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Magistrados participaram de torneio de tiro, em promoção da Coordenadoria Militar do TJ. Desembargador Paulo Cunha se destacou com tiros de carabina. Juiza Suzana Guimarães Araújo e Mário Augusto Machado, nos tiros de pistola. Foi grande a participação das mulheres

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 O responsável pela organização do evento foi o coordenador militar do TJ, coronel Wison Batista. O torneio foi marcado pelo grande número de inscrições de mulheres


O responsável pela organização do evento foi o coordenador militar do TJ, coronel Wison Batista. O torneio foi marcado pelo grande número de inscrições de mulheres


1° Torneio de Tiro de magistrados revela talentos
 
Força, velocidade e precisão, esses foram os principais atributos que os juízes e desembargadores precisaram desenvolver durante o 1º Torneio de Tiro da Magistratura Estadual Mato-grossense. Promovido pela Coordenadoria Militar do Tribunal de Justiça, no último sábado (5 de abril), no Clube de Tiro Pantanal, estrada para Chapada dos Guimarães, o campeonato foi inédito no Poder Judiciário em todo país.
Para o torneio foram projetadas três pistas de tiro prático, modalidade que mais se assemelha à vida real, com alas para tiro misto (duas armas) e para tiro de pistola. O objetivo dos competidores era acertar o centro de cada alvo com apenas dois disparos, dentro do menor espaço de tempo. Tudo isso acompanhado por um árbitro, que contabilizava os pontos e dividia pelo tempo para obter o resultado de cada competidor.
Responsável pela organização do evento, o coordenador militar do TJ, coronel Wison Batista, explicou que a ideia do torneio surgiu a partir de uma demanda observada na Campanha “Fique Seguro”, desenvolvida pela Coordenadoria Militar. “Visualizamos que era preciso desenvolver uma consciência de autodefesa e reforçar medidas preventivas de segurança junto aos magistrados. Pois, para ter a sensação de segurança, é necessário possuir hábitos seguros”, esclareceu Batista.
O torneio foi marcado pelo grande número de inscrições de mulheres. Juíza da 1ª Vara Especializada em Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher da Comarca de Cuiabá, Ana Cristina Silva Mendes nunca havia pegado em uma arma até o torneio, embora tenha se saído muito bem nas provas. “Nunca tinha atirado antes, a adrenalina é enorme. Além disso, a presença dos orientadores foi fundamental para nos passar as noções básicas. Mais do que um torneio esportivo e uma oportunidade de confraternizar com os colegas, o campeonato serviu como um curso pra mim”, contou Ana Cristina Mendes.
Vencedora da categoria pistola feminina, a juíza Suzana Guimarães Ribeiro Araújo, da 6ª Vara Criminal da Comarca de Cuiabá, ressaltou a importância de ter cautela quando o assunto é segurança pessoal e profissional. “A profissão nos expõe muitas vezes a situações de risco. E, por isso, é fundamental que saibamos nos defender”, disse
Representando o Tribunal de Justiça, o diretor-geral da Escola Superior da Magistratura do Estado de Mato Grosso, desembargador Paulo da Cunha, salientou que o evento foi um marco na história do TJ e que certamente outros virão depois deste. “Tenho certeza que a Coordenadoria Militar vai ter muito mais trabalho a partir de agora, pois despertou o interesse dos magistrados em relação à autodefesa”, contou.
Para os magistrados do interior, especialmente aqueles que atuam em comarcas em região de fronteira, o torneio tem um valor ainda mais significativo, explica a Juíza Alethea Assunção Santos, da 3ª Vara da Comarca de Pontes e Lacerda, que ficou em primeiro lugar na categoria carabina feminina. “O campeonato está sendo uma excelente oportunidade para nos atentarmos para a necessidade da autodefesa. Os magistrados do interior nem sempre têm um efetivo policial muito grande e por isso é essencial que saibamos proteger a nós mesmos e a nossos familiares”, enfatizou a juíza.
Os vencedores das categorias pistola e carabina, feminina e masculina, ganharam troféus e medalha. E ao fim, todos participaram de um almoço de confraternização.
O projeto da Coordenadoria Militar de capacitar magistrados para a autodefesa terá continuidade ao longo do ano com a oferta de cursos de tiro para as comarcas que se interessarem.
Veja abaixo a lista com os vencedores de cada categoria:
Categoria Pistola – Feminina
1º lugar – Suzana Guimarães Ribeiro Araújo; Comarca de Cuiabá; 6ª Vara Criminal.
2º lugar – Hanae Yamamura de Oliveira Gabriel; Comarca de Barra do Bugres; 1º Juizado Especial.
3º lugar – Joseane Carla Ribeiro Viana Quinto; Comarca de Cáceres; 4ª Vara Cível
4º lugar – Célia Regina Vidotti; Comarca de Cuiabá; Ação Civil Publica.
Categoria Pistola – Masculino
1ºlugar – Mário Augusto Machado; Comarca de Sinop; 2ª Vara
2º lugar – Marcelo Sousa Melo Bento de Resende; Comarca de Itiquira; Vara Única
3º lugar – Gonçalo Antunes de Barros Neto; Juiz Auxiliar da Fazenda Pública
4ºlugar – Paulo de Toledo Ribeiro Junior; Comarca de Cuiabá; 4ª Bancária
Categoria Carabina- Feminino
1º lugar – Alethea Assunção Santos – Comarca de Pontes e Lacerda – 3ª Vara
2º lugar – Adriana Sant’anna Coningham – Comarca de Cuiabá – Vara de Direito Agrário
3º lugar – Ana Cristina Silva Mendes- Comarca de Cuiabá –1ª Vara Especializada em Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher
4º lugar – Melissa de Lima Araújo – Comarca de Pontes e Lacerda – 2ª Vara
Categoria Carabina – Masculino
1º lugar – Des. Paulo da Cunha – Diretor Geral da Esmagis – MT
2º lugar – Claudio Roberto Zeni Guimarães; 6º Juizado Especial Cível de Cuiabá.
FONTE TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE MATO GROSSO

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Ministério da Justiça incinera mais de 200 toneladas de drogas

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Mais de 200 toneladas de drogas apreendidas pela Polícia Federal (PF) e Polícia Rodoviária Federal (PRF) foram incineradas, nesta quinta-feira (24), em Volta Redonda (RJ). A ação faz parte da 23ª Semana Nacional de Políticas sobre Drogas. O ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, acompanhou a destruição das drogas, em um dos fornos da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN).

“A eficiência do trabalho policial tem aumentado. Temos atividades muito bem estruturadas em eixos de repressão, prevenção, uso de inteligência e tecnologia, descapitalização das organizações criminosas e venda dos bens apreendidos. Isso tem trazido ganhos e dias melhores para a sociedade brasileira”, afirma o ministro.

A destruição de entorpecentes é um dos eixos da Operação Narco Brasil, coordenada pela Secretaria de Operações Integradas (Seopi), com a participação das Polícias Civis e Militares de todo o país. A ação também é realizada em conjunto com a Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad). A Operação Narco Brasil, realizada durante todo o mês de junho, prendeu, até agora, mais de 8 mil pessoas e apreendeu cerca de 90 toneladas de drogas.

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“A Seopi tem o papel de promover uma atuação conjunta com os órgãos de segurança pública. O trabalho integrado é primordial para prevenir e desarticular grupos criminosos”, destacou o secretário de Operações Integradas, Alfredo Carrijo.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

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