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Marcus Fabrício condenado pelo TRE: é ficha suja, comprador de voto. Mas ainda continua prestigiado, como secretário de Mauro Mendes

E o governo que anunciava uma "nova política" para Cuiabá segue em acelerado processo de abastardamento, mantendo em suas funções um secretário que "reforça" a administração de Mauro Mendes agora como condenado pela Justiça Eleitoral por corrupção eleitoral

E o governo que anunciava uma “nova política” para Cuiabá segue em acelerado processo de abastardamento, mantendo em suas funções um secretário que “reforça” a administração de Mauro Mendes agora como condenado pela Justiça Eleitoral por corrupção eleitoral

A Justiça Eleitoral condena Marcus Fabrício por corrupção eleitoral e o Diário de Cuiabá, cheio de dedos diante do secretário de Mauro Mendes, ainda fala em “suposta fraude”. Confira o noticiário. (EC)

Justiça condena Marcus Fabrício

DIÁRIO DE CUIABÁ

A Justiça Eleitoral condenou o secretário municipal de Turismo e então candidato a vereador, Marcus Fabrício, e o eleitor Edno Taques de Lucena, a um ano de reclusão e 5 dias-multa, em regime inicialmente aberto, pelo crime de compra de votos praticado durante a campanha eleitoral de 2008.

Por se tratar de acusados tecnicamente primários, a pena privativa de liberdade foi substituída por uma restritiva de direitos, consistente na prestação de serviço à comunidade, por oito horas diárias, uma vez por semana, durante o período da pena, junto ao Hospital do Câncer de Mato Grosso, salvo eventual e futura transferência no curso da execução penal.

Os acusados também foram condenados ao pagamento das custas processuais. A ação penal foi movida pelo Ministério Público Eleitoral.

Conforme a denúncia, nos cinco meses que antecederam as eleições municipais de 2008 uma mulher que atuava como cabo eleitoral do candidato captou eleitores para votar em Marcus Fabrício, sob a promessa de pagamento no valor de R$ 15 a R$ 20 para cada eleitor. Esta cabo eleitoral faleceu antes de prolatada a sentença, motivo pelo qual foi julgada extinta a punibilidade em relação a ela.

A mulher contratou e cadastrou 119 eleitores nos bairros Pedra 90 e Voluntários da Pátria, apresentando a todos a proposta de vantagem financeira para a venda do voto, em favor de Marcus Fabrício.

Consta ainda que coube a Edno Taques de Lucena negociar com a cabo eleitoral a compra de votos e repassar a ela o dinheiro.

A suposta fraude foi revelada após os intermediários de Marcus Fabrício deixarem de repassar algumas parcelas do dinheiro prometido, ocasionando tumulto de eleitores em frente à casa da acusada que atuava como cabo eleitoral, lhe exigindo o pagamento combinado. Na sua residência foram apreendidas várias relações com mais de 100 nomes de eleitores.

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