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Juiz Christopher Roisin condena Roberto Jefferson a pagar R$ 50 mil para Alexandre de Moraes por danos morais. Jeferson chamou ministro de “Xandão do PCC”

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O presidente do PTB, Roberto Jefferson, foi condenado na 4ª feira 17.fev.2021 a pagar R$ 50 mil em danos morais para o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes por chamá-lo de “Xandão do PCC”. O político também deverá pagar R$ 10 mil em indenização para a mulher de Moraes.

Segundo a sentença proferida pelo juiz Christopher Alexander Roisin (foto), Jefferson associou o nome do ministro à organização criminosa de São Paulo e também insinuou que a mulher do ministro foi favorecida pelo cargo do marido. Jefferson disse que ela saiu de “pilotar fogão” para ser uma das principais advogadas do país.

As ofensas estavam em uma postagem no Twitter e em um vídeo no YouTube –do Google–, por isso as duas empresas também estavam envolvidas no processo e foram condenadas a retirarem de suas plataformas os conteúdos caluniosos.

“Ao insinuar que o autor pratica advocacia administrativa em benefício de clientes da autora, sem apresentar provas, foge-se dos limites constitucionais da livre manifestação do pensamento”, escreveu o juiz na sentença.

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FONTE PODER 360

Juiz Christopher Roisin Condena Roberto Jefferson a Pagar R$ 50 Mil Para Alexandre de Moraes by Enock Cavalcanti on Scribd

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Força-tarefa que investiga morte de Marielle Franco ganha integrantes

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A força-tarefa que investiga o assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes ganhou o reforço de novos promotores do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ). A informação foi divulgada nesta segunda-feira (26). O grupo passará a contar com oito integrantes, sob coordenação de Bruno Gangoni, coordenador do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).

Os demais integrantes da força-tarefa são os promotores de Justiça Roberta Laplace, Fabiano Cossermelli, Diogo Erthal, Juliana Pompeu, Michel Queiroz Zoucas, Marcelo Winter e Carlos Eugênio Laureano, na condição de assistentes.

A determinação de reforço no grupo, que investiga os assassinatos, foi do procurador-geral de Justiça, Luciano Mattos.

“Reforço o compromisso do MP com toda a sociedade e com os familiares das vítimas de que a instituição está empenhada na elucidação do caso. Para isso, criamos a força-tarefa, em março deste ano, e agora estamos ampliando o efetivo para oito promotores de Justiça focados na investigação. Estaremos com uma grande frente de trabalho, reunindo promotores especializados, dedicados à continuidade das investigações, para a identificação dos eventuais mandantes dos crimes. Reafirmo que a elucidação completa deste caso é uma das prioridades absolutas do MP”, frisou Luciano Mattos.

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No início do mês, as promotoras Simone Sibílio e Letícia Emile saíram do inquérito. As duas eram as principais investigadoras do processo, pois estavam acompanhando os trabalhos desde o início. Não houve motivação oficial para a saída de ambas.

A vereadora e seu motorista foram mortos na noite de 14 de março de 2018. O policial militar reformado Ronnie Lessa e o ex-policial militar Elcio Queiroz foram apontados como executores dos assassinatos, e estão presos. Porém, ainda não se sabe a motivação nem os mandantes do crime.

Edição: Aline Leal

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