MARIO VARGAS LLOSA SE RENDE AO GOVERNO DE ESQUERDA DE PEPE MUJICA: “Foi muito feliz a revista The Economist ao declarar o Uruguai “o país do ano” e qualificar como admiráveis as duas reformas liberais mais radicais tomadas em 2013: o casamento gay e a legalização e regulamentação da produção, venda e consumo de maconha”. Mujica foi o 2º guerrilheiro latino-americano a chegar ao poder pelas urnas, depois de Daniel Ortega, na Nicarágua

O escritor Mario Vargas Llosa, ganhador do Nobel da Literatura, em 2010, elogia desempenho do político de esquerda e ex-guerrilheiro Pepe Mujica à frente do governo do Uruguai. Para Vargas Llosa, ao adotar o casamento gay e legalizar o uso da maconha, Pepe Mujica implementou duas reformas muito profundas e de amplo alcance que, segundo as palavras da Economist, podem beneficiar o mundo inteiro. "O casamento entre pessoas do mesmo sexo tende a combater um preconceito estúpido e a reparar uma injustiça em razão da qual milhões de pessoas padeceram (e continuam padecendo na atualidade) injustiças e discriminação sistemática, desde a fogueira da inquisição até o cárcere, a perseguição, a marginalização social e violações de toda ordem" - escreve o autor de "Pantaleão e as visitadoras"

O escritor Mario Vargas Llosa,  ganhador do Nobel da Literatura, em 2010 – que sempre se situou à direita, no espectro ideológico -, elogia, em entusiasmado artigo, publicado por El País e pelo O Estado de S.Paulo, o desempenho do político de esquerda e ex-guerrilheiro Pepe Mujica à frente do governo do Uruguai. Para Vargas Llosa, ao adotar o casamento gay e legalizar o uso da maconha, Pepe Mujica implementou duas reformas muito profundas e de amplo alcance que, segundo as palavras da Economist, podem beneficiar o mundo inteiro. “O casamento entre pessoas do mesmo sexo tende a combater um preconceito estúpido e a reparar uma injustiça em razão da qual milhões de pessoas padeceram (e continuam padecendo na atualidade) injustiças e discriminação sistemática, desde a fogueira da inquisição até o cárcere, a perseguição, a marginalização social e violações de toda ordem” – escreve o autor de “Pantaleão e as visitadoras”

O exemplo uruguaio

MARIO VARGAS LLOSA – O Estado de S.Paulo

Foi muito feliz a revista The Economist ao declarar o Uruguai “o país do ano” e qualificar como admiráveis as duas reformas liberais mais radicais tomadas em 2013 pelo governo do presidente José Mujica: o casamento gay e a legalização e regulamentação da produção, venda e consumo de maconha.

'Pepe' Mujica, de sandálias, na posse do ministro da Economia - Matilde Campadonico/AP
Matilde Campadonico/AP
‘Pepe’ Mujica, de sandálias, na posse do ministro da Economia

 

É extraordinário que ambas as medidas, inspiradas na cultura da liberdade, tenham sido adotadas pelo governo de um movimento que, originalmente, não acreditava na democracia, mas na revolução marxista-leninista e no modelo cubano de autoritarismo vertical e de partido único. Desde que subiu ao poder, o presidente Mujica, que em sua juventude foi um guerrilheiro tupamaro, assaltou bancos e passou muitos anos na cadeia, onde foi torturado durante a ditadura militar, tem respeitado escrupulosamente as instituições democráticas – a liberdade da imprensa, a independência dos poderes, a coexistência de partidos políticos e eleições livres – assim como a economia de mercado, a propriedade privada, estimulando os investimentos estrangeiros.

A política desse simpático velhinho estadista, que fala com uma sinceridade insólita num governante, embora isso signifique equivocar-se de vez em quando, vive de maneira muito modesta em sua chácara nos arredores de Montevidéu, e viaja em classe econômica, conferiu ao Uruguai uma imagem de país estável, moderno, livre e seguro, o que lhe permitiu crescer economicamente e avançar na justiça social, estendendo os benefícios da liberdade em todos os campos, e vencendo as pressões de uma minoria recalcitrante da coalizão.

