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Incêndio mata pelo menos 13 pessoas na Filadélfia

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Pelo menos 13 pessoas, incluindo sete crianças, morreram em um dos piores incêndios vistos na Filadélfia em anos, depois que detectores de fumaça não dispararam em um prédio de apartamentos públicos, informou o Corpo de Bombeiros da Filadélfia.

Os bombeiros chegaram por volta de 6h40 (horário local) e lutaram por cerca de 50 minutos para controlar o incêndio no segundo andar de um edifício de três andares no bairro Fairmount, pertencente à autoridade habitacional da cidade.

Oito pessoas conseguiram escapar do prédio por uma das duas saídas, e sete crianças estavam entre os mortos, disse o primeiro vice-comissário do Corpo de Bombeiros, Craig Murphy, a repórteres em uma entrevista nas proximidades. As autoridades não informaram a idade das crianças.“Mantenham esses bebês em suas orações”, disse o prefeito Jim Kenney ao jornalistas.

Os bombeiros disseram que a contagem de mortos pode mudar e que a causa do incêndio ainda está sendo investigada.

Perto dali, caminhões de bombeiros ainda estavam estacionados do lado de fora do prédio de tijolos vermelhos, que ficou com a fachada enegrecida e janelas quebradas e escuras.

“Foi terrível”, disse Murphy. “Estou aqui há 35 anos e este é provavelmente um dos piores incêndios em que já estive.”

Uma criança e um adulto foram levados por paramédicos para hospitais próximos. Havia quatro detectores de fumaça no edifício, mas eles não foram ativados, disseram os bombeiros.

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TJ-SP segue voto do relator, desembargador Augusto de Siqueira, e confirma condenação de réus por atos racistas contra jornalista Maju Coutinho. LEIA INTEIRO TEOR DA DECISÃO

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Por vislumbrar a prática de discriminação, a 13ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a condenação de dois homens por atos de racismo e injúria racial contra a jornalista e apresentadora da TV Globo Maju Coutinho, que é uma mulher negra. Os réus também foram condenados por falsidade ideológica e corrupção de menores.

Um dos acusados foi condenado a cinco anos e três meses de reclusão, e o outro a quatro anos e seis meses, ambos em regime inicial semiaberto. De acordo com a denúncia, usando perfis falsos nas redes sociais, os réus acessaram as páginas da Globo e proferiram injúrias raciais contra Maju Coutinho, como “macaca”, “escrava” e “cabelo bombril”.

Para o relator, desembargador Augusto de Siqueira, ficou plenamente demonstrada a responsabilidade dos réus quanto às injúrias raciais e o racismo. O magistrado disse que as ofensas, por terem sido publicadas nas redes sociais, atingiram um número indeterminado de pessoas, não apenas a apresentadora, configurando o crime de racismo.

“Inegável que os réus desejaram praticar e incitar a discriminação, mediante mensagens contra uma coletividade, com base na raça e na cor da pele. Estavam plenamente cientes de que as publicações tinham conteúdo reprovável, aliás, criminoso, com repercussão negativa, suficiente para a retirada da página do Jornal Nacional do ar, após serem denunciadas”, afirmou.

Para o magistrado, os réus atacaram uma coletividade, não cabendo tipificação única para as condutas. “De outra parte, vale lembrar que não incitaram apenas adolescentes, mas diversos outros usuários a publicações de mensagens de cunho ilícito”, completou Siqueira.

Os dois também foram considerados responsáveis por facilitar a corrupção de menores, por terem formado um grupo com quatro adolescentes para “cometer crimes de falsidade ideológica e, posteriormente, racismo, injúria qualificada e corrupção de menores, com estabilidade de permanência”.

Associação criminosa

Quanto à denúncia por associação criminosa, o relator acolheu o recurso das defesas para absolver os réus. “Não obstante o número elevado de pessoas, dentre as quais, adolescentes, não há certeza de que se reuniram para praticar mais do que os delitos narrados, tampouco tratar-se de grupo estável e permanente”, escreveu.

Para o magistrado, não ficou demonstrado nos autos o “ânimo associativo, estável e duradouro entre, ao menos, três agentes”, necessário para a condenação por associação criminosa. A decisão se deu por unanimidade.

FONTE CONSULTOR JURÍDICO

TJ-SP Segue Voto Do Relator Desembargador Augusto de Siqueira e Confirma Condenação de Réus Por Atos Racist… by Enock Cavalcanti on Scribd

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Maju. Foto: Globo/Mauricio Fidalgo

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