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O melhor detergente é a luz do sol

AGRONEGÓCIO É CRUEL: Sorriso esbanja soja e agoniza sem UTI na rede pública, conta jornalista Eduardo Gomes

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O melhor detergente é a luz do sol

Eduardo e Pivetta, um dos líderes do agronegócio em MT, vice governador do Estado

Em Sorriso sobra soja e falta UTI na rede pública
POR EDUARDO GOMES

 

Além da dor pela morte de 5.263 mato-grossenses e da contaminação de 224.416 cidadãos pela covid-19, a pandemia dessa doença revela a precaridade da saúde em Mato Grosso. Em Sorriso, município com 92.769 habitantes há somente duas unidades de terapia intensiva (UTIs) da rede pública, para pacientes infectados pelo vírus e ambas estão ocupadas.

Nas últimas 24 horas a doença matou 26 e foram notificados mais 1.362 casos. Dos contaminados, 209.678 se recuperaram, 8.418 estão em isolamento domiciliar e 294 são atendidos em leitos de enfermaria da rede pública, que também recebe 294 em UTIs. A taxa estadual de letalidade é 2,32%.

Com 1.359 mortos Cuiabá é o epicentro seguido por Várzea Grande (621), Rondonópolis (509), Sinop (174), Tangará da Serra (145), Sorriso e Primavera do Leste, ambos com 122 óbitos cada. A doença matou em 135 dos 141 municípios e contaminou em todos.

Leia Também:  JOHNNY MARCUS: A indignação diante da injustiça social gerada pela corrupção é sempre bem-vinda. Mas o que dizer quando a injustiça social tem raiz na fria letra da lei? Como aceitar que dinheiro que poderia ser investido em políticas públicas vá parar no bolso de quem já recebe um super salário? Em tempos de crise econômica, em que se cobra austeridade por parte do governo federal, é mais do que oportuno que a sociedade saiba que existe uma minoria que custa muito aos cofres públicos e nem por isso são alvos de panelaços ou protestos indignados nas ruas.

Cuiabá com 48.013 casos é o mais atingido. Em ordem decrescente, Rondonópolis (15.648), Várzea Grande (14.512), Sinop (11.795), Sorriso (9.587), Tangará da Serra (9.488), Lucas do Rio Verde (8.740), Primavera do Leste (6.722), Cáceres (5.236) e Nova Mutum (4.687).

UTI – Mato Grosso tem somente 15 UTIs Pediátrica na rede pública para paciente com covid-19, e nove leitos estão ocupados. Há 391 leitos Adulto sendo que 79 estão vagos – a taxa de ocupação é 79,46%.

Neste dia estão esgotados os leitos de UTI do Hospital e Maternidade Santa Rita, em Várzea Grande (10); Hospital Regional de Sorriso (dois); e do Hospital Regional Universitário de Cáceres Dr. Antônio Fontes (10).

Sorriso, o maior município agrícola da Terra, campeão mundial em produção de soja, tem 92.769 habitantes e conta somente com dois leitos de UTI Adulto na rede pública, sendo que ambos estão ocupados. Sorriso registra 122 mortes pela doença, tem 186 contaminados em isolamento domiciliar e 33 internados (dois em UTI) e 9.247 se recuperaram.

Leia Também:  SAÍTO: Dois acontecimentos atuais chamam a atenção: a decisão da Suprema Corte argentina declarando a constitucionalidade da lei de mídia e a punição imposta pelo Papa Francisco a Frans-Peter Tebartz-van Elst, um de seus bispos. São dois monopólios que se tenta combater, o primeiro, da comunicação, e o segundo, do episcopado infalível.

Redação Boamidia

FOTO: Boamidia

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Dinheiro na mão é vendaval

Procon-RJ multa iFood em R$ 1,5 milhão por troca de nomes de restaurantes

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Empresa deverá pagar indenização por não prestar informações sobre alteração em nomes de restaurantes
Sophia Bernardes

Empresa deverá pagar indenização por não prestar informações sobre alteração em nomes de restaurantes

O iFood foi multado R$ 1.508.240 pelo Procon-RJ por não prestar informações necessárias que garantirassem que os dados dos clientes estavam seguros, após uma pane no sistema que levou os nomes de vários restaurantes listados pelo serviço de entregas serem substituídos por mensagens políticas, antivacina e dados de app rival no último dia 2 de novembro.

Segundo o Procon Carioca, o IFood chegou a informar que as alterações teriam sido feitas por uma empresa prestadora de serviço, mas que não houve vazamento de dados pessoais dos consumidores nem de informações sobre cartões de débito ou crédito cadastrados como meios de pagamento.

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No entanto, como o aplicativo declara em sua política de privacidade compartilhar dados com empresas terceirizados, incluindo os meios de pagamento, o Procon Carioca pediu ao iFood esclarecimentos sobre a vulnerabilidade de exposoção de dados dos consumidores, como CPF, endereço, cartões.

O Procon Carioca solicitou também informações sobre quais estabelecimentos foram afetados por esse acesso indevido, por quanto tempo os nomes ficaram alterados, qual foi o prazo para correção do sistema, quantas compras foram realizadas durante o acesso indevido e qual a identificação da empresa prestadora de serviços que deu causa ao acontecimento e suas atribuições na gestão da plataforma.

Segundo o órgão de defesa do consumidor a ausência de documentos comprobatórios de que não houve vazamento de dados e sobre o incidentes em si levou à multa. A empresa ainda pode recorrer.

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