Nesta terça, Centrais Sindicais e Movimento Sociais vão bater na porta de Silval Barbosa

 Além da pauta nacional (10% do PIB para Educação e 10% Orçamento da União para a Saúde), em Mato Grosso, as entidades cobram de Silval a aplicação dos 35% dos recursos, previstos na Constituição Estadual na educação e também vão exigir a aprovação da Lei de Iniciativa Popular que revogam as leis complementares 150/2004 e 417/2011. As leis garantem a contratação das Organizações Sociais na Secretaria Estadual de Saúde de Mato Grosso.


Além da pauta nacional (10% do PIB para Educação e 10% Orçamento da União para a Saúde), em Mato Grosso, as entidades cobram de Silval a aplicação dos 35% dos recursos, previstos na Constituição Estadual na educação e também vão exigir a aprovação da Lei de Iniciativa Popular que revogam as leis complementares 150/2004 e 417/2011. As leis garantem a contratação das Organizações Sociais na Secretaria Estadual de Saúde de Mato Grosso.

Hoje, dia 6 de agosto, as Centrais Sindicais e os Movimentos Sociais de Mato Grosso voltam às ruas no Dia Nacional de Luta contra o PL 4330
Como em todo o pais, em Mato Grosso a Classe trabalhadora volta às ruas hoje, dia 06 de agosto, contra o Projeto de Lei 4330, do deputado Sandro Mabel (PMDB-GO), que terceiriza o serviço público e privado.

De acordo com o presidente da CUT/MT, João Luiz Dourado, o movimento que acontece em todo o Brasil, no dia 6 de agosto, quer chamar a atenção da população e dos/as trabalhadores/as sobre a necessidade de retirar o PL 4330 da pauta do Congresso Nacional. “O PL flexibiliza os direitos dos trabalhadores e coloca em risco o trabalho decente, o trabalho com carteira assinada, o trabalho com qualidade de vida”, aponta o bancário, presidente da CUT de Mato Grosso.

Os manifestantes irão se concentrar na Praça Ulisses Guimarães, às 15h. E, às 16h, sairão em caminhada passando em frente a FIEMT, encerrando a manifestação na porta do Palácio Paiaguás. As Centrais Sindicais e os movimentos sociais, desta vez também vão cobrar audiência com o Governador Silval Barbosa para apresentar as reivindicações da classe trabalhadora.

Além da pauta nacional (10% do PIB para Educação e 10% Orçamento da União para a Saúde), em Mato Grosso, as entidades irão cobrar a aplicação dos 35% dos recursos, previstos na Constituição Estadual na educação e também vão exigir a aprovação da Lei de Iniciativa Popular que revogam as leis complementares 150/2004 e 417/2011. As leis garantem a contratação das Organizações Sociais na Secretaria Estadual de Saúde de Mato Grosso.

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