É preciso lembrar que o Uruguai, diferentemente da maior parte dos países latino-americanos, cultiva uma antiga e sólida tradição democrática, a ponto de, quando eu era criança, o pais oriental ser chamado de “a Suíça da América” em razão da força de sua sociedade civil, da firmeza da legalidade e de suas Forças Armadas respeitadoras de governos constitucionais. Além disso, principalmente depois das reformas do “battlismo”, que reforçaram o secularismo e criaram uma poderosa classe média, a sociedade uruguaia tinha uma educação de primeiro nível, uma vida cultural muito rica e um civismo equilibrado e harmonioso, invejado por todo o continente.

Lembro de como fiquei impressionado ao conhecer o Uruguai em meados dos anos 60. Um país onde as diferenças econômicas e sociais eram muito menos cruas e extremas do que no restante da América Latina, e no qual a qualidade da imprensa escrita e radiofônica, seus teatros, livrarias, o alto nível do debate político, sua vida universitária, artistas e escritores – e principalmente, o punhado de críticos e a influência que eles exerciam – e a liberdade irrestrita que se respirava em toda parte o aproximavam muito mais aos países europeus mais avançados do que aos seus vizinhos, não parecia um dos nossos. Ali descobri o semanário Marcha, uma das melhores revistas que conheci, e que se tornou para mim desde então uma leitura obrigatória para me pôr a par do que acontecia em toda a América Latina.

Sombras. Entretanto, essa sociedade que dava ao forasteiro a impressão de estar se afastando cada vez mais do Terceiro Mundo e a se aproximar do Primeiro, já naquele tempo começava a deteriorar-se. Porque, apesar de tudo o que de bom acontecia ali, muitos jovens, e alguns não tão jovens, sucumbiam ao fascínio da utopia revolucionária e iniciavam, segundo o modelo cubano, as ações violentas que destruiriam a “democracia burguesa” para substituí-la, não pelo paraíso socialista, mas por uma ditadura militar de direita que lotou os presídios de presos políticos, praticou a tortura e obrigou muitos milhares a se exilar.

A fuga de talentos e dos melhores profissionais, artistas e intelectuais do Uruguai naqueles anos foi proporcionalmente uma das mais cruciais que um país latino-americano jamais experimentou ao longo da história. Entretanto, a tradição democrática e a cultura da legalidade e da liberdade não se eclipsou totalmente naqueles anos de terror. Com a queda da ditadura e o restabelecimento da vida democrática, floresceria novamente, com maior vigor e, diria até, com uma experiência acumulada que educou tanto a direita quanto a esquerda, vacinando-as contra as ilusões de violência do passado.

De outro modo, não teria sido possível que a esquerda radical, que com a Frente Ampla e os tupamaros chegasse ao poder, desse mostras, desde o primeiro momento, de um pragmatismo e espírito realista que permitiu a convivência na diversidade e aprofundou a democracia uruguaia em lugar de pervertê-la. Esse perfil democrático e liberal explica a valentia com que o governo do presidente Mujica autorizou o casamento entre pessoas do mesmo sexo e converteu o Uruguai no primeiro país do mundo a mudar radicalmente sua política frente ao problema da droga, crucial em toda parte, mas particularmente agudo na América Latina. Trata-se de duas reformas muito profundas e de amplo alcance que, segundo as palavras da Economist, “podem beneficiar o mundo inteiro”.

O casamento entre pessoas do mesmo sexo tende a combater um preconceito estúpido e a reparar uma injustiça em razão da qual milhões de pessoas padeceram (e continuam padecendo na atualidade) injustiças e discriminação sistemática, desde a fogueira da inquisição até o cárcere, a perseguição, a marginalização social e violações de toda ordem.

