(65) 99638-6107

CUIABÁ

Brasil, mostra tua cara

Alfredo Menezes diz que Silval tenta inovar, como bom moço da política, sem dá chute na canela de nenhuma das lideranças que reuniu sob o chapéu de seu governo. A incógnita é saber até quando este esquema sobreviverá neste MT de tantos egos inflados.

Publicados

Brasil, mostra tua cara


É fácil perceber que Alfredo da Mota Menezes se diverte imensamente com o que faz. Historiador e analista político do jornal A Gazeta, de Cuiabá, Alfredo é um daqueles aposentados que não consegue parar de produzir e que se mostra cada vez mais ativo – seja avaliando a conjuntura política e economica de nosso Estado, seja mergulhando em pesquisas históricas cada vez mais amplas.

Esta semana Alfredo da Mota Menezes esteve na redação da PÁGINA DO E, para mais um daqueles seus papos amistosos, descontraídos e sempre reveladores. Fiz questão de gravar em vídeo alguns trechos da conversa que divulgo aqui para a curtição daquelas raros e seletos cidadãos que descobriram esta PÁGINA DO E e, através do nosso olhar, vão acompanhando o lento caminhar da vida desta nossa tão privilegiada e tão problemática região de Mato Grosso.

Pela conversa, voce vai ficar sabendo que Alfredo já está pesquisando material para um novo livro, no qual pretende voltar a esmiuçar fatos e circunstancias que cercaram a Guerra do Paraguai. Dessa vez, ele pretende mostrar que a Inglaterra, ao contrário do que muitos dizem, não teve muita coisa a ver com este violento conflito que marcou o período do imperío em nosso País.

Leia Também:  JORNALISTA LUIS NASSIF já vê golpe contra Dilma sendo articulado. "Nos próximos meses, recrudescerá a tentativa de impeachment da presidente da República. As cartas já estão na mesa. Aliás, estão desde o julgamento da AP 470. A Operação Lava-Jato tem potencial explosivo maior que a AP 470. Seus desdobramentos são imprevisíveis. A radicalização dos últimos anos ampliou a capacidade dos grupos de mídia de insuflar o clamor da opinião pública. A disputa se dará entre o governo Dilma de um lado, PSDB e grupos de mídia de outro, os dois lados disputando os demais atores – empresários, políticos, classe média, intelectuais, movimentos sociais"

Voces também vão ver que o olhar de Alfredo da Mota Menezes, quando se trata das perspectivas economicas de Mato Grosso é único. Ele é daqueles que aposta que uma boa opção para a afirmação de nosso Estado como um dos mais importantes pólos do desenvolvimento brasileiro é uma forte integração com os demais países da América do Sul, que não só alavancaria todos os negócios em Mato Grosso como abriria, além do mais, um espaço impar para a afirmação macroeconomica de todo o Brasil, no contexto internacional.

Ouvir Alfredo da Mota Menezes falar e sonhar e prever e especular, é um exercício sempre estimulante. Daí o prazer com que divulgo mais este vídeo produzido, humildemente, por esta PÁGINA DO E.

COMENTE ABAIXO:

Propaganda
2 Comentários

2 Comments

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Brasil, mostra tua cara

“Será o paraíso se cumprir as metas”, diz Paes sobre leilão da Cedae

Publicados

em

O prefeito da cidade do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, disse nesta tarde (25) que o sucesso da concessão dos serviços de distribuição de água e de saneamento dependerá da capacidade de atuação das agências reguladoras. Segundo ele, o leilão foi bem conduzido, mas a fase de implementação precisa ser bem fiscalizada.

“Será o paraíso se cumprir as metas. Vamos ter as praias limpas, vamos ter as favelas com saneamento, vamos resgatar as lagoas e a Baía de Guanabara. É o que se deseja em uma cidade onde a questão ambiental representa um ativo econômico como é o caso do Rio de Janeiro”, disse. 

Por meio da concessão, os serviços de distribuição de água e saneamento na maioria dos municípios até então atendidos pela estatal Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae) foi repassada à iniciativa privada. O modelo de concessão foi elaborado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Os leilões ocorreram no ano passado. O grupo Águas do Brasil venceu a disputa pelos blocos 1, 3 e 4, que juntos abrangem 32 municípios e bairros do centro, da zona sul, da zona oeste e da zona norte da capital. O consórcio Iguá arrematou o bloco 2, que engloba outra parte da capital – Barra da Tijuca e Jacarepaguá – e mais dois municípios. 

