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O advogado Marcos de Souza Barros (irmão do juiz Marcelo Barros, aposentado pelo CNJ por envolvimento no Escândalo da Maçonaria) será julgado a revelia na ação penal em que é acusado de difamação, injúria e denunciação caluniosa contra o presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri.

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O advogado Marcos Barros e o desembargador Orlando Perri são personagens de uma das mais renhidas disputas judiciais no Judiciário de Mato Grosso, como desdobramento das investigações e dos processos administrativos em torno do chamado Escândalo da Maçonaria que acabou levando à púnição e ao afastamento de 10 magistrados dos quadros do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, entre eles o juiz Marcelo Barros, irmão de Marcos, que chegou a ter atuação destacada na Corte estadual, como juiz auxiliar da presidência

O advogado Marcos Barros e o desembargador Orlando Perri são personagens de uma das mais renhidas disputas judiciais no Judiciário de Mato Grosso, como desdobramento das investigações e dos processos administrativos em torno do chamado Escândalo da Maçonaria que acabou levando à púnição e ao afastamento de 10 magistrados dos quadros do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, entre eles o juiz Marcelo Barros, irmão de Marcos, que chegou a ter atuação destacada na Corte estadual, como juiz auxiliar da presidência


JUDICIÁRIO / ACUSAÇÕES CONTRA PERRI
Barros será julgado a revelia em ação penal, decide juíza
Ele não compareceu ao interrogatório no último dia 17, no Fórum
Antonielle Costa
MATO GROSSO NOTÍCIAS

O advogado Marcos de Souza Barros será julgado a revelia na ação penal em que é acusado de difamação, injúria e denunciação caluniosa contra o presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri.
A revelia foi decretada pela juíza da Vara Especializada Contra o Crime Organizado de Cuiabá, Selma Rosane dos Santos, na audiência de instrução e julgamento realizada no último dia 17 e está disponível no Diário da Justiça Eletrônico (DJE) que circula nesta terça-feira (21).
A decisão foi proferida após Barros não comparecer a audiência e nem seus advogados de defesa. “Nesta audiência, o acusado deveria ser interrogado. Como não compareceu, declaro-o revel”, diz um trecho da decisão.
Quanto aos advogados, a magistrada determinou que sejam intimados para justificar a ausência num prazo de 48h, sob pena de comunicação à Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Mato Grosso.
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A juíza determinou ainda que os profissionais se manifestem em 48h, via Diário da Justiça Eletrônico (DJE), sobre a necessidade de diligências, visando evitar a alegação de cerceamento de defesa.
Substituição de testemunha
A defesa de Barros havia pedido substituição da testemunha Wilian Tadeu Pereira pela oitiva do desembargador Luiz Ferreira da Silva, mas o pedido foi negado pela magistrada. Ela destacou em sua decisão, que o réu “não expôs o motivo pelo qual pretende a substituição, bem como sequer cita qual é o objeto da prova em relação a esta testemunha”.
“Ademais, não obstante tenha pedido a substituição da testemunha, nem o réu e nem qualquer de seus patronos compareceram a esta audiência, embora devidamente intimados (fls. 4063/4064), de sorte que resta ainda mais evidente o desinteresse na produção da prova”, diz outro trecho da decisão.
Entenda o caso
Marcos Barros é acusado de difamação, injúria e denunciação caluniosa contra o presidente do TJ. Os crimes teriam sido cometidos entre os meses de setembro e outubro de 2010, quando Perri exercia o cargo de corregedor-geral de Justiça.
Além disso, o advogado protocolou denúncias que culminaram em instauração de investigação administrativa contra o magistrado no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), “imputando-lhe os crimes de falsidade ideológica, violação de sigilo funcional e prevaricação”, mesmo sabendo que o Perri era inocente, relata o MPE.
Outro lado
A advogada Selma Paes, que defende Barros, afirmou ao Mato Grosso Notícias que vai recorrer da decisão, por entender imprescindível a substituição da testemunha para defesa do acusado.
FONTE MATO GROSSO NOTICIAS
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ENTENDA O CASO
Por Enock Cavalcanti

É importante lembrar que a disputa entre Perri e Marcos Barros é um desdobramento das investigações levadas a efeito por Perri, enquanto corregedor, sobre o chamado Escândalo da Maçonaria. Em uma denúncias, Marcos e seu irmão, o juiz Marcelo Barros, foram acusados por Perri de possivel envolvimento em irregularidades quando da aquisição de um lote de carros de luxo pelo Tribunal de Justiça, no período em que Marcelo Barros atuava como juiz auxiliar da presidência do Tribunal, na gestão do desembargador José Ferreira Lima.

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Justiça mantém presa filha acusada de aplicar golpe na mãe milionária

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A Justiça do Rio de Janeiro manteve a prisão temporária de Sabine Coll Boghici, acusada de aplicar um golpe milionário, de mais de R$ 720 milhões, na própria mãe de 82 anos, viúva do colecionador de arte Jean Boghici.   

Na decisão, a juíza Ariadne Villela Lopes, da Central de Custódia de Benfica, em audiência realizada hoje (12) escreveu “que a prisão é válida e não há notícia nos autos acerca de alteração da decisão que determinou a expedição do mandado, sendo vedado ao juízo da Central de Audiência reavaliar o mérito da decisão que decretou a prisão”.  

Outras prisões

Os outros três presos são da mesma família, Rosa Stanesco Nicolau e Jacqueline Stanesco Gouveia – que se apresentavam como videntes – e o filho de Rosa, Gabriel Nicolau Traslavina Hafliger, também passaram por audiências de custódia distintas nesta sexta-feira e também tiveram suas prisões mantidas.  

Durante a audiência, a defesa de Rosa Stanesco informou que está reunindo documentação para reivindicar a revogação da prisão temporária.

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Já defesa de Jacqueline requereu a revogação da prisão, alegando que nada de ilícito foi encontrado com a custodiada e que seu vínculo com os demais presos na operação também não foi comprovado. O pedido foi indeferido pela juíza Mariana Tavares Shu, que esteve à frente da audiência.   

Crime

Policiais civis da Delegacia Especial de Atendimento à Pessoa da Terceira Idade (Deapti) do Rio de Janeiro deflagraram, na quarta-feira (10), a Operação Sol Poente para desarticular uma quadrilha acusada de roubar mais de R$ 720 milhões de uma idosa de 82 anos, entre obras de arte de artistas renomados, joias e transferências bancárias.

As investigações indicaram que o golpe articulado pela filha da vítima começou a ser aplicado em janeiro de 2020, quando a idosa, viúva de um colecionador de arte e marchand, saía de uma agência bancária, em Copacabana, na zona sul da cidade.

De acordo com a Polícia Civil, a senhora foi abordada por uma mulher que se apresentou como vidente e dizia que sua filha estaria doente com expectativa de morte em breve.

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Edição: Denise Griesinger

Fonte: EBC Justiça

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