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MCCE acusa o vereador João Emanuel e o advogado Eduardo Mahon de terem dado "o golpe do DVD" para iludir o Tribunal de Justiça e impedir a cassação do mandato do genro do super-processado deputado Riva na terça-feira. E a desembargadora Maria Aparecida teria caído na trama feito uma patinha!

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MCCE diz que João Emanuel e Eduardo Mahon armaram o golpe do DVD e enganaram TJ by Enock Cavalcanti

Desembargadora Maria Aparecida suspende sessão da Câmara de Cuiabá by Enock Cavalcanti


A desembargadora Maria Aparecida, o advogado Eduardo Mahon, o vereador João Emanuel e Ceará e Vilson Nery, ativistas do MCCE em Mato Grosso

A desembargadora Maria Aparecida, o advogado Eduardo Mahon, o vereador João Emanuel e Ceará e Vilson Nery, ativistas do MCCE em Mato Grosso


O Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral vai peticionar ao Tribunal de Justiça logo mais à tarde (14 horas) demonstrando para a relatora do recurso de agravo de instrumento n.27052/2014, Desembargadora Maria Aparecida Ribeiro, que ela foi induzida a erro.
O MCCE vai juntar gravação da interceptação telefônica em que João Emanuel pede cópia do suspeito DVD ao seu advogado, porque seu sogro o Deputado Riva quer apresentá-lo ao Governador Silval. De acordo com o diálogo travado entre o vereador e seu defensor, pairava a suspeita de que outros políticos tinham sido tratados como “artistas” no citado diálogo de João Emanuel.
Além do CD com a gravação que demonstra que João Emanuel tinha acesso ao vídeo desde 28 de novembro do ano passado (a tanto que passou cópia da mídia ao deputado Riva e ao governador Silval), o MCCE junta no processo no Tribunal de Justiça uma cópia de petição onde se atesta que desde o ano passado o vereador teve acesso a todas as evidências judiciais havidas contra ele.
Se for mantida a decisão do TJ/MT que impede o andamento do processo de cassação, estará sendo premiada a má-fé de atos perante o Judiciário, à Câmara Municipal e ao sofrido povo cuiabano. De acordo com o MCCE, o Poder Judiciário não pode ser usado como meio de manobras.

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Magistrados faturam alto no TJ-MT e Ong fala em “corrupção institucionalizada”

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Luis Ferreira, Carlos Alberto e Maria Helena, da cúpula do TJ MT

A reportagem que o jornal O Estado de S.Paulo publica hoje, 20 de janeiro de 2021, sobre o Tribunal de Justiça de Mato Grosso, é o famoso tapa na cara dos cidadãos, eleitores e contribuintes deste Estado.

A revelação do jornalão paulista é que temos um time de 30 desembargadores (em breve serão eleitos mais 9) que vivem à tripa forra, curtindo ganhos astronômicos, às custas dos cofres públicos, sustentados por uma população que, em sua maioria é pobre, semialfabetizada, submetida a uma pobreza constrangedora.

A denúncia vem de São Paulo porque aqui os chamados órgãos de controle parece que fazem ouvidos de mercador para as possíveis patifarias praticadas pelos magistrados, em seu ambiente de trabalho.

Reproduzi a reportagem do Estadão em meu Facebook, e o jornalista Enzo Corazolla veio lá de Alto Paraíso com seu comentário ácido: “O pior é a venda de sentenças, prática habitual. Se gritar pega ladrão…”

Benza Deus. Além dos ganhos nababescos, pelas tabelas oficiais, ainda teríamos um inacreditável ganho por fora que, apesar de muito aventado, não se consegue, com o rolar dos anos, se reprimir.

Leia Também:  Juiz Anderson Candiotto, de Diamantino (MT), condena Bayer a pagar R$ 700 mil por danos morais aos produtores Paulo Rossdeutscher e Sônio Blauth devido à ineficácia do inseticida Stratego, contra pragas de lavoura da soja.“Em verdade, o efeito que tal produto deveria ter causado à lavoura, destroçando a ferrugem asiática, ele acabou fazendo na vida dos autores e dos seus familiares, ao dizimar sua vida financeira e causar estragos de ordem patrimonial, emocional e profissional" - disse Candiotto. LEIA A DECISÃO

Espanto. Perplexidade. Raiva. Parece que o patrimonialismo do Estado brasileiro é inescapável, está sempre desabando sobre e nós, e nos cobrando sangue, suor e lágrimas.

Para reforçar os temores do veterano jornalista Corazolla, representantes da Ong Transparência Brasil, ouvidos pelos repórteres do Estadão, cogitam que uma “corrupção institucionalizada” grassaria entre os espertalhões e espertalhonas togadas que atuariam no nosso Tribunal de Justiça.

Como botar em pratos limpos tudo isso, se a Justiça é sempre tão temina, sempre tão inalcançavel?! Os controles de controle, vejam só, não controlam porra nenhuma e, aqui mesmo em Mato Grosso, e nos mesmos espaços de midia nacional, as doutas autoridades do Ministério Público de Mato Grosso já foram deduradas e denunciadas por também engordarem seus ganhos e suas propriedades, com toda sorte de privilégios. Em plena pandemia, que segue matando com destaque os pobres e os filhos dos pobres, promotores e procuradores se divertem com verbas extras para usufluirem da I-phones e seguros de saúde às custas do erário, sempre dilapidado de forma cruel.

Leia Também:  Juiz Jansen Fialho de Almeida, do TJDF, atende Ministério Público e condena ex-governador Joaquim Roriz por improbidade administrativa e suspende seus direitos políticos por 5 anos. De acordo com magistrado, Roriz cometeu crime doloso ao contratar agência de publicidade Giovanni FCB sem licitação. Leia a decisão.

Reproduzo, aqui, a matéria do Estadão. E divulgo uma lista com os pretensos ganhos dos desembargadores, em dezembros, que circula pelas redes sociais. E aguardemos novos desdobramentos.

 
LEIA A REPORTAGEM DO JORNAL O ESTADO DE S PAULO: Desembargadores de MT têm extra de até R$ 274 mil – Política – Estadão (estadao.com.br)
 
 

Lista Com Pretenso Faturamento de Desembargadores Do TJ MT Em Dezembro de 2020 by Enock Cavalcanti on Scribd

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