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Além de covarde politicamente, Carlos Rayel é o trapalhão da comunicação. Segundo Antero, greve dos professores será culpa dele, Rayel

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De acordo com Antero, Carlos Rayel é daqueles que adotou a cartilha do nazismo - e tenta transformar a mentira em verdade, exagerando em sua repetição


Dificilmente Carlos Rayel será visto numa roda de jornalistas, conversando descontraidamente sobre política ou jornalismo ou marketing. Carlos Rayel, pelo que se tem visto, prefere agir nas sombras, bancar o executivo de salto alto, que desdenha os donos dos pequenos jornais e não costuma olhar nos olhos de seus servidores. Carlos Rayel se esconde. Carlos Rayel é o homem sombra do governo de Silval Barbosa. Um covarde, políticamente, pois não assume, de peito aberto, a defesa das políticas desenvolvidas pelo governador que o contratou justamente para fazer isso. Carlos Rayel é daqueles que acredita que comprando custosos espaços na televisão, nos grandes jornais, contrando atores globais para passear pelo Estado,  ele vai engabelar o povo. Analisando o desempenho desse esquivo senhor Rayel, o jornalista, radialista e ex-senador Antero Paes de Barros – que comandou a Secom, durante o governo de Dante de Oliveira – demonstra, em rápida análise, que Carlos Rayel também é um trapalhão que, ao invés de atenuar, acirra as crises para cima da administração de Silval, já mergulhada em tantas crises. Confira o que escreveu Antero de Barros. (EC)
 
Carlos Rayel organiza greve contra Silval
por Antero Paes de Barros
 
O secretário de comunicação, Carlos Rayel, pode ser considerado o Joseph Goebells de Silval Barbosa. Explico: Goebells foi o responsável pela comunicação de Adolf Hitler e a teoria na que mais investiu foi de que “mintam, mas mintam tanto a ponto de acreditar que as suas mentiras são verdades”. Assim que é dirigida a comunicação de Silval Barbosa.
Desta vez, a mentira saiu pela culatra. Os professores da rede estadual  foram apresentados, nas propagandas do governo, como tendo ganhos acima da inflação em termos de 86%. Os números estão sendo desmentidos através da nota oficial do sindicato de professores. Essas mentiras repetidas na televisão estão levando o sindicato dos trabalhadores do ensino público a deliberar por uma greve no setor educacional.
Essa, o Silval vai ficar devendo exclusivamente a Carlos Rayel que tem dificuldades em assimilar o que comunicação é verdade.
 
fonte BLOG DO ANTERO

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No dia do servidor público, comunidade da UFMT alerta população sobre a PEC 32 e cobra deputados

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Adufmat cobra compromissos dos parlamentares que representam o povo trabalhador de Mato Grosso

Já faz mais de um ano que os servidores públicos federais, estaduais e municipais denunciam a elaboração de mais um forte e perigoso ataque contra os direitos constitucionais. O Governo Federal queria aprovar sua proposta de Reforma Administrativa (PEC 32) em agosto deste ano, mas devido à gravidade da pauta e a pressão de sindicatos e movimentos sociais, tem encontrado dificuldades para conseguir os 308 votos necessários.

Nessa quinta-feira, 28/10, Dia do Servidor Público, a comunidade acadêmica da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), representada pelos sindicatos dos docentes, técnicos-administrativos e estudantes – Adufmat-Ssind, Sintuf/MT e DCE, respectivamente -, fez mais uma intervenção: encheu de faixas as grades da universidade para denunciar o ataque e cobrar os parlamentares mato-grossenses.

Há seis semanas servidores de todo o país fazem vigília em Brasília para demonstrar aos parlamentares que a população é contrária à PEC 32, porque sabe que será prejudicada. A Adufmat-Ssind já realizou diversas atividade nesse sentido. Publicou uma cartilha elencando os malefícios da PEC 32 para os servidores e para a sociedade como um todo (clique aqui para acessar), organizou atos e campanhas nas ruas, redes sociais, emissoras de TV e rádio, lives, além de uma série de programas com a personagem Almerinda para dialogar com a população sobre o assunto.

A PEC 32 é a terceira proposta de Reforma Administrativa desde a promulgação da Constituição de 1988 e, desta vez, tem como objetivo precarizar os contratos dos trabalhadores, colocando os servidores públicos em condição de maior fragilidade e permitindo todo tipo de barganha com os cargos públicos. Também pretende introduzir o princípio de subsidiariedade, no qual o Estado atua como um igual, e não como um ente superior ao setor privado e conceder superpoderes ao presidente da República, que passaria a poder destruir instituições e autarquias com apenas uma canetada.

A justificativa mentirosa utilizada pelos governantes para aprovar a PEC 32 seria acabar com privilégios de servidores. No entanto, políticos, militares de alta patente e o alto escalão do Poder Judiciário, exatamente aqueles que recebem salários exorbitantes, ficarão de fora da Reforma. Ela tingirá, apenas, os servidores que recebem os menores salários, em sua maioria, os que estão em contato direto com a população usuária dos serviços públicos.

O Governo também mente sobre os reflexos da reforma para os atuais servidores federais, estaduais e municipais. Além de já receberem os piores salários e enfrentarem ambientes de trabalhos precarizados, esses servidores correm o risco de sofrer redução de salários e carga horária de trabalho em até 25%.

Para o diretor geral da Adufmat-Ssind, professor Reginaldo Araújo, a data é mais uma grande oportunidade para “chamar a atenção da população sobre os ataques da PEC 32 e cobrar os deputados, lembrando que aqueles que atacam a população dessa forma costumam não ser reeleitos, a exemplo da última Reforma da Previdência”.

Até o momento, os deputados mato-grossenses que se declararam contrários à PEC 32 são: Rosa Neide (PT), Emanuelzinho (PTB), Leonardo (SDD), Carlos Bezerra (MDB) e Juarez Costa (MDB). Os deputados que ainda se mostram favoráveis à proposta são Neri Gueller (PP), Nelson Barbudo (PSL) e José Medeiros (PODE).

Protesto na UFMT contra PEC 32

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