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Pedido de impeachment de Zé Pedro Taques saiu primeiro que o do Emanuel. Leia na integra pedido formulado pelo Sinjusmat

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O presidente do Sinjusmat- Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de MT, oficial de Justiça Rosenwal Rodrigues resolveu jogar todas as cartas contra o governador tucano do Estado, o bacharel de Direito Zé Pedro Taques, a quem acusa de estar sucateando, criminosamente, os demais poderes de Mato Grosso. Ele furou a fila de quem achava que o primeiro pedido de impeachment que se teria seria o do prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, como desdobramento da CPI do Paletó.
De uma certa forma, Rosenwal, está tomando as dores do desembargador Rui Ramos, que, nos últimos meses, tem conciliado com Zé Pedro, enquanto o governador pedala furiosamente em prejuízo tanto do Judiciário quanto da Assembleia, do Tribunal de Contas, do MP e da Defensoria Pública.
O desembargador Rui Ramos, depois de uma reunião no final de semana, disse que não vai aceitar mais a retenção do duodécimo do Judiciário. Mas não explicou o que pretende fazer para impedir o governador de fazer esta retenção que já faz há meses.
Mais prático e, aparentemente, mais corajoso politicamente, Rosenwal primeiro ingressou com uma Ação Civil Pública para bloquear R$ 250 milhões, valor aproximado que o Executivo acumulou como dívida de repasses a todos os Poderes. A ação será julgada pela da Vara Especializada de Ação Civil Pública e Ação Popular.
Agora, nesta quarta-feira, como segunda etapa do seu questionamento, o presidente do Sinjusmat protocolou o pedido de impeachment do governador, que já fora sugerido pela Ministério Público de Contas.
A primeira reação de Zé Pedro Taques foi argumentar que o Sindicato dos Servidores do Judiciário não teria legitimidade para pedir seu impeachment. Outros, nos bastidores, sugerem que Rosenwal seria apenas um pau mandado de um grupo de magistrados insatisfeitos, dentro do TJ,  com a postura conciliadora que vinha sendo adotada, até aqui, pelo desembargador Rui Ramos.
Aguardemos pelos novos capítulos da crise institucional que se abate sobre Mato Grosso. No destaque, com exclusividade, você pode ler a integra do pedido formulado pelo Sinjusmat.

Leia Também:  JURISTA LUIZ FLÁVIO GOMES: Mirando bem de perto algumas das ideias disparatadas defendidas pelo (juiz federal) Sérgio Moro, invadiu-me o pressentimento de que ele não oferece nenhuma garantia para a nação de que todo seu hercúleo trabalho, (notadamente no julgamento da Operação Lava Jato) esteja sendo feito dentro das regras do Estado de Direito.

Rosenval Rodrigues Pede Instauração de Processo de Impeachment Na AL Contra Zé Pedro Taques by Enock Cavalcanti on Scribd

Ação Civil Pública do Sinjusmat Cobra Repasse de Duodécimos ao Judiciário por parte do Gov. Zé Pedro Taques… by Enock Cavalcanti on Scribd

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Magistrados faturam alto no TJ-MT e Ong fala em “corrupção institucionalizada”

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Luis Ferreira, Carlos Alberto e Maria Helena, da cúpula do TJ MT

A reportagem que o jornal O Estado de S.Paulo publica hoje, 20 de janeiro de 2021, sobre o Tribunal de Justiça de Mato Grosso, é o famoso tapa na cara dos cidadãos, eleitores e contribuintes deste Estado.

A revelação do jornalão paulista é que temos um time de 30 desembargadores (em breve serão eleitos mais 9) que vivem à tripa forra, curtindo ganhos astronômicos, às custas dos cofres públicos, sustentados por uma população que, em sua maioria é pobre, semialfabetizada, submetida a uma pobreza constrangedora.

A denúncia vem de São Paulo porque aqui os chamados órgãos de controle parece que fazem ouvidos de mercador para as possíveis patifarias praticadas pelos magistrados, em seu ambiente de trabalho.

Reproduzi a reportagem do Estadão em meu Facebook, e o jornalista Enzo Corazolla veio lá de Alto Paraíso com seu comentário ácido: “O pior é a venda de sentenças, prática habitual. Se gritar pega ladrão…”

Benza Deus. Além dos ganhos nababescos, pelas tabelas oficiais, ainda teríamos um inacreditável ganho por fora que, apesar de muito aventado, não se consegue, com o rolar dos anos, se reprimir.

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Espanto. Perplexidade. Raiva. Parece que o patrimonialismo do Estado brasileiro é inescapável, está sempre desabando sobre e nós, e nos cobrando sangue, suor e lágrimas.

Para reforçar os temores do veterano jornalista Corazolla, representantes da Ong Transparência Brasil, ouvidos pelos repórteres do Estadão, cogitam que uma “corrupção institucionalizada” grassaria entre os espertalhões e espertalhonas togadas que atuariam no nosso Tribunal de Justiça.

Como botar em pratos limpos tudo isso, se a Justiça é sempre tão temina, sempre tão inalcançavel?! Os controles de controle, vejam só, não controlam porra nenhuma e, aqui mesmo em Mato Grosso, e nos mesmos espaços de midia nacional, as doutas autoridades do Ministério Público de Mato Grosso já foram deduradas e denunciadas por também engordarem seus ganhos e suas propriedades, com toda sorte de privilégios. Em plena pandemia, que segue matando com destaque os pobres e os filhos dos pobres, promotores e procuradores se divertem com verbas extras para usufluirem da I-phones e seguros de saúde às custas do erário, sempre dilapidado de forma cruel.

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Reproduzo, aqui, a matéria do Estadão. E divulgo uma lista com os pretensos ganhos dos desembargadores, em dezembros, que circula pelas redes sociais. E aguardemos novos desdobramentos.

 
LEIA A REPORTAGEM DO JORNAL O ESTADO DE S PAULO: Desembargadores de MT têm extra de até R$ 274 mil – Política – Estadão (estadao.com.br)
 
 

Lista Com Pretenso Faturamento de Desembargadores Do TJ MT Em Dezembro de 2020 by Enock Cavalcanti on Scribd

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