Mauro segue na frente e França mostra que ainda tem voto

Nova rodada de pesquisa do Instituto Vox Populi confirma que Mauro Mendes segue liderança a preferencia popular na disputa pela Prefeitura de Cuiabá. As duas campanhas perdidas, deixaram Mauro, pelo que se sente, como uma espécie de vítima de Wilson Santos e Silval Barbosa. A debacle de Wilson e Silval leva muita gente a se arrepender de como voto e a ficar pensando que, com Mauro poderia ser diferente. E quem já votara em Mauro fica com aquele sentimento de que “eu disse que ele era o melhor”. Só que Mauro Mendes é só uma hipótese. As mais recentes articulações do empresário-socialista para ganhar tentar gahttp://paginadoenock.com.br/wp-admin/edit-comments.phpnhar no primeiro turno a eleição em Cuiabá e depois, em 2014, disputar o governo do Estado apoiado pela caterva do PMDB e do PR, já sinalizam que ele, tal como Wilson e Silval, talvez seja farinha do mesmo saco. Uma surpresa para mim é ver que Roberto França – mesmo baleado pelo listão do TCU – continua com uma base de massa cativa em Cuiabá. De qualquer forma, com tantas nuances nesta eleição, o eleitor, imagino eu, deve estar atento – e acompanhar o noticiário para melhor definir seu voto para não acabar, mais uma vez, comprado gato por lebre. (EC)

Vox Populi confirma favoritismo de Mauro

Instituto, em primeiro levantamento encomendado pelo Diário, coloca o democrata Roberto França como o segundo colocado nas intenções de voto

DIÁRIO DE CUIABÁ

O empresário Mauro Mendes (PSB) lidera com folga a disputa rumo ao Palácio Alencastro. É o que aponta a primeira pesquisa encomendada pelo Diário junto ao instituto Vox Populi. No primeiro cenário, Mendes conta com a preferência de 47% dos votos e o ex-prefeito Roberto França (DEM) é o segundo colocado, com 12% das intenções, seguido pelo deputado estadual Guilherme Maluf (PSDB), 7%. O vereador Lúdio Cabral (PT), com 4%, Carlos Brito (PSD), 3%, e Kamil Fares (PDT), 1%, completam o cenário.

A pesquisa Vox Populi foi realizada nos dias 16 e 17 de junho, ouvindo 600 eleitores. A margem de erro é de 4 pontos percentuais para mais ou para menos, em um intervalo de confiança de 95%.

Outros três cenários também foram levantados. No segundo cenário, sem a presença do democrata Roberto França e do pedetista Kamil Fares, Mauro Mendes sobe para 53% das intenções de voto, o segundo colocado passa a ser Guilherme Maluf, com 9%, Lúdio Cabral vai para 5% e Carlos Brito sobe para 4%.

Apesar do prefeito Chico Galindo (PTB) afirmar que não é candidato à reeleição, no terceiro cenário seu nome é substituído pelos dois pré-candidatos que contam com seu apoio – Guilherme Maluf e Carlos Brito. Neste cenário, Mauro Mendes lidera com 51%, Roberto França é o segundo com 14%, Lúdio Cabral, com 5% e Chico Galindo aparece com 3% das intenções de voto.

No quarto cenário, sem Guilherme Maluf, Mauro Mendes aparece com 51% dos votos, França com 13%, Lúdio tem 5%, Brito com 3% e Kamil Fares com 2%.

Em todos os cenários analisados, caso a eleição fosse hoje, Mauro Mendes venceria no primeiro turno. Porém, a pesquisa também avaliou a tendência do eleitor em caso de um eventual segundo turno. Em todos os confrontos Mendes venceria com facilidade. Neste caso, a menor vitória de Mauro Mendes seria contra Roberto França, com Mendes tendo 56% dos votos e França, 16%. Contra Maluf, a diferença ‘pró-Mauro’ seria de 61% contra 10%. Enfrentando Lúdio Cabral, Mauro Mendes ganharia com 63% das intenções e o petista teria 7%, os mesmos números da disputa entre Mendes e Carlos Brito. Caso o segundo turno fosse contra o médico Kamil Fares, a diferença seria 65% contra 2%. Já contra o prefeito Chico Galindo, seria 64% contra 4%.