Em relação às drogas, predomina ainda no mundo a ideia de que a repressão é a melhor maneira de enfrentar o problema, embora a experiência tenha demonstrado até o cansaço, que, apesar da enormidade de recursos e esforços investidos em reprimi-la, sua fabricação e consumo continuam aumentando em toda parte, engordando as máfias e a criminalidade associada ao narcotráfico. Nos nossos dias, esse é o principal fator da corrupção que ameaça as novas e antigas democracias e vai enchendo as cidades da América Latina de pistoleiros e cadáveres.

Será bem-sucedida a corajosa experiência uruguaia da legalização da produção e consumo da maconha? Seria muito mais, sem dúvida nenhuma, se a medida não fosse restrita a um único país (e não fosse tão estatista), mas compreendesse um acordo internacional do qual participassem tanto os países produtores como os consumidores. Mas, mesmo assim, a medida afetará os traficantes e portanto a criminalidade derivada do consumo ilegal, e demonstrará com o tempo que a legalização não aumenta notoriamente o consumo, apenas num primeiro momento, embora, desaparecido o tabu que costuma prestigiar a droga junto aos jovens, tenda a reduzi-lo.

O importante é que a legalização seja acompanhada de campanhas educativas – como as que combatem o tabagismo ou explicam os efeitos prejudiciais do álcool – e de reabilitação, de modo que quem fuma maconha o faça com perfeita consciência dos que fazem, como ocorre hoje em dia, os que fumam tabaco ou bebem álcool. A liberdade tem seus riscos, e os que creem nela devem estar dispostos a corrê-los em todos os campos, não apenas no cultural, no religioso e no político. Foi o que entendeu o governo uruguaio, e devemos aplaudi-lo por isto. Esperemos que outros aprendam a lição e sigam seu exemplo. / TRADUÇÃO ANNA CAPOVILLA

 

 

 

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Mario Vargas Llosa além de jornalista, dramaturgo, ensaísta e crítico literário, é um escritor consagrado internacionalmente. Nascido em Arequipa, no Peru, em 1936, ganhou notoriedade literária com a publicação do premiado romance A Cidade e os Cães (1961). Mudou para Paris nos anos 60, e lecionou em diversas universidades americanas e européias, ao longo dos anos. Com uma vasta produção literária, que inclui peças teatrais, ensaios e memórias, Vargas Llosa publicou sobretudo romances, entre eles Conversa na Catedral, Pantaleão e as Visitadoras, Tia Júlia e o Escrevinhador, A Guerra do Fim do Mundo, Quem Matou Palomino Molero? e Cartas a um Jovem Escritor. Numa incursão ao mundo da política, candidatou-se, em 1990, à presidência do Peru, perdendo a eleição para Alberto Fujimori. O autor vive entre Londres, Paris, Madrid e Lima. Ganhou o Prêmio Nobel de Literatura no ano de 2010.

 

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Mujica vence eleições no Uruguai e diz que seguirá exemplo de Lula

 

da Folha Online

O candidato governista José Mujica venceu as eleições deste domingo no Uruguai e afirmou que seguirá durante seu governo o exemplo do presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva.

A Corte Eleitoral afirmou que, com 74,53% das urnas contabilizadas, Mujica obteve 881.811 votos contra 730.605 do conservador Luis Alberto Lacalle, do Partido Nacional, que já admitiu a derrota. Os votos em branco somam 38.284 e os nulos 29.747.

Iván Franco/Efe
José Mujica (centro) comemora a vitória com seu companheiro de chapa Danilo Astori (esq.) e o atual presidente Tabaré Vázquez (dir.)
José Mujica (centro) comemora a vitória com seu companheiro de chapa Danilo Astori (esq.) e o atual presidente Tabaré Vázquez (dir.)

Pesquisas de boca-de-urna das empresas Cifra, Factum e Equipos Mori já indicavam que Mujica tem 51% dos votos contra 44% de Lacalle.

“O próximo governo vai ser um governo que sempre vai negociar e negociar até o fim, e quando dizemos negociar, significa tentar um acordo, por isso adotei como símbolo o Lula, um gigante da negociação”, declarou Mujica ao Canal 10.

