão de Proteção Ambiental, na próxima terça-feira (26), às 18h30, no Teatro Zulmira Canavarros, em Cuiabá.

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Fonte: GOV MT

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Dinheiro na mão é vendaval

Procon-RJ multa iFood em R$ 1,5 milhão por troca de nomes de restaurantes

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Empresa deverá pagar indenização por não prestar informações sobre alteração em nomes de restaurantes
Sophia Bernardes

Empresa deverá pagar indenização por não prestar informações sobre alteração em nomes de restaurantes

O iFood foi multado R$ 1.508.240 pelo Procon-RJ por não prestar informações necessárias que garantirassem que os dados dos clientes estavam seguros, após uma pane no sistema que levou os nomes de vários restaurantes listados pelo serviço de entregas serem substituídos por mensagens políticas, antivacina e dados de app rival no último dia 2 de novembro.

Segundo o Procon Carioca, o IFood chegou a informar que as alterações teriam sido feitas por uma empresa prestadora de serviço, mas que não houve vazamento de dados pessoais dos consumidores nem de informações sobre cartões de débito ou crédito cadastrados como meios de pagamento.

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No entanto, como o aplicativo declara em sua política de privacidade compartilhar dados com empresas terceirizados, incluindo os meios de pagamento, o Procon Carioca pediu ao iFood esclarecimentos sobre a vulnerabilidade de exposoção de dados dos consumidores, como CPF, endereço, cartões.

O Procon Carioca solicitou também informações sobre quais estabelecimentos foram afetados por esse acesso indevido, por quanto tempo os nomes ficaram alterados, qual foi o prazo para correção do sistema, quantas compras foram realizadas durante o acesso indevido e qual a identificação da empresa prestadora de serviços que deu causa ao acontecimento e suas atribuições na gestão da plataforma.

Segundo o órgão de defesa do consumidor a ausência de documentos comprobatórios de que não houve vazamento de dados e sobre o incidentes em si levou à multa. A empresa ainda pode recorrer.

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