Na modalidade espontânea, em que o eleitor é instado a falar em quem votaria se a eleição fosse hoje, os mais lembrados foram: Mauro Mendes (16%), Roberto França (3%) e Dorileo Leal (2%). Guilherme Maluf, Chico Galindo, Carlos Brito, Walter Rabelo e Wilson Santos aparecem com 1% cada.

Rejeição – Caso o prefeito Chico Galindo fosse candidato, ele teria a maior rejeição, com 38%. Em seguida, aparecem: Roberto França (11%), Carlos Brito (11%), Guilherme Maluf (6%), Mauro Mendes (4%), Kamil Fares (3%) e Lúdio Cabral (2%).

Em nenhum dos cenários entrou o nome do pré-candidato do PMDB, Totó Parente, pois somente na última segunda-feira, dia 18, o PMDB lançou o seu nome como possível candidato. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral sob o número 00055/2012.

Procuradoria acusa servidores de fraudar orçamento da Copa

Uma diretora e uma gerente teriam adulterado parecer que vetava troca de linha de ônibus por VLT em Cuiabá

Linha de ônibus estava orçada em R$ 490 mi, e o VLT, em R$ 1,2 bi; funcionárias teriam trocado a nota técnica
LEANDRO COLON
DE BRASÍLIA

O Ministério Público Federal entrou com ação na Justiça contra uma diretora e uma gerente do Ministério das Cidades sob acusação de terem fraudado processo que elevou em ao menos R$ 700 milhões o orçamento de obra da Copa de 2014 em Cuiabá (MT).

Segundo documento assinado por quatro procuradores da República do Distrito Federal, a diretora de Mobilidade Urbana, Luiza Gomide de Faria Vianna, e a gerente de projetos, Cristina Maria Soja, atuaram para “maquiar a inviabilidade técnica de aprovação da obra para a Copa do Mundo Fifa 2014”: “Houve a adulteração fraudulenta do processo”, dizem os procuradores em documento protocolado há duas semanas na Justiça Federal.

A suspeita de fraude surgiu no fim de novembro com a revelação de indícios de que as duas atuaram para adulterar parecer técnico que vetava a troca da implantação de uma linha rápida de ônibus (BRT) por um VLT (Veículo Leve Sobre Trilhos), possibilitando a mudança. Na época, o primeiro estava orçado em cerca de R$ 490 milhões e o segundo, em R$ 1,2 bilhão.

O governo de MT acaba de concluir a licitação da obra por R$ 1,4 bilhão. A concorrência ocorreu por meio do Regime Diferenciado de Contratação. Segundo os procuradores, as servidoras enganaram o Ministério Público ao dar informações falsas.

A mudança de projeto se deu após acordo entre o governo federal e o de Mato Grosso. O problema é que o técnico responsável pelos estudos, Higor Guerra, apontou irregularidades que impediam a troca, pois havia risco de a obra não ficar pronta.

Gomide disse que estava sendo pressionada por Cássio Peixoto, chefe de gabinete do então ministro das Cidades, Mário Negromonte, que já deixou o cargo.

Luiza pediu para Higor Guerra alterar o parecer, mas ele se negou. Luiza e Cristina Soja então mexeram no documento “subtraindo dos autos a nota técnica e substituindo-a por outra”, com o mesmo número e data falsa.

Categorias:Jogo do Poder

1 Comentário

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  1. - IP 177.161.236.208 - Responder

    Não dou o mínimo crédito a esta pesquisa. Tudo é jogo de cena. Compra e pagam este institutos para tentar ludibriar as verdadeiras intensões do povo.

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