Em abril, Mujica já havia indicado em seu site que admirava Lula e que o governo do presidente brasileiro era um exemplo a seguir. “Lula não fez nenhuma revolução, mas tirou 50 milhões de pessoas que estavam mergulhadas na indigência e lhes deu dignidade e esperança”, afirmou na ocasião.

Lula recebeu Mujica no início de agosto em Brasília.

Mujica, 74, será o segundo guerrilheiro latino-americano a chegar ao poder pelas urnas, depois de Daniel Ortega, na Nicarágua.

No discurso ante seus partidários, Mujica proclamou que não há “nem vencidos nem vencedores” e se mostrou conciliador para com os partidos opositores. “É o mundo do revés, aqui deveriam estar vocês e nós aplaudindo porque esta batalha foi travada por vocês”, afirmou.

“Mas também recordemos que há compatriotas que estão tristes e que são nossos irmãos de sangue, e por isso não há nem vencidos nem vencedores!”, proclamou.

Também saudou os “irmãos da América Latina, os que representam bem, mal ou regularmente as esperanças frustradas de um continente que tenta se unir como pode; todos nos ligaram para nos dar um abraço, obrigado, irmãos”.

O atual presidente, Tabaré Vázquez, festejou com um abraço a vitória de seu candidato e pediu que a “calma, o respeito e a tolerância devem acompanhar todos os uruguaios no que deve ser um festejo geral”.

Candidato da coalizão de governo Frente Ampla (FA), Mujica foi recebido pelos simpatizantes com fogos de artifício no momento em que foi votar durante a manhã. No entanto, o candidato se mostrou pouco entusiasmado com o ato.

“Isto não tem emoção, a esta altura é como dançar com a irmã”, declarou, acrescentando que dedicava o voto “amigos e amigas que já não estão aqui”.

De fato, havia menos fervor nas ruas neste segundo turno, ao contrário do que foi registrado no primeiro, em 25 de outubro.

 

 

FONTE O ESTADO DE S PAULO

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OUTRA OPINIÃO

Legalização da maconha no Uruguai é obra da Open Society, de George Soros. Não acredita? Então pesquise, ora!

por REINALDO AZEVEDO – da revista VEJA

José Mujica, presidente do Uruguai: ele não é a cara da modernidade?

José Mujica, presidente do Uruguai: ele não é a cara da modernidade?

O Senado do Uruguai aprovou proposta que já havia passado pela Câmara. Tornou-se o país mais liberal do mundo no que diz respeito à maconha. Nunca antes na história do mundo um governo havia decidido, literalmente, estatizar a droga. O projeto de legalização plena da maconha não é coisa dos uruguaios, mas da organização Open Society, criada pelo multibilionário George Soros. Todas as ONGs e entidades que financiam a campanha pela legalização das drogas no Uruguai, no Brasil e em vários países periféricos são financiadas por ela. Teoria conspiratória? Coisa de lunáticos — como era, em outra esfera, o Foro de São Paulo, por exemplo?

Tudo está ao alcance de alguns cliques. Entrem nas páginas dos lobbies em favor da descriminação ou da legalização de todas as drogas, vejam quem financia e persigam o dinheiro para ver aonde vai dar. Soros quer no mercado financeiro os bilhões de dólares que circulam no narcotráfico. E isso só é possível com a legalização plena de todas as drogas, não só da maconha. Esse é só o primeiro passo. Ele sabe que, nos EUA, essa proposta é impossível, apesar do avanço da campanha pró-maconha. Então tenta disseminá-la nos países pobres. O Uruguai, infelizmente, é o primeiro a cair.

A exemplo do que aconteceu em países com uma legislação muito liberal sobre drogas, vai crescer o consumo e aumentar o número de pessoas que experimentam a droga pela primeira vez, como ocorreu em Portugal, ao contrário do que se anuncia por aí.

