(65) 99638-6107

CUIABÁ

Direito e Torto

Tribunal mantém bloqueio dos 20 milhões que Pedro Pereira tenta receber do Banco do Brasil

Publicados

Direito e Torto

Pedro Pereira é empresário em Mato Grosso e ganhou notoriedade ao denunciar o famoso Escândalo da CooperLucas, figurando também como um dos réus da ação movida pelo MPF


O Tribunal Regional Federal da 1a. Região manteve o bloqueio dos quase R$ 20 Milhões que Pedro Pereira de Souza ganhou na Justiça Estadual contra o Banco Brasil, em ação de embargos de terceiros movida pelo banco.
A decisão é da juíza federal convocada Clemência Maria Almada Lima de Ângelo que negou liminar no mandado de segurança impetrado por Pedro Pereira contra a decisão do juiz federal Fábio Henrique Rodrigues de Moraes Fiorenza que deferiu o pedido de sequestro formulado pelo MPF nos Autos da Ação Penal número 0006222-15.2002.4.01.3600, em trâmite na 5a. Vara Federal de Mato Grosso.
CLIQUE NO LINQUE ABAIXO E CONFIRA A DECISÃO DO TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL
http://www.scribd.com/doc/103828065/TRF-1%C2%AA-REGIAO-PAGINA-DO-E-TRIBUNAL-MANTEM-BLOQUEIO-DE-MILHOES-DE-PEDRO-PEREIRA
http://www.scribd.com/doc/103828078/TRF-1%C2%AA-REGIAO-PAGINA-DO-E-TRIBUNAL-MANTEM-BLOQUEIO-DE-MILHOES-DE-PEDRO-PEREIRA-FINAL

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  MENSALÃO - Lista mostra 38 réus e suas principais acusações

Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Direito e Torto

Magistrados faturam alto no TJ-MT e Ong fala em “corrupção institucionalizada”

Publicados

em

Por

Luis Ferreira, Carlos Alberto e Maria Helena, da cúpula do TJ MT

A reportagem que o jornal O Estado de S.Paulo publica hoje, 20 de janeiro de 2021, sobre o Tribunal de Justiça de Mato Grosso, é o famoso tapa na cara dos cidadãos, eleitores e contribuintes deste Estado.

A revelação do jornalão paulista é que temos um time de 30 desembargadores (em breve serão eleitos mais 9) que vivem à tripa forra, curtindo ganhos astronômicos, às custas dos cofres públicos, sustentados por uma população que, em sua maioria é pobre, semialfabetizada, submetida a uma pobreza constrangedora.

A denúncia vem de São Paulo porque aqui os chamados órgãos de controle parece que fazem ouvidos de mercador para as possíveis patifarias praticadas pelos magistrados, em seu ambiente de trabalho.

Reproduzi a reportagem do Estadão em meu Facebook, e o jornalista Enzo Corazolla veio lá de Alto Paraíso com seu comentário ácido: “O pior é a venda de sentenças, prática habitual. Se gritar pega ladrão…”

Benza Deus. Além dos ganhos nababescos, pelas tabelas oficiais, ainda teríamos um inacreditável ganho por fora que, apesar de muito aventado, não se consegue, com o rolar dos anos, se reprimir.

Espanto. Perplexidade. Raiva. Parece que o patrimonialismo do Estado brasileiro é inescapável, está sempre desabando sobre e nós, e nos cobrando sangue, suor e lágrimas.

Para reforçar os temores do veterano jornalista Corazolla, representantes da Ong Transparência Brasil, ouvidos pelos repórteres do Estadão, cogitam que uma “corrupção institucionalizada” grassaria entre os espertalhões e espertalhonas togadas que atuariam no nosso Tribunal de Justiça.

Como botar em pratos limpos tudo isso, se a Justiça é sempre tão temina, sempre tão inalcançavel?! Os controles de controle, vejam só, não controlam porra nenhuma e, aqui mesmo em Mato Grosso, e nos mesmos espaços de midia nacional, as doutas autoridades do Ministério Público de Mato Grosso já foram deduradas e denunciadas por também engordarem seus ganhos e suas propriedades, com toda sorte de privilégios. Em plena pandemia, que segue matando com destaque os pobres e os filhos dos pobres, promotores e procuradores se divertem com verbas extras para usufluirem da I-phones e seguros de saúde às custas do erário, sempre dilapidado de forma cruel.

Reproduzo, aqui, a matéria do Estadão. E divulgo uma lista com os pretensos ganhos dos desembargadores, em dezembros, que circula pelas redes sociais. E aguardemos novos desdobramentos.

 
LEIA A REPORTAGEM DO JORNAL O ESTADO DE S PAULO: Desembargadores de MT têm extra de até R$ 274 mil – Política – Estadão (estadao.com.br)
 
 

Leia Também:  Juíza Célia Regina Vidotti rejeita pedido de liminar da Ong Moral e mantém Jairo Rocha no cargo de Ouvidor da Prefeitura de Cuiabá

Lista Com Pretenso Faturamento de Desembargadores Do TJ MT Em Dezembro de 2020 by Enock Cavalcanti on Scribd

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

MATO GROSSO

POLÍCIA

Economia

BRASIL

MAIS LIDAS DA SEMANA