(65) 99638-6107

CUIABÁ

Brasil, mostra tua cara

Poder no MP disputado por 3 homens. Faltou candidata mulher

Publicados

Brasil, mostra tua cara

José Antonio Borges, Paulo Prado e Roberto Turin: candidatos a chefe do MP em Mato Grosso


Está aberto o processo sucessório no Ministério Público de Mato Grosso. São três os candidatos lançados para a disputa: José Antônio Borges Pereira, Paulo Roberto Jorge do Prado e Roberto Aparecido Turin.
De acordo com o ato 01/2012, a eleição para a escolha do procurador-geral de Justiça ocorrerá no dia 5 de dezembro, das 12h às 17h, com votação no auditório da Procuradoria Geral de Justiça. Todos os membros que estão no efetivo exercício de suas funções participarão da votação.
Minha primeira impressão sobre esta eleição?
Bem, acho que o atual procurador geral de Justiça, o promotor Marcelo Ferra pode ser um profissional muito esforçado mas marcou negativamente a sua passagem como chefe do Ministério Público em Mato Grosso. Ele não demonstrou a estatura necessária para afirmar a independência do MP em face dos poderes, na minha opinião.
Faltou-lhe maturidade, avalio eu. Se o Haddad é o poste do Lula na eleição em S. Paulo, Marcelo Ferra foi uma espécie de poste do Paulo Prado neste período de gestão do MP. Agora, o guru de Ferra volta a tentar o poder, depois de já ter exercido dois mandatos, buscando, certamente, assegurar a continuidade da hegemonia do seu grupo, com trabalho voltado mais para o público interno do MP.
Acredito que os três candidatos agora lançados tem um perfil mais combativo que o do procurador que deixa o cargo.
Sinto falta de uma candidata. Com tantas mulheres com atividade destaca nos quadros do Ministério Público de Mato Grosso, por que é que os homens se impõe tão facilmente?  Será que é genético esse retraimento, essa acomodação, essa omissão das mulheres?  Certamente que não. É uma cultura que precisa ser superada. Mas quem sou eu para dar lições para as mulheres do MP!
Temos, certamente, que falar mais deste processo sucessório que interessa enormemente à nossa Cidadania.

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  SAÍTO se alonga em lembranças de Augusto Leverger e aproveita-se da figura do Barão de Melgaço para mergulhar no encantamento desta sua terra natal, o "agarrador Mato Grosso"

Propaganda
1 comentário

1 comentário

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Brasil, mostra tua cara

Lira critica CPI da Pandemia por pedido para indiciamento de deputados

Publicados

em


O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), criticou nesta quarta-feira (27) o relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia aprovado pelo Senado.

Lira afirmou que vai analisar “minunciosamente” o teor do relatório final para garantir a liberdade de expressão e imunidade parlamentar e a dignidade do exercício do mandato. O documento pede o indiciamento de 78 pessoas, incluindo o presidente Jair Bolsonaro e os filhos com cargo público, e duas empresas. Dentre os indiciados, seis são deputados federais: Ricardo Barros (PP-PR), Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), Bia Kicis (PSL-DF), Carla Zambelli (PSL-SP), Osmar Terra (MDB-RS), Carlos Jordy (PSL-RJ).

“Para mim, é motivo de grande indignação como presidente da Câmara dos Deputados e como cidadão brasileiro tomar conhecimento das conclusões encaminhadas pelo relator da CPI da Covid do Senado Federal. É inaceitável, repito, inaceitável a proposta de indiciamento de deputados desta Casa no relatório daquela comissão parlamentar de inquérito”, disse.Lira não mencionou nomes, mas disse que “não se pode aplicar dois pesos e duas medidas sobre parlamentares do Congresso Nacional”. Ontem (26), o nome do senador Luis Carlos Heinze (PP-RS) chegou a ser incluído na lista de indiciados do relatório final da comissão a pedido do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE). No entanto, o próprio parlamentar solicitou ao relator Renan Calheiros a retirada do nome de Heinze.

Leia Também:  MIRANDA MUNIZ: Pedro Taques ficará pendurado na brocha?

A decisão de excluir o nome ocorreu após o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), afirmar, por meio de nota, que os senadores reavaliassem a proposta de indiciamento, o que considerou um “excesso”.

Oposição

Parlamentares de oposição defenderam o relatório e a recomendação de indiciamento pelo relator da CPI, senador Renan Calheiros (MDB-AL). Para o deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), parlamentares não podem se utilizar de suas prerrogativas de forma a acobertar apologia de crimes contra a vida.

“O que o governo Bolsonaro fez e parlamentares da sua base, inclusive deputados federais, foi apologia de crime e isso merece investigação, isso justifica o indiciamento de parlamentares. É importante separar o joio do trigo”, argumentou.

Relatório

Um dos principais pontos do documento de 1.299 páginas sugere o indiciamento do presidente Jair Bolsonaro por nove crimes que vão desde delitos comuns, previstos no Código Penal; a crimes de responsabilidade, conforme a Lei de Impeachment. Há também citação de crimes contra a humanidade, de acordo com o Estatuto de Roma, do Tribunal Penal Internacional (TPI), em Haia.

Leia Também:  Ministro Rossetto diz a blogueiros que medidas econômicas estão sendo negociadas. Rossetto repetiu a linha defendida pelo discurso da presidenta Dilma na terça-feira e reafirmou que não haverá perdas para os trabalhadores e, sim, ajustes “para que possamos chegar em 2016 mantendo os programas em andamento e com mais emprego e renda distribuídos, com maior qualificação para as pessoas”. VEJA A ÍNTEGRA

Além do presidente da República, mais 77 pessoas, entre elas três filhos do presidente, ministros, ex-ministros, deputados federais, médicos e empresários estão na lista. Há ainda duas empresas: a Precisa Medicamentos e a VTCLog. Com isso, são 80 pedidos de indiciamento no relatório, no total.

O documento foi entregue nesta quarta por membros da CPI ao procurador-geral da República, Augusto Aras. No encontro, o presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM), fez um breve relato dos trabalhos da comissão, lembrou o número de mortos em decorrência da pandemia de covid-19 e destacou a resistência do governo federal na compra de vacinas como um dos aspectos mais graves apurados pelo colegiado.

Edição: Aline Leal

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

MATO GROSSO

POLÍCIA

Economia

BRASIL

MAIS LIDAS DA SEMANA