A proposta é um absoluto despropósito. O que o governo do esquerdista José Mujica faz é estatizar a produção, a distribuição e a venda da droga. Se fosse coisa muito boa, duvido que o Uruguai seria o primeiro país a fazê-lo. O projeto aprovado é risível, é patético. Vai se criar um cadastro de usuários, e o estado venderá 40 gramas por mês a cada um. Distorção óbvia: não consumidores vão se alistar para obter a droga e repassar aos viciados; também os consumidores que não queimarem a sua cota de mato farão o mesmo. Nos dois casos, com ágio. Pronto! É o tráfico da maconha de volta.

Indivíduos e cooperativas poderão plantar a droga — até seis pés. Problema: há espécies que atingem no máximo 90 cm; outras podem chegar a cinco metros. Pergunta: será permitido ter seis pés de cinco metros, mas não 20 pés de 50 cm? Dirigir sob o efeito da droga é proibido. Ocorre que o consumo de maconha só é detectável com exame de sangue. E o resultado não sai na hora.

O mais impressionante é que Mujica, o presidente, admite que o país não está preparado para isso. 61% dos uruguaios já se disseram contrários à legalização. Estima-se que, no país, de 3,4 milhões e habitantes, menos de 4% sejam consumidores. É claro que, na trilha da legalização da maconha, virá a pressão para legalizar as demais drogas. A grande fonte de renda do narcotráfico é a cocaína.

A pressão por lei semelhante vai crescer no Brasil, podem escrever, que já vive o drama da legalização informal do crack. Não custa lembrar. O Uruguai é um pouco maior do que o Ceará e tem uma população um pouquinho maior do que a do Piauí. Faz fronteira só com Brasil e Argentina e tem apenas 660 km de costa marítima. Com o Brasilzão e seus 200 milhões de habitantes, a história é outra: temos 9.230 km de litoral e fazemos fronteira com nove países. Quatro deles são altos produtores de cocaína — Colômbia, Venezuela, Peru e Bolívia — e um de maconha: o Paraguai. Vocês logo começarão a ouvir que o Uruguai é um exemplo a ser seguido pelo Brasil. Seria um desastre!

Noto, adicionalmente, que essa não é uma decisão que diga respeito apenas ao Uruguai. O país está num continente; pertence ao um bloco econômico — o Mercosul. No mínimo, caberia ouvir os vizinhos. Sim, sim, a lei endurece a pena para o tráfico. Grande coisa! Existe tráfico até de tabaco, que é uma substância legal. É claro que as regiões fronteiriças — Argentina e Rio Grande do Sul — receberão um fluxo maior de traficantes. Trata-se apenas da velha e boa lei de mercado.

Mas José Mujica, com aquele seu ar de buldogue boa-praça, é tratado como um poeta. Então tá.

Por Reinaldo Azevedo

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3 Comentários

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  1. - IP 201.22.170.173 - Responder

    Que coisa formidável,sensacional,parem as máquinas o mundo precisa saber:a FELICICIDADE CHEGOU AO URUGUAI.!Agora para a felicidade geral da esquerda e do povo uruguaio,GAY VAI FUMAR MACONHA.E a América Latina vai de noticia em noticia,desse quilate ,sendo ridicularizada mundo afora.Se a noticia fosse :”Uruguai,investe fortemente e revoluciona na Educação de base,aí sim seria notável”.Liberarado casamento GAY e o uso da MACONHA?É, que futuro triste aguarda mais um país latino-americano dirigido por um despreparado e sem noção!

    • - IP 189.74.59.60 - Responder

      Falou! Osmir Kim Jong-un para presidente do Brasil!!!

  2. - IP 177.221.96.140 - Responder

    Errou feio, pois o Uruguai não foi o primeiro país a praticar a produção e venda legal da maconha. apenas aprovou a lei, enquanto nos Estados Unidos, mais precisamente no Colorado, os maconheiros já estão comprando legalmente.

    Até nessa decisão desastrosa os Estados Unidos ganham dos atrasados latino-americanos.

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