Boechat critica política de repressão ao uso da maconha

BOECHAT DEFENDE MACONHA: ‘HITLER NÃO SE DROGAVA, NEM CUNHA’

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Em entrevista ao site Growroom, dedicado à legalização e comercialização da maconha, o jornalista Ricardo Boechat criticou a política de repressão da droga; para ele, a hipocrisia e leis retrógradas mantêm a cannabis na ilegalidade como se isso resolvesse os problemas; “Ah você vai ficar doidão. Tem cara que fica doidão e pinta bem pra caralho, outros compõem músicas antológicas. Tem mais, Hitler não se drogava, o Eduardo Cunha não deve consumir droga”, afirmou; sobre o uso medicinal, Boechat disse que faria o que fosse necessário para ter acesso à maconha; “Quem é a Anvisa? É uma agência reguladora como todas as outras num antro de putaria. Vou deixar minha saúde nas mãos dessas figuras?”

 

247 – O jornalista Ricardo Boechat deu entrevista ao site Growroom, dedicado à legalização e comercialização da maconha. O apresentador do Jornal da Band e da Bandnews contou que sua relação com a maconha foi há muito tempo, mas que ainda se lembra dos efeitos.

“Eu danei a rir, eu ri pra caralho, ri feito bobo, que foi o efeito que se repetiu e foi a única coisa que me encantou na maconha, que foi me transformar em bobo”, disse.

Para Boechat, a hipocrisia e leis retrógradas mantêm a cannabis na ilegalidade como se isso resolvesse os problemas de enfrentamento às drogas. “Ah você vai ficar doidão. Tem cara que fica doidão e pinta bem pra caralho, outros compõem músicas antológicas. Tem mais, Hitler não se drogava, o Eduardo Cunha não deve consumir droga”, afirmou.

Sobre o uso medicinal, Boechat disse que faria o que fosse necessário para ter acesso à maconha. “Eu quero que se foda a legalidade, enfia a legalidade no cu! Eu vou lá e compro e foda-se, trago do exterior se tiver que trazer. Porque não acho razoável. Quem é a Anvisa? É uma agência reguladora como todas as outras num antro de putaria. Vou deixar minha saúde nas mãos dessas figuras?”

“Não há na história da humanidade nenhuma ação bem-sucedida baseada na repressão contra um consumo que tenha demanda. Não existe. A experiência mais completa nesse sentido, com início, meio e fim, se deu com a Lei Seca nos Estados Unidos; que produziu uma carnificina, um aumento exponencial da corrupção do aparato policial, político”, pontuou Boechat.

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