ESCÂNDALO DOS LAND ROVER – Juiz Alex Figueiredo determina varredura em cartórios e em diversos Detrans para detectar bens e imóveis em nome de Éder Moraes, Yenes Magalhães, Jefferson de Castro e de sócios da Global Tech, para serem bloqueados e garantirem devolução de R$ 2,1 milhões aos cofres públicos

 A Justiça já determinou a indisponibilidade de bens e a quebra de sigilo fiscal e bancário de Éder Moraes e dos demais envolvidos no Escândalo dos Land Rovers, em decisão colegiada da Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça, presidida pela desembargadora Maria Erotides.


A Justiça já determinou a indisponibilidade de bens e a quebra de sigilo fiscal e bancário de Éder Moraes e dos demais envolvidos no Escândalo dos Land Rovers, em decisão colegiada da Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça, presidida pela desembargadora Maria Erotides.

Justiça irá bloquear bens de Éder, ex-diretores da Secopa e de donos da Global Tech 

A Justiça estadual determinou “varredura” nos cartórios de registro e autarquias de trânsito de vários estados, como em Mato Grosso, para detectar bens e imóveis em nome de sócios da Global Tech e de ex-diretores da extinta Agecopa, hoje Secopa, como o atual secretário de Relações Institucionais do Estado, Eder Moraes. A medida do juiz Alex Nunes de Figueiredo visa assegurar o ressarcimento aos cofres públicos dos R$ 2,1 milhões depositados na conta da empresa, em 2011, para aquisição de 10 veículos Land Rover Defender, equipados de radares, ao custo total de R$ 14,1 milhões.

Para garantir o mapeamento completo, a Justiça também confrontará dados junto ao sistema da Receita Federal.

A Justiça já determinou a indisponibilidade de bens e a quebra de sigilo fiscal e bancário dos envolvidos, em decisão colegiada da Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça. O processo foi na sequência encaminhado à primeira instância, para cumprimento de decisão. Recentemente, a Justiça localizou apenas R$ 15 mil nas contas dos envolvidos. Agora, a ação ampliada tenta assegurar o valor integral a ser “devolvido” ao caixa público de Mato Grosso.

Numa série de ofícios, a partir do dia 17 deste mês, constam encaminhamentos aos cartórios de registro de imóveis e Detrans, informando a decisão. A extensa lista abrange, por exemplo, o Departamento Estadual de Trânsito de Brasília (DF), onde está localizada a matriz da empresa Global Tech, sob Guilherme Nascentes. Além dele e de Eder Moraes, a ação atinge ainda os ex-diretores da Agecopa Yênes Magalhães e Jefferson de Castro e supostos sócios da empresa, como Adhemar Luiz de Carvalho e Carlos Alberto Pereira. Cartórios de municípios de Goiás e do Rio de Janeiro também foram comunicados.

Eder Moraes faz questão de frisar que o contrato realizado entre o Estado e a Global Tech, contou com aval do governo, por meio da Procuradoria Geral do Estado, sob Jenz Prochnow Júnior. O contrato foi cancelado em 2011. Desde então, o caso se arrasta na Justiça.

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2 Comentários

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  1. - IP 187.5.109.196 - Responder

    “- onde está o dinheiro?
    o gat comeu…”

  2. - IP 177.27.171.150 - Responder

    Boa hora para os laranjas se apoderarem de vez da grana dos vagabundos…kk

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