As empresas vencedoras obtêm a concessão por 35 anos e precisam se comprometer com a meta da universalização dos serviços até 2033. A Cedae seguirá operando a Estação de Tratamento do Guandu e venderá água tratada para as novas concessionárias, que ficarão responsáveis pela distribuição, pela captação e pelo tratamento do esgoto.

Paes considerou que é preciso melhorar a eficiência na fiscalização desses serviços. A Agência Reguladora de Energia e Saneamento Básico do Estado do Rio de Janeiro (Agenersa), que atua na regulação do setor, não foi mencionada diretamente.

Leia Também:  Racha na Academia Mato-grossense de Letras. Depois da eleição da nova diretoria, “imortais” estão saindo no pau

“O grande desafio agora é ver como se controla isso. É ver se as agências reguladoras vão exigir o cumprimento das metas ali definidas. Se isso ocorrer, vai se comprovar um super caso de sucesso de uma concessão bem feita que deu uma bela outorga pro estado, que deu uma bela outorga pra cidade do Rio de Janeiro e que conseguiu de maneira inteligente abarcar municípios que não teriam sustentabilidade econômica se fossem fazer a concessão sozinhos”, avaliou.

O prefeito também elogiou o novo marco do saneamento, aprovado pelo Congresso Nacional em 2020. Através dele, foram fixadas regras que devem nortear a concessão desses serviços. “Não sou contra empresas estatais. Mas o caso da Cedae é um caso típico de empresa que cobrava valores altos e que dava pouco retorno à cidade. O marco legal do saneamento é um avanço. Ele definiu prazos e permitiu que os gestores tomassem as decisões, no meu ponto de vista corretamente”.

Milícias

As declarações de Paes se deram durante participação no evento Brazil Forum UK, que ocorreu na Universidade de Oxford. Participaram estudantes e pesquisadores brasileiros que atuam em instituições de todo o Reino Unido. Os debates foram transmitidos pelas redes sociais. Além de Paes, outros políticos e também juristas estão entre os convidados. Mais cedo, mesas de debate contaram com a presença, por exemplo, do ex-governador de São Paulo, João Doria, do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso.

O prefeito da capital fluminense foi convidado para debater o papel das cidades como indutoras de desenvolvimento e inovação. Ele dividiu a mesa com a antropóloga Andreza Aruska, diretora do Centro Latino-Americano da Universidade de Oxford. Foram discutidos assuntos variados como meio-ambiente, segurança pública, saúde e habitação.

Leia Também:  ISTOÉ: Pastor Marco Feliciano, o homem que desafia o Brasil

Ao ser questionado sobre o avanço das milícias, Paes manifestou discordância com análises que tendem a relacionar o problema com a ausência de políticas públicas nos territórios dominados.

Segundo ele, criminosos atuam em comunidades atendidas pelo metrô, pelo trem, por postos de saúde, por escola, por mercado popular e por centros esportivos. O prefeito deu o exemplo Conjunto Esperança, localizado no Complexo da Maré. “É um conjunto habitacional perto do centro da cidade, na beira da Avenida Brasil, em frente à Fiocruz [Fundação Oswaldo Cruz], com escola, posto de saúde, duas praças públicas e você entra lá e tem um sujeito de lança-chamas pra te receber”.

Paes disse ser preciso pensar políticas públicas com dados e evidências. “Na Vila Kennedy [comunidade da zona oeste do Rio de Janeiro], todas as ruas são asfaltadas, todas têm esgoto, todas têm iluminação, a coleta de lixo são sete dias por semana. Temos 18 escolas municipais, não sei quantas praças, quatro clínicas da família, uma vila olímpica e para completar dois batalhões da Polícia Militar. Que conversa é essa de ausência do Estado? Não é o Leblon, mas o Estado está presente. O que justifica um lugar desse estar dominado? Ali acho que é tráfico, não sei se já juntou com milícia”, disse. “Queria eu ter a reposta. Não tenho”, acrescentou.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

MATO GROSSO

POLÍCIA

Economia

BRASIL

MAIS LIDAS DA